Trabalho Sujo - Home

O Episódio VIII está chegando…

last-jedi

Será que Rey e Kylo vão para o mesmo lado? E se forem, vão para qual? O novo trailer (que publiquei no meu blog no UOL) de Os Últimos Jedi mexe com questões sérias no universo de Guerra nas Estrelas…

Novas naves, novos robôs, novos animais, alienígenas e… quem é esse do lado do Chewbacca? E Leia, uou! O novo trailer do Episódio VIII de Guerra nas Estrelas acaba de ser lançado e mostra que o filme concentra-se na dualidade entre os personagens de Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver), que, aos poucos, parecem se aproximar.

O filme estreia em dezembro, mas esse trailer aumenta ainda mais a expectativa para esse que pode ser o grande filme de toda a saga. É muita informação pra ser digerida num fim de noite, mas já já trago mais considerações sobre o que talvez iremos assistir.

E você, o que achou?

A primeira vez do Røkr

rokr-

Parado há quatro anos, o projeto solo do pernambucano Roberto Kramer finalmente sai do quarto no Balaclava Fest, comemoração do selo paulistano que reunirá Washed Out, Cinnamon Tapes e Homeshake no mesmo evento, dia 5 de novembro (mais informações aqui). Inicialmente pensado como um projeto de estúdio, o Røkr ficou em estado de hibernação após seu EP de estreia, pouco antes de seu autor mudar-se para o Canadá. De volta para o Brasil, ele adaptou o projeto para o palco e debuta ao mesmo tempo em que lança seu primeiro LP. E o clipe que abre os trabalhos, de estética indie lo-fi parente da sonoridade chillwave do projeto, estreia em primeira mão no Trabalho Sujo.

“Trovoa”, com Maurício Pereira, Juçara Marçal e O Terno

trovoa-terno-mauricio-jucara

No final do Fora da Casinha, que foi sensacional, eu tava comentando com a Roberta sobre como “Trovoa”, do Maurício Pereira, virou uma espécie de hino da cena independente brasileira e ela perguntou se eu tinha ouvido a versão que ele gravou com a Juçara no especial de fim de ano de 2012 de seu programa, o Cultura Livre. A edição do programa contou com vários convidados (Karina Buhr, Kiko Dinucci, Bárbara Eugênia, Tatá Aeroplano, Pélico, Rafael Castro, Tulipa, Letuce, Rael, entre outros), todos acompanhados pel’O Terno, mas esse momento é bem especial.

Dá pra ver o programa especial inteiro abaixo:

Bicho de Quatro Cabeças capturado

bicho-quatro-pirata

A sensação de arrebatamento sônico presenciada por quem esteve no encontro das bandas Rakta, Bixiga 70, Metá Metá e Hurtmold na quinta-feira passada no Centro Cultural São Paulo é impossível de ser registrada. A energia e a intensidade da comunhão musical dos vinte e quatro integrantes que se reuniram em quatro etapas (cada uma regida por uma banda) é algo que ficará apenas nas memórias das centenas de pessoas que circularam pela Sala Adoniran Barbosa naquela já histórica noite de lua cheia. No entanto, é inevitável que surjam os registros deste Bicho de Quatro Cabeças, como os vídeos e fotos que já começaram a aparecer nas redes sociais, e embora eles não capturem o intenso ritual musical daquela noite, dão uma amostra do que ocorreu quando uma vocalista, três disparadores de efeitos, um tecladista, três percussionistas, três bateristas, três baixistas, cinco guitarristas e cinco metais se encontraram naquele momento. E o primeiro destes registros – embora não-oficial – acaba de aparecer, quando o pirateiro Olvécio Estava Lá lançou o que conseguiu capturar dessa noite. Boa viagem.

Rakta de graça no CCSP

rakta-ccsp

As Rakta fecham sua participação no Bicho de Quatro Cabeças neste domingo, quando tocam ao lado do músico palestino Yousef Saif na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo. O show começa às 18h e os ingressos podem ser retirados duas antes do show – mais informações aqui.

Minha primeira participação no Braincast

braincast-249

O Carlos Merigo me chamou pra participar do clássico Braincast, o podcast de seu site (o excelente B9), por causa do texto que escrevi pro meu blog no UOL sobre o rock está se tornando conservador. Além de nós dois, o papo ainda contou com a presença de Marko Mello e Luiz Hygino, além da participação virtual de Guga Mafra. Começamos falando de rock mas logo estávamos discutindo política, Twin Peaks, música para crianças, falando sobre “a farmácia dos homens”, Blade Runner 2049, BaianaSystem e muito mais. Dá pra ouvir o podcast no arquivo abaixo, bem como assinando seu RSS ou pelo Spotify.

https://soundcloud.com/brains9/249-rock-virou-musica-de-tiozao

Fora da Casinha 2017

foradacasinha2017

Mancha chega ao terceiro ano de seu festival com um avanço considerável: depois de dois anos cobrando ingresso para a entrada do público, em 2017 ele realiza seu Fora da Casinha gratuitamente, montando dois palcos no Largo da Batata neste sábado para apresentar mais uma safra de bandas independentes que passaram pela mítica Casa do Mancha, que completa uma década de atividade este ano, como Giovani Cidreira, Ema Stoned, Glue Trip, Tagore, Negro Leo, Bárbara Eugena e Tatá Aeroplano, entre outros. Como nas duas edições anteriores, o festival começa com a tradicional discotecagem Sussa – Tardes Trabalho Sujo deste que vos escreve (ao lado do Danilo), puxando para o tom do festival (bandas independentes brasileiras), e com o show do padrinho do festival, o mestre Maurício Pereira (os horários dos shows estão no final deste post – além de mais informações que você encontra aqui). Conversei com o Mancha sobre a edição do Fora da Casinha deste ano a seguir.

qual o principal desafio desta terceira edição do festival?
Acredito que nosso desafio desse ano é se manter eficaz na função de apontar novos nomes da música independente nacional desta vez pra um público mais heterogêneo. Até então o festival acontecia dentro de um local controlado e por mais que o público fosse amplo, existia um denominador comum a todos que se dispuseram a comprar um ingresso para ver um festival de música independente.
Agora com o festival gratuito na rua amplificamos a reverberação da nossa proposta chegando em um público que não necessariamente viria até nós. E conquistar esse público que não foi atrás de você é tão complexo quanto prazeroso. A música tem essa função de surpreender, estamos olhando pra isso com um brilho especial desta vez.

E em relação ao elenco, comente sobre os artistas que escolheu.
O Maurício Pereira é nosso padrinho, então dispensa comentários. Todos os outros artistas vem com trabalhos recentes que acabaram de sair ou estão prestes a sair. Alguns com uma caminhada mais longa que outros, mas todos passando por um momento fértil justamente para serem apresentados para esse público heterogêneo que a rua proporciona.
A programação desse ano privilegiou esse diálogo com a rua como um todo.

O festival encerra a programação de dez anos da Casinha. Fale sobre essa comemoração.
Completar uma década nessa empreitada com música já é uma vitória fabulosa. O mês de setembro foi todo dedicado a isso com shows que marcaram a história da casinha, artistas que tem uma relação super íntima e começaram junto aqui conosco. É um orgulho imenso ver todos esses frutos, bandas crescendo, publico interessado, novas bandas surgindo com vontade de tocar aqui.. tudo isso derivou de 10 anos persistência nossa e de muitas outras pessoas que caminharam juntas.
Terminar isso com o festival dessa forma, gratuito na rua, me pareceu a melhor forma de concluir um ciclo que acima de tudo está sendo enriquecedor pra todos que estão envolvidos.

Quais os próximos planos para a Casinha e para o festival no ano que vem?
Uma das coisas que 2017 me ensinou foi de controlar os planos, diminuir as expectativas e prestar mais atenção no processo. Enxergar tudo que foi feito e que já é motivo de muitas felicidades, sentir prazer nisso e no hoje, não enlouquecer com o amanhã e estar sujeito às supresas da vida. Essa lição me deixou mais leve.
Mas claro, pode ser que tudo mude num piscar de olhos. Tudo certo.

13h: Discotecagem Sussa | Trabalho Sujo
14h: Mauricio Pereira
14h40: Bárbara Eugênia + Tatá Aeroplano
15h35: Vitreaux
16h20: Giovani Cidreira
17h05: Aloizio e a Rede + Bratislava
17h50: Ema Stoned
18h30: Raça
19h10: Glue Trip
19h55: Tagore
20h40: Negro Leo

Noites Trabalho Sujo Clube #001

nts-06112017-h

E as Noites Trabalho Sujo voltam a ser semanais para retomar o título de melhor sexta-feira de São Paulo, desta vez no Plu-Bar. A edição semanal chama-se Noites Trabalho Sujo Clube e quem manda nome pro noitestrabalhosujo@gmail.com tem desconto na entrada!:

Noites Trabalho Sujo Clube #001
6 de outubro de 2017
No som: Alexandre Matias e Danilo Cabral
Plu Bar. Rua Araújo, 155.
23h45
R$ 30 para quem mandar o nome para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h da sexta-feira
R$ 50 para quem não mandar
Entrada sujeita à lotação da casa – chegue cedo 😉

Acavernus e Carla Boregas no CCSP

acavernus-carlaboregas

O Bicho de Quatro Cabeças continua durante todo o mês de outubro no Centro Cultural São Paulo e nessa sexta temos o prazer de receber Carla Boregas e Paula Rebelato, as duas integrantes do grupo Rakta, tocando seus projetos solos – o da Carla é no nome dela mesma e o da Paula chama-se Acavernus. A apresentação acontece na Praça das Bibliotecas do CCSP a partir das 21h e é gratuita. Mais informações aqui.