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Dissecando Sophia Chablau & Uma Enorme Perda de Tempo

Foto: Biel Basile

Já fiz tanta coisa com essa que das minhas bandas novas favoritas que nem parece que ela ainda não lançou disco. Mas o fato é que nesta quinta-feira o mundo poderá conhecer o primeiro disco da Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, que conheço desde antes de ser gravado, em 2019, e pude ouvi-lo ainda no Estúdio Canoa, no último dia do grupo no estúdio, com a presença da amiga e produtora do disco Ana Frango Elétrico. Formada pela própria Sophia, vocalista, guitarrista e frontwoman do quarteto, ao lado de um trio de malucos que se rotulava anarcogospel (formada pelos multiinstrumentistas Téo Serson no baixo, Theo Ceccato na bateria e Vicente Tassara nos teclados e guitarra), a banda passeia entre a vanguarda do rock, o pop mais doce e experimentalismos da música brasileira fugindo de clichês ao mesmo tempo em que os utilizam de forma irônica. Todos estão na casa dos vinte e poucos anos e finalmente podem mostrar seu álbum de estreia para o mundo, que eles dissecam faixa a faixa exclusivamente para o Trabalho Sujo, além de antecipar a capa em primeira mão.

Saca só:  

Cine Ensaio: Snyder Cut é fascista?

E pela primeira vez eu e André Graciotti dedicamos um Cine Ensaio a um filme que não gostamos – eu mesmo, nem vi! Mas a versão da Liga da Justiça exigida pelos fãs de Zack Snyder reforça uma série de pontos que acabam mostrando o que há de errado com a monocultura de super-heróis que domina a indústria cinematográfica atual, além de ser um sintoma desta época irascível que estamos atravessando.

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Bom Saber #047: Eduardo Nasi

Na edição desta semana do meu programa de entrevistas, puxei Eduardo Nasi para conversar sobre cinema – e não apenas sobre filmes – e nossa relação entre a sétima arte e a quarentena. Nasi criou uma newsletter semanal recomendando filmes para toda a semana (o excelente Boletim do Meteoro, peça por email aqui) e aproveito para conversar sobre a falta das salas de cinema, a onipresença dos programas de streaming e como isso tudo tem afetado nosso comportamento.

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Aparelho: Nosso golpe, nossas regras

Será que esse é o último Aparelho ou apenas o primeiro que cumprirá a ameaça de seu título? Sob a sombra de um golpe de mimimi, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin conjuramos as bandas que copiavam os Mamonas Assassinas para fazer uma análise do contexto da ditadura militar à luz desse monte de merda que assola o país há uns quatro, cinco anos…

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NTS: Pop dos anos 80

Em mais uma reunião para falar sobre música com os meus irmãos das Noites Trabalho Sujo, eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli atravessamos os anos 80 em busca do pop perfeito. Década que fez parte de nossas infâncias e adolescências, é um período de experimentação musical e de consolidação de artistas completamente novos no panteão mundial. E assim passamos dos gigantes Madonna, Prince e Michael Jackson pelo rock brasileiro da década, a ascensão do U2, o heavy metal daquele período, o surgimento do rap e da música eletrônica e um monte de hits que não saem de nosso inconsciente. E a gente podia ficar falando horas sobre isso…

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Tudo Tanto #089: Roberto Barreto

Como uma banda como o BaianaSystem sobrevive sem shows? O papo com o guitarrista e fundador do grupo Roberto Barreto parte de uma dúvida que pairou sobre o grupo durante todo o ano de 2020 e materializou-se no recém-lançado disco OxeAxéExu, primeiro conjunto de canções da banda que nunca foi testada anteriormente nos palcos e que foi lançado em três partes, contando com a reação do público entre um ato e outro como uma forma de retomar o diálogo perdido com a ausência de shows. E vem mais novidades neste ano…

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Jornalismo-Arte: Alex Antunes

Vamos às origens daquilo que a gente chama de jornalismo musical moderno com um longo papo com um dos pilares do gênero. Alex Antunes dividia-se entre o ativismo político, o início do punk e a cobertura das transformações culturais que aconteciam no fim da ditadura militar no final dos anos 70 até que misturou estes três polos ao começar a escrever sobre música, primeiro em fanzines e na ancestral Somtrês até ser um dos primeiros grandes nomes da recém-lançada revista Bizz. Com passagens por algumas das principais redações do país, ele equilibrava-se entre o jornalismo, a vida de artista underground (à frente dos grupos Akira & As Garotas Que Erraram e Shiva Las Vegas) e o xamanismo, que lhe rendeu seu primeiro romance. Uma viagem no tempo que dá a esta edição do Jornalismo-Arte ares de arqueologia, mas sem que nunca fique uma sensação de nostalgia ou saudade, afinal o bom é ouvir Alex contar histórias sensacionais, que vão de como ele parou de falar com Mario Sergio Conti, como fundou a revista Set, como lançou a carreira de produtor do Miranda ou como fez o último passeio de carro ao lado do mitológico Celso Pucci.

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Kiko Dinucci de volta ao skate

Depois de parir seu Rastilho a partir de um acidente de skate, Kiko Dinucci reencontra a velha prancha ao convidar integrantes do coletivo Velô Skatearte para fazer o clipe de “Febre do Rato”, que ele apresenta em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, bem como conta a história de como o clipe aconteceu. Veja abaixo: