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Tudo Tanto #091: Jadsa

Se você ainda não conhece a Jadsa, a hora é agora, já que a cantora e compositora baiana acaba de lançar seu impressionante Olho de Vidro, seu primeiro álbum, uma celebração à música brasileira de vanguarda, em que ela reúne nomes como Kiko Dinucci, Ana Frango Elétrico, Luiza Lian, entre outros, neste que, por enquanto, é o melhor disco de 2021 até agora. Aproveito para conversar com ela sobre o início de sua trajetória e sobre o momento da cena soteropolitana da qual faz parte.

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Jornalismo-Arte: Ramiro Zwetsch

Capo do site Radiola Urbana, Ramiro Zwetsch está também à frente da loja Patuá Discos e está envolvido com um novo programa da TV Cultura, depois de anos longe do estúdio da Fundação Padre Anchieta, onde trabalhou por anos no Metrópolis e participou da criação do Manos e Minas. Mas isso é só o que ele tem feito atualmente – aproveito esta edição do Jornalismo-Arte para ouvi-lo falar sobre a Festa Fela, o projeto Rotações e outras invenções que criou nos últimos anos, sempre filtrando-os com o olhar jornalístico.

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Rádio Trabalho Sujo: A história do My Bloody Valentine

Como uma banda que soava como Cramps, Stooges, Misfits e Velvet Underground e foi contratada como se fosse o Hüsker Dü irlandês fundou um subgênero inteiro – que sempre renegou – e tornou-se uma das maiores revoluções sônicas e musicais dos últimos 50 anos? Capitaneada pelo gênio Kevin Shields, o My Bloody Valentine é um dos grupos mais importantes da história da música gravada ao misturar barulho e doçura em camadas extremas, que culminaram com o lançamento de um dos discos mais emblemáticos – e polêmicos – dos anos 90.

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Jair Naves 2021: “Eu fui até onde eu pude”

Foto: Meredith Adelaide

“A essa altura, ter razão não me traz alívio algum, não me traz conforto algum”, cantarola, meio que lamentando, Jair Naves em mais um single que lança antes de seu próximo álbum. A melancólica “Vai” composta e tocada por Jair apenas ao violão ainda conta com acréscimos sonoros, como cordas, piano, efeitos, baixo e sintetizadores, mas é uma música essencialmente solitária e, apesar de descrever uma tensão em um relacionamento, também reflete o estranho momento político e social que atravessamos, como é característico de sua lida. Ele antecipou “Vai”, que será lançada nesta sexta nas plataformas digitais, em primeira mão para o Trabalho Sujo, ouça abaixo. É o segundo single que ele lança em 2021, depois de “Todo Meu Empenho“, que lançou em seu aniversário, no início do ano.
 

Bom Saber #048: Gustavo Gitti

Depois de muito tempo conversando só pelas redes sociais, puxei o Gustavo Gitti, que toca a comunidade online O Lugar, para saber como ele tem atravessado esse período e quais lições ele tem tirado desta época tétrica que estamos atravessando. Observando tudo pelo ponto de vista budista, ele conduz um papo sobre conexões, isolamento, meditação, contato, luto e abrir-se para os próprios sentimentos e para os outros neste período.

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Altos Massa: É bonito ter vaidade?

Com a autoestima em frangalhos e sem perspectiva de sair deste mar de lama, como fica nossa vaidade? Esse é o tema do Altos Massa desta quinzena, quando eu e Pablo Miyazawa conversamos sobre como a preocupação com a nossa aparência – e como ela acaba mexendo com outras questões em nossas rotinas – está sendo radicalmente abalada por esta quarentena interminável.

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Vários Artistas: Rodrigo Levino

Em mais um programa para conversar sobre música, chamei o compadre Rodrigo Levino, capo do restaurante Jesuíno Brilhante para conversar sobre nossas raízes musicais nordestinas e, inevitavelmente, descambar para o jazz – não sem antes passar pelas micaretas, pelo São João, pelo carnaval de rua, pelo forró de pé de serra e celebrar Naná Vasconcellos.

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Tudo Tanto #090: Guilherme Held

O guitar hero Guilherme Held finalmente conseguiu reunir as centenas de pedaços de riffs, melodias, harmonias e letras que reuniu em vinte anos de carreira para fazer seu primeiro disco solo, o excelente Corpo Nós, um dos melhores discos de 2020, que conta com participações de boa parte dos artistas com quem ele trabalhou e que infelizmente ainda não pode se materializar no palco. Mas é a deixa perfeita para refazer a trajetória deste mestre de seu instrumento, pupilo do mestre Lanny Gordin, que vem deixando sua marca na música brasileira.

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Artejornalismo: Pedro Antunes

Em mais um Artejornalismo, converso sobre a prática e o ofício com o grande Pedro Antunes, que passou pelo Estadão e pela Rolling Stone antes de lançar seu Tem Um Gato na Vitrola e assumir uma coluna autoral no UOL. E aproveitamos para conversar sobre pautas, equipes, leads, entrevistados e outros percalços da profissão.

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