O quarto disco do Black Sabbath, o clássico Vol.4, lançado em 1972 e considerado por muitos sua obra-prima, será revisitado em mais uma caixa da gravadora Rhino. Vol. 4 Super Deluxe Edition conta com cinco LPs (ou quatro CDs) e traz mais de 20 versões inéditas, entre faixas ao vivo e sobras de estúdio, além de uma versão remasterizada, do álbum que traz clássicos da primeira fase do metal, como “Wheels Of Confusion”, “Snowblind”, “Supernaut” e, claro, “Changes”. O disco será lançado em fevereiro (já está em pré-venda) e abaixo segue a relação com todas as músicas…
LP 1: Original Album Remastered
Lado 1
“Wheels Of Confusion / The Straightener”
“Tomorrow’s Dream”
“Changes”
“FX”
“Supernaut”
Lado 2
“Snowblind”
“Cornucopia”
“Laguna Sunrise”
“St. Vitus Dance”
“Under The Sun / Every Day Comes And Goes”
LP 2: Outtakes – New Mixes
Lado 3
“Wheels Of Confusion / The Straightener” *
“Changes” *
“Supernaut” *
“Snowblind” *
Lado 4
“Laguna Sunrise” *
“Under The Sun” (Instrumental) *
Alternative Takes, False Starts & Studio Dialogue
“Wheels Of Confusion” (False Start with Studio Dialogue) *
“Wheels Of Confusion” (Alternative Take 1) *
“Wheels Of Confusion” (Alternative Take 2) *
“Wheels Of Confusion” (Alternative Take 3) *
LP 3: Alternative Takes, False Starts & Studio Dialogue
Lado 5
“Wheels Of Confusion” (Alternative Take 4) *
“The Straightener” (Outtake) *
“Snowblind” (Alternative Take 1 – Incomplete) *
“Supernaut” (Outtake) *
Lado 6
“Supernaut” (Alternative Takes with False Starts) *
“Under The Sun” (False Start with Studio Dialogue) *
“Under The Sun” (Alternative Take with Guide Vocal) *
LP 4: Live in the UK 1973
Lado 7
“Tomorrow’s Dream” *
“Sweet Leaf” *
“War Pigs”
Lado 8
“Snowblind” *
“Killing Yourself To Live”
“Cornucopia”
LP 5: Live in the UK 1973
Lado 9
“Wicked World” (Includes Excerpts of:)
i. Guitar Solo
ii. “Orchid”
iii. “Into The Void”
iv. “Sometimes I’m Happy”
Lado 10
“Supernaut” / Drum Solo
“Wicked World” (Reprise)
“Embryo”
“Children Of The Grave”
“Paranoid”
Eu e Pablo Miyazawa resolvemos pegar mais leve e puxamos música como assunto deste Altos Massa, mas em vez de falarmos de artistas, discos ou canções, resolvemos discutir como a música mexe com nosso comportamento, nossas rotinas e nossos sentimentos, ajudando a moldar nossa personalidade ao mesmo tempo em que abre portas para percepções bem diferentes de mundo.
Velho compadre de outros carnavais, já fiz muita coisa junto com o Bruno Natal e a primeira edição brasileira da Wired, que acaba de sair, foi só mais uma delas. Bruno foi meu sócio no falecido consórcio de blogs OEsquema, capitaneou por um dos principais blogs de música do Brasil (o URBe, que anda num outro ritmo) e fundou a plataforma de shows Queremos. Mas em vez de falar de sua trajetória, assunto para um outro programa futuro, resolvi focar em seu filhote mais recente, o podcast Resumido, e entender sua relação com as notícias, a urgência do jornalismo, o excesso de ofertas e o papel da internet.
Mais uma edição ao vivo do Vida Fodona para acompanhar a apuração da eleição – mais um Festa-Solo lá no twitch.tv/trabalhosujo nesta tarde de domingo.
Kylie Minogue – “Magic”
Konk – “Your Life”
Talk Talk – “It’s My Life”
Criolo – “Bogotá”
Bixiga 70 – “Pedra de Raio”
Metá Metá – “Corpo Vão”
Letuce – “Quero Trabalhar Com Vidro”
Boogarins – “Foimal”
Rincon Sapiência – “Crime Bárbaro”
Stevie Wonder – “All Day Sucker”
Last Poets – “It’s a Trip”
Meters – “Tippi Toes”
Cymande – “Brothers On The Slide”
Curtis Mayfield – “Superfly”
Marvin Gaye – “I Heard It Through The Grapevine”
Creedence Clearwater Revival – “I Heard It Through The Grapevine”
Amy Winehouse + Paul Weller – “I Heard It Through The Grapevine”
Slits – “I Heard It Through The Grapevine”
Yoko Ono – “Walking On Thin Ice”
Waterboys – “The Whole Of The Moon”
Velvet Underground – “Foggy Notion”
Os Cascavellettes – “O Dotadão Deve Morrer”
Raul Seixas – “A Verdade Sobre A Nostalgia”
Hüsker Dü – “Pink Turns to Blue”
Sonic Youth – “Skip Tracer”
Buzzcocks – “What Do I Get?”
Sebadoh – “Pink Moon”
Pixies – “Monkey Gone To Heaven”
Neil Young & Crazy Horse – “Powderfinger”
Legião Urbana – “Heroes”
Lulina – “Birigui”
Pavement – “Gold Soundz”
Elastica – “Connection”
Olivia Tremor Control – “Hideaway”
Big Star – “Down the Stret”
Jimi Hendrix Experience – “Still Raining, Still Dreaming”
Bob Dylan – “Just Like Tom Thumb’s Blues”
Bárbara Eugenia – “Cama”
Pink Floyd – “San Tropez”
Beck – “So Long, Marianne”
Courtney Barnett & Kurt Vile – “Over Everything”
Blur – “End Of A Century”
Billie Eilish – “All The Good Girls Go To Hell”
Angel Olsen – “Too Easy”
PJ Harvey – “The Dancer”
Paulinho da Viola – “Dança da Solidão”
Beatles – “Cry Baby Cry”
Que alento assistir à apresentação de Paulinho da Viola ao vivo no meio desta quarentena às vésperas de uma eleição tão improvável. Um segundo turno de eleições para prefeito em algumas das principais cidades do Brasil que mostra novos nomes de uma esquerda nada reacionária, positiva e pra frente, funciona como um horizonte possível neste tétrico 2020 e a aparição sensível e delicada de Paulinho na noite deste sábado, agiu como um portal para um Brasil que vem sendo vilipendiado desde que tiraram Dilma à força da presidência. Com um tato específico seu, ele nos conduziu a um repertório invejável que mostra não apenas toda sua majestade, como o quanto a cultura brasileira é mais forte que o lado mais abjeto do país numa apresentação memorável, que segue disponível online (embora a Globoplay ainda não tenha descoberto a tecnologia que permite incorporar seus vídeos em outros sites). Olha esse rosário de hits:
“Onde a Dor Não Tem Razão”
“Peregrino”
“Ruas Que Sonhei”
“Vela no Breu”
“Coração Imprudente”
“Amor à Natureza”
“Ela Sabe Quem Eu Sou”
“Retiro”
“Para um Amor no Recife”
“Dança da Solidão”
“Roendo as Unhas”
“Coisas do Mundo, Minha Nega”
“Ainda Mais”
“Pecado Capital”
“Argumento”
“Eu Canto Samba”
“Talismã”
“Coração Leviano”
“Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida”
“Timoneiro”
“Sinal Fechado”
Você lembra do rosto do fisiculturista britânico David Prowse, que faleceu neste sábado, do filme Laranja Mecânica do Kubrick, mas ele entrou para a eternidade ao vestir-se como Darth Vader nos três primeiros filmes da trilogia de George Lucas.
A revista norte-americana de mercado Production Weekly, fechada para assinantes, anunciou em sua última edição, entre as novidades que soube em relação ao mês de dezembro deste ano, que o grão-mestre David Lynch estaria desenvolvendo uma série pra Netflix, que começaria a ser produzida a partir de maio do ano que vem no Calvert Studios, onde também filmou partes da terceira temporada de Twin Peaks. Wisteria também é referida como Untitled David Lynch Project e aparentemente é uma série com episódios sem relação entre si – e não tem nenhuma relação com Twin Peaks, como o cocriador da série, Mark Frost, fez questão de frisar no Twitter (o que não diminui a expectativa sobre uma possível quarta temporada). No meio do ano, Lynch deu uma entrevista para o site Daily Beast sobre a guinada YouTuber que o diretor deu durante a quarentena e ameaçou, de forma enigmática, que “talvez tenham coisas vindo aí que possam significar que poderei gastar menos tempo com o canal”. Lynch já começou o ano com um pé no serviço de streaming, quando lançou o curta What Did Jack Do?, em que ele mesmo interrogava um macaco.
O clássico disco triplo de George Harrison, All Things Must Pass, o primeiro disco que lançou após sair dos Beatles e uma rara unanimidade entre os fãs do grupo (pois é o melhor disco solo de um ex-beatle), completa 50 anos nesta sexta e começa a ganhar tratamento de luxo a partir de uma nova versão estéreo para a faixa-título.
Segundo o filho de George, Dhani Harrison, contou ao NME, é o início do resgate do disco como seu pai gostaria que ele soasse. “Este novo mix em estéreo da faixa-título é só um aperitivo do que está por vir em 2021 quando celebraremos os 50 anos do lendário álbum All Things Must Pass, do meu pai. Estamos escavando entre montanha de fitas e elas continuam surgindo – caixas e caixas delas. Fazer o som deste disco mais claro sempre foi um dos maiores desejos do meu pai e é algo que nós estávamos trabalhando juntos nisso quando ele faleceu. Mas com a ajuda da nova tecnologia e com o trabalho de Paul Hicks neste projeto, nós vamos conseguir fazer isso acontecer”. O disco original foi produzido por Phil Spector, que entupiu algumas faixas com sua clássica parede-de-som deixando-as com o som embolado, tornando difícil reconhecer os instrumentos isoladamente, o que George sempre havia lamentado. E Hicks acaba de trabalhar tanto na caixa que os Stones lançaram para seu disco de 1973 Goat’s Head Soup e a nova versão para “Gimme Some Truth”, do John Lennon, lançada quando em seu aniversário deste ano.
A atriz italiana Daria Nicolodi, musa e esposa do diretor Dario Argento, que revolucionou o cinema de horror ao criar o subgênero giallo na virada dos anos 70 para os anos 80. A morte da musa do horror italiano foi confirmada por sua filha, a também atriz e diretora Asia Argento, em sua conta no Instagram, nesta quarta-feira. Daria estrelou vários clássicos de Argento, como Profondo Rosso, Inferno, Tenebrae e Phenomena, e também deu a ideia que inspirou o revolucionário Suspiria, primeiro clássico do formato deste diretor. Ela tinha 70 anos.