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Bom Saber #047: Eduardo Nasi

Na edição desta semana do meu programa de entrevistas, puxei Eduardo Nasi para conversar sobre cinema – e não apenas sobre filmes – e nossa relação entre a sétima arte e a quarentena. Nasi criou uma newsletter semanal recomendando filmes para toda a semana (o excelente Boletim do Meteoro, peça por email aqui) e aproveito para conversar sobre a falta das salas de cinema, a onipresença dos programas de streaming e como isso tudo tem afetado nosso comportamento.

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Aparelho: Nosso golpe, nossas regras

Será que esse é o último Aparelho ou apenas o primeiro que cumprirá a ameaça de seu título? Sob a sombra de um golpe de mimimi, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin conjuramos as bandas que copiavam os Mamonas Assassinas para fazer uma análise do contexto da ditadura militar à luz desse monte de merda que assola o país há uns quatro, cinco anos…

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NTS: Pop dos anos 80

Em mais uma reunião para falar sobre música com os meus irmãos das Noites Trabalho Sujo, eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli atravessamos os anos 80 em busca do pop perfeito. Década que fez parte de nossas infâncias e adolescências, é um período de experimentação musical e de consolidação de artistas completamente novos no panteão mundial. E assim passamos dos gigantes Madonna, Prince e Michael Jackson pelo rock brasileiro da década, a ascensão do U2, o heavy metal daquele período, o surgimento do rap e da música eletrônica e um monte de hits que não saem de nosso inconsciente. E a gente podia ficar falando horas sobre isso…

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Tudo Tanto #089: Roberto Barreto

Como uma banda como o BaianaSystem sobrevive sem shows? O papo com o guitarrista e fundador do grupo Roberto Barreto parte de uma dúvida que pairou sobre o grupo durante todo o ano de 2020 e materializou-se no recém-lançado disco OxeAxéExu, primeiro conjunto de canções da banda que nunca foi testada anteriormente nos palcos e que foi lançado em três partes, contando com a reação do público entre um ato e outro como uma forma de retomar o diálogo perdido com a ausência de shows. E vem mais novidades neste ano…

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Jornalismo-Arte: Alex Antunes

Vamos às origens daquilo que a gente chama de jornalismo musical moderno com um longo papo com um dos pilares do gênero. Alex Antunes dividia-se entre o ativismo político, o início do punk e a cobertura das transformações culturais que aconteciam no fim da ditadura militar no final dos anos 70 até que misturou estes três polos ao começar a escrever sobre música, primeiro em fanzines e na ancestral Somtrês até ser um dos primeiros grandes nomes da recém-lançada revista Bizz. Com passagens por algumas das principais redações do país, ele equilibrava-se entre o jornalismo, a vida de artista underground (à frente dos grupos Akira & As Garotas Que Erraram e Shiva Las Vegas) e o xamanismo, que lhe rendeu seu primeiro romance. Uma viagem no tempo que dá a esta edição do Jornalismo-Arte ares de arqueologia, mas sem que nunca fique uma sensação de nostalgia ou saudade, afinal o bom é ouvir Alex contar histórias sensacionais, que vão de como ele parou de falar com Mario Sergio Conti, como fundou a revista Set, como lançou a carreira de produtor do Miranda ou como fez o último passeio de carro ao lado do mitológico Celso Pucci.

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Kiko Dinucci de volta ao skate

Depois de parir seu Rastilho a partir de um acidente de skate, Kiko Dinucci reencontra a velha prancha ao convidar integrantes do coletivo Velô Skatearte para fazer o clipe de “Febre do Rato”, que ele apresenta em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, bem como conta a história de como o clipe aconteceu. Veja abaixo:

 

Rádio Trabalho Sujo: London Calling, do Clash

Uma das principais bandas do punk rock inglês, o Clash deu um salto considerável ao transformar seu terceiro disco em um manifesto sobre a história do rock. Em mais uma edição do Rádio Trabalho Sujo, comento sobre a transformação do quarteto de um grupo politizado e musicalmente direto na conhecida “única banda que importa” a partir do disco duplo London Calling. Assista aqui:  

Bom Saber #046: Fabiana Moraes

Em mais uma edição do meu programa semanal de entrevistas, convido a querida Fabiana Moraes para conversar sobre as mudanças que estão acontecendo no jornalismo brasileira. Ela, que atualmente publica no Intercept Brasil e também dá aula de sociologia, passou por alguns dos principais veículos independentes do Brasil e publicou cinco livros desenvolvidos a partir de reportagens que apurou. Aproveito para pedir que ela comente sobre seus dois próximos trabalhos, um sobre a importância da pauta no jornalismo e outro sobre como o nordeste brasileiro era visto pela geração modernista há um século.

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