Você sabe que o cara atingiu um nível de popularidade quando aparece nos Simpsons. E quando uma imagem dessas aparece no MySpace do Justice? É uma imagem do desenho ou só mais uma armação do empresário Busy P jogando verde pro Matt Groening? Pattoli quem me passou.
É o nome da nova do Franz Ferdinand, o primeiro concorrente sério ao posto de melhor disco de 2009. Que tática eles estão optando? Deixar aparecer as músicas mais fracas do disco antes de mostrar tudo ou testando hits potenciais antes de lançar o disco? Porque tanto essa “Twilight Omens” quanto “Ulysses” são boas, mas falta o “it” que faz com que o Franz seja uma banda bem acima da média de um hit por disco de sua geração.
E conversando com o Tomate e o Marquinhos sobre esse assunto, eis que o primeiro saca da manga o sagaz Jay Z at Studio One, em que o rapper invade o mitológico estúdio jamaicano e se esbalda em cima de instrumentais temperados e calibrados. Tá vendo? É só mudar um pouquinho que a coisa já muda um tanto de figura…
Falando em mashup com Radiohead, o hypômetro dessa semana acusou um Grey Album pra banda do Thom Yorke. Um produtor de alcunha Minty Fresh Beats resolveu fundir os vocais de Jay Z em cima do versões instrumentais de músicas como “Paranoid Android”, “National Anthem”, “Optimistic” e a citada abaixo “Lucifer’s Jigsaw”. Batizou o disco de Jaydiohead e agora ta aí colhendo os louros da fama fugaz na dita blogosfera. Ficou legal, mas, vocês sabem que mashup com hip hop é o mais fácil de fazer (tanto que foram os primeiros) e que um mashup de Beatles com Jay Z (o tal álbum cinza) foi quem colocou o Dangermouse (1/2 Gnarls Barkley, pra quem não lembra) na paisagem pop atual. O lance é que mashup abre tantas possibilidades e neguinho continua insistindo em uma mesma fórmula. Muda ao menos o MC, né… Porque só esse ano outro cara – o Cookin Soul, que também fez uma mixtape em homenagem à passagem do Isaac Hayes -, já tinha feito isso, mashupando Jay Z com Oasis – mas pelo menos aí tinha uma desculpa boa devido ao incidente em Glastonbury…
A propósito – GDK é “Galera da Kenner”. Isso! Aquela marca de chinelo! Enquanto isso, em algum lugar do mundo, Paul McCartney sente um frio na espinha.