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Sexta-feira é dia de Battlestar Galactica?

Era, não mais. Mas Caprica aos poucos toma forma…

E, sim, eu sei que tou devendo o comentário sobre o final da série, que aconteceu exatamente no mesmo dia do show do Radiohead no Rio – aí, já viu… Mas além do final de BSG, devo retomar a retrospectiva de vez na semana que vem, que é minha última semana antes das minhas férias, quando fico três semanas fora (será que vocês agüentam?). Se eu vou conseguir zerar a contagem regressiva de 2008 eu não sei, mas vou dedicar a semana a isso – além de comentar alguns discos que eu deixei de falar desde o início do ano, e, claro, comentar o próximo episódio de Lost.

Mas antes de sair de férias, tou preparando uma coisinnha pra deixar de presente pra vocês.

O Cérebro quer saber

Se você gosta do Cérebro Eletrônico, dá uma mão pros caras e responde rapidinho a essa pesquisa linkada no banner aí embaixo. Quem responder, ganha um MP3 e concorre a um box com coisas da banda.

Mais Sgt. Pepper abrasileirado

Não é a primeira vez que fazem esse tipo de paródia do Sgt. Pepper’s com elementos brasileiros. A penúltima edição da gestão de Ricardo Alexandre na revista Bizz trouxe a seguinte capa sobre o impacto do disco na produção pop brasileira em 77 (colaborei nessa matéria, aliás):

E a Tainá me lembrou que a Jungle Drums, revista inglesa tocada por brasileiros e sobre o Brasil em Londres, comemorou seu sexto aniversário no fim do ano passado com esta capa aqui.

E numa nota de rodapé (que é o lugar dela), e a Set hein? Quem diria…

Terceiro disco: valendo!

Depois do medidor de trilogias, que tal esse gráfico comparativo com carreiras de bandas e seu desempenho nos três primeiros discos?

Como todo tipo de lista, tem seus defeitos – os que me incomodam mais são o Clash (que é uma escada normal), o Oasis (o terceiro disco tá muito no alto), o R.E.M. (que mantém a média nos três primeiros discos) e a presença do Verve e do Bruce Springsteen, que não servem pra nada. Vi na Taís.

Sonic Youth no Chile


F de Falso

Queria ter ido também? Bom, aos que não foram, resta ouvir como foi o show. Baixe aqui. Olha o setlist…

“Teenage riot” (Daydream nation, 1988)
“Bull in the heather” (Experimental jet set, trash & no star, 1994)
“Incinerate” (Rather ripped, 2006)
“Hey Joni” (Daydream nation, 1988)
“The sprawl” (Daydream nation, 1988)
“Cross the breeze” (Daydream nation, 1988)
“Schizophrenia” (de Sister, 1987).
“Calming the snake” (The eternal, 2009)
“100%” (Dirty, 1992)
“Jams run free” (Rather ripped, 2006)
“Mote” (Goo, 1990)
“Kool thing” (Goo, 1990)
“Pink steam” (Rather ripped, 2006)
“The burning spear” (EP, Sonic Youth, 1982)
“Sacred trickster” (The eternal, 2009)
“Silver rocket” (Daydream nation, 1988)
“Shaking hell” (Confusion is sex, 1983)
“Express way to yr skull” (Evol, 1986)

Hotelicóptero

Em vez de fazer check-in no vôo e no hotel, faça nos dois ao mesmo tempo!

Não sei porque mas acho que isso é um primeiro de abril…

Curumin @ Recess Sessions

Parece só uns amigos fazendo um som, mas isso é a rotina do Curumin – o sujeito respira música. E, se liguem, ele vai longe…

Esses vídeos trazem a participação que ele fez no projeto Recess Sessions (no primeiro ele toca “Compacto”, o segundo tem uma entrevista em inglês e no último traz “Magrela Fever”), bancado pela cadeia de hotéis Morgan Group, que chama um cineasta ou documentarista independente para entrevistar um músico em um dos hotéis da rede. Quem filmou o Curumin foi o Vincent Moon, do Blogotheque (o projeto que inspirou o brasileiro Música de Bolso) e o resultado é uma boa apresentação do músico paulistano pra quem ainda não o conhece.

Hmmmmm…

Eu sinceramente acho esse culto moderno ao bacon uma besteira (fora que o meu estômago reclama só de mencionar a fritura), mas tenho que abrir exceção pra esse vídeo.

Conhece? Chama-se Padma Lakshmi e foi casada com o Salman Rushdie.