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A gigantesca turnê de Harry Styles com quase 50 shows em apenas sete (!) cidades

Após o anúncio de lançamento de seu novo disco, Kiss All The Time. Disco, Occasionally (que virá ao mundo no início de março), Harry Styles acaba de anunciar uma gigantesca turnê que passará por sete cidades do mundo, com shows consecutivos (que em alguns casos tornam-se residências) sempre com convidados, com passagem marcada para São Paulo, quando ele toca ao lado dos Fcukers nos dias 17 e 18 de julho, no estádio do Morumbi. A pré-venda começa na próxima segunda-feira, dia 26, e os ingressos abrem para o público em geral dois dias depois, na quinta-feira, dia 28. Além de São Paulo, a turnê de Styles passa por outros dois continentes, começando pela Europa, quando ele faz seis shows com a Robyn em Amsterdã na Holanda em maio; outros seis em Londres, desta vez com Shania Twain, na Inglaterra em junho para vir ao Brasil nessas duas datas e pro México para duas datas (dia 31 e dia 1º) com Jorja Smith entre julho e agosto. No fim deste mês ele começa sua residência em Nova York, quando faz nada menos que TRINTA shows no Madison Square Garden, até o mês de outubro, com participação de Jamie Xx, tocando apenas nesta cidade dos EUA. E encerra seu ano com quatro datas na Austrália, duas em novembro em Melbourne, com a participação de Foushée, e as outras duas em dezembro em Sidney, chamando Skye Newman. Vai trabalhar bastante nesse 2026, esse tal Harry…

40 anos dos Pixies!

Há exatos 40 anos, uma certa Kim Deal respondia a um anúncio em que uma banda formada por Charles Thompson, Joey Santiago e David Lovering que procurava uma baixista mulher para uma banda com influências de Peter Paul & Mary e Hüsker Dü. E assim nascia uma das bandas mais importantes de todos os tempos: os Pixies.

Taí a música nova dos Arctic Monkeys

Eis “Opening Night”, música nova dos Arctic Monkeys que abre os trabalhos da coletânea Help(2), mais uma iniciativa da ONG War Child para ajudar as crianças que vivem em zonas de conflito. Como a compilação que deu origem a esse novo disco (a primeira Help foi lançada em 1995 e reunia nomes como Oasis, Blur, Radiohead, Orbital, Portishead, Massive Attack, Suede, Sinéad O’Connor, Manic Street Preachers, entre outros), a nova versão, que será lançada dia 6 de março, também junta um elenco invejável: Damon Albarn junto com Johnny Marr, Beth Gibbons, Depeche Mode, Pulp, Beck (gravando “Lilac Wine” do Jeff Buckley com Arooj Aftab) e artistas mais novos como Cameron Winter, Black Country New Road, Last Dinner Party, Arlo Parks, Beabadoobee, Big Thief, Fontaines D.C., Wet Leg e Olivia Rodrigo (cantando “The Book of Love’” dos Magnetic Fields ao lado do Graham Coxon!), entre outros – veja a relação completa e a capa da coletânea abaixo. E essa música nova dos Monkeys apesar de seguir a vibe pop adulto dos discos mais recentes da banda tem um quezinho do disco AM que tanto sentimos falta (aqueles “uh-uh” de “One for the Road” parecem surgir a qualquer minuto) e parece anunciar uma nova fase do grupo. Será?

Ouça abaixo:  

On the run #177: 2025 Walking In, por Thom Yorke

Tem Plastikman e Bernard Herrmann, Ryuichi Sakamoto e Leonard Cohen, Aphex Twin e Syd Barrett, Bill Evans e Lee Hazlewood, Faust e Danny Brown, Nino Rota e até o brasileiro José Mauro: o Radiohead acaba de disponibilizar o mix que o Thom Yorke criou para a abertura dos shows que fizeram no ano passado em quatro capitais europeias. O link pra mixtape em diferentes plataformas – inclusive um mix completão, no Mixcloud -, ouça abaixo:  

Um novo Help e a nova música dos Arctic Monkeys

Tem música nova dos Arctic Monkeys nesta quinta-feira! Quem avisou foi a ONG War Child, que arrecada fundos para ajudar crianças que vivem em regiões de conflito, que, depois de recuperar a coletânea que organizou há mais de trinta anos para as plataformas online, anunciou uma nova compilação que começa a ser revelada esta semana. A coletânea original, chamada apenas de Help, reunia canções de artistas como Radiohead, Orbital, Portishead, Massive Attack, Suede, Sinéad O’Connor, Boo Radleys, a primeira gravação dos Manic Street Preachers após o desaparecimento de seu guitarrista Richey Edwards, uma colaboração entre os Charlatans e os então novatos Chemical Brothers, uma versão de “Come Together” dos Beatles com uma banda formada por Noel Gallagher, Paul McCartney e Paul Weller e a única vez que Oasis e Blur estiveram num mesmo disco, e serviu de inspiração para este novo volume, cuja participação dos Monkeys já estava sendo especulada depois que a banda compartilhou o post em que a ONG anunciava a nova compilação em seus stories. A confirmação veio nesta terça com um post da própria War Child, avisando que a música estará disponível nesta quinta, a partir do meio-dia no horário de Brasília, e quem quiser ouvi-la antecipadamente pode se inscrever no site deles.

A trilha sonora do The Moment da Charli XCX é o novo disco do A.G.Cook

Quando Charli XCX despediu-se do verão Brat no final do festival de Coachella do ano passado, ela não estava apenas colocando o ponto final em seu bem sucedido experimento pop de 2024, como também estava esticando-o como reticências para um novo momento para o disco. O momento em si (er…) era o próprio filme The Moment, que estreia no próximo dia 30 nas telas do hemisfério norte, pseudodocumentário feito no meio da turnê do infame disco verde-limão que lida com a dor e a delícia de se cumprir uma agenda intensa quando se chega um ponto alto do showbusiness (que inclui, mais infâmia de piada interna, documentários sobre turnês gigantescas). O documentário começou a ser revelado ali, quando, no telão, ela duvidava sobre o fim do verão Brat e, no som, ouvíamos um remix de “I Love It”, hit da dupla sueca Icona Pop que colocou Charli no mapa mundial da dance music em 2012, que dá ênfase em dois versos da canção: “Eu amo” e “eu não me importo”. Foi revelado no ano passado que o remix era, na verdade, uma faixa inédita do produtor e broder de Charli, A.G. Cook, que assina a trilha sonora do documentário e batizou aquele último suspiro de Brat de “Dread” (nojo), sintetizando o lado pesado da fama multimilionária que quase nunca é mencionado por seus protagonistas. Na semana passada, Cook lançou mais uma música da mesma trilha, um IDM pesadíssimo chamado “Offscreen”, o que indica que Brat seguirá vivo por mais alguns meses mesmo que Charli esteja mais ocupada com sua carreira nos cinemas – e siga dando aulas de como lidar com o mondo pop na terceira década do século 21.

Assista abaixo:  

Nação Zumbi Sinfônico

A Nação Zumbi vai celebrar o aniversário de 30 anos de seu segundo disco Afrociberdelia em grande estilo, quando dividem o palco com do Theatro Municipal de São Paulo com a Orquestra Experimental de Repertório que, sob a regência de Wagner Polistchuk, visita o clássico disco de 1996 em apresentação única no dia 3 de fevereiro. Os ingressos já estão à venda.

E veio a Courtney Barnett!

O disco novo de Courtney Barnett estava quicando e finalmente é anunciado! Creature of Habit abre com a música que ela lançou no ano passado (“Stay In Your Lane“) e foi revelado com o lançamento de mais um single, “Site Unseen”, em que nossa querida Courtneyzinha convida a heroína alt.country Waxahatchee para um dueto. É seu primeiro disco desde o instrumental End Of The Day, de 2023, e o primeiro com canções desde Things Take Time, Take Time, de 2021. Creature of Habit será lançado no dia 27 de março e já está em pré-venda. Confira a capa, o nome das músicas e o clipe da música nova abaixo:  

Todd Haynes no CCBB!

Nesta quarta-feira, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo dá início à Mostra Todd Haynes, que, com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo, reúne 23 obras, entre filmes dirigidos por Haynes e outros que dialogam com sua obra. Entre os filmes do homenageado estão seus primeiríssimos filmes, como O Suicídio (de 1978) e Assassinos: um filme sobre Rimbaud (de 1985), Carol, Dottie Leva Palmadas, Longe do Paraíso, os inacreditáveis Mal do Século e Não Estou Lá (sobre Bob Dylan), O Preço da Verdade, Veneno, Segredos de um Escândalo, Sem Fôlego, Velvet Goldmine e o documentário que ele fez sobre o Velvet Underground. Além dos filmes de Haynes, a mostra ainda reúne títulos como Uma mulher Sob Influência de John Cassavetes, O Medo Devora a Alma de Fassbinder, Jollies da Sadie Benning e Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles de Chantal Akerman, entre outros. A programação completa está no site do CCBB.

Janis no MIS!

Aproveitando o aniversário de Janis Joplin neste dia 19, o MIS de São Paulo acaba de anunciar a exposição Janis, que reúne mais de 300 itens da cantora psicodélica, entre fotografias, figurinos, manuscritos e outros itens cedidos pela família da própria. A exposição começará só no dia 16 de abril, mas os ingressos já estarão à venda a partir desta semana.