Jerry Lewis subiu no telhado
Vamos torcer pra ser só um susto, mas o clássico comediante passou mal na manhã desta terça e teve de ser internado às pressas. Dedos cruzados.
Vamos torcer pra ser só um susto, mas o clássico comediante passou mal na manhã desta terça e teve de ser internado às pressas. Dedos cruzados.
Mais uma festa histórica na Trackers, desta vez com a presença do mestre Don Letts na discotecagem. As fotos da Bárbara dão uma pequena idéia do que aconteceu naquela quarta-feira mágica, veja abaixo.
Rainn Wilson, no programa do Tim & Eric.
Um gerador de advice animal tipicamente brasileiro, essa fan page coloca filósofos e intelectuais para falar a “língua das ruas”:
Vi lá no Hector.
O clipe que o Rafael Salim fez pra Vermelho, do Camelo, misturando a demo com a versão do disco.
Marcelo Camelo – Vermelho from Rafael Salim on Vimeo.
Pra ver se essa manhã branca passa logo.
E hoje no Prata da Casa é dia de samba-jazz: o bamba Jorginho Neto promete debulhar bonito numa noite que pode ser uma boa opção para comemorar o dia dos namorados (prum pré-programa ou prum after-jantar). É só chegar no Sesc às 20h, quando os ingressos começam a ser distribuídos, e o show começa uma hora depois. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto.
Um dos instrumentos de sopro mais antigos do mundo (suas origens remontam ao Egito antigo e os ancestrais mais próximos da versão moderna já existiam no século XV), o trombone foi incorporado à música brasileira com uma personalidade específica, que logo se associou à musicalidade do samba. Mas ao ser incorporado ao samba jazz na metade da década de 60, ganhou papel de protagonista e ajudou a revelar nomes que mesclavam o ritmo, a melodia e o sabor do samba à liberdade harmônica e estilística do jazz, lançando carreiras de músicos como Raul de Souza, Bocatto e Paulo Malheiros. Jorginho Neto é o caçula desta linhagem e, depois de tocar com nomes como Roberto Menescal, Johnny Alf, Banda Mantiqueira e Sandália de Prata (além de ser integrante do sexteto MP6), lança seu primeiro disco, batizado apenas de Samba Jazz. Nele, não apenas reverencia o cânone do seu instrumento no Brasil como aponta novos horizontes para um gênero tido como parado no tempo.