Como foi a Noite Trabalho Sujo com Los Macaquitos
Sexta-feira também foi clássica: me juntei aos Macaquitos (Ivan e Thea) para uma noite de puro desbunde sonoro. As fotos da Bárbara funcionam como aperitivo… E nessa sexta tem a Carol Morena, hein!
Sexta-feira também foi clássica: me juntei aos Macaquitos (Ivan e Thea) para uma noite de puro desbunde sonoro. As fotos da Bárbara funcionam como aperitivo… E nessa sexta tem a Carol Morena, hein!
Um exercício de especulação
A essa altura do ano passado, o festival Planeta Terra não só já havia anunciado parte de seu elenco, como os ingressos haviam sido esgotados. Até agora, o máximo de especulação que eu ouvi falar foi que talvez o Hot Chip viria. Por isso, acho que está na hora de começar a cogitar o que pode vir por aí no maior festival de indie rock do Brasil.
Porque o Terra está numa encruzilhada. Depois do sucesso dos Strokes no ano passado (que fizeram os ingressos do festival esgotar em menos de um dia), há uma expectativa de que isso possa se repetir este ano. Não que o fenômeno dos Strokes seja único; há artistas que poderiam repetir o bom desempenho de bilheteria sem que o festival necessariamente caia no mainstream, mesmo porque o mainstream de hoje em dia tem um pezinho no indie. Nomes como Arcade Fire, Killers, Wilco, Arctic Monkeys ou Adele (no limite) poderiam fazer os ingressos se esgotarem bem mais rápido que nas edições anteriores à dos Strokes (que tiveram descontos de lotes e ficaram meses à venda).
O problema é que não é simples assim. A curadoria de um evento deste porte esbarra em obstáculos como agenda, cachê e disponibilidade dos artistas, além de compatibilidade com o gosto dos patrocinadores. E aí pode ser que o festival derrape: ao tentar garantir um nome de peso próximo ao dos Strokes, pode optar por deixar de ser um evento indie e ir para o escalão acima, onde o SWU e o Rock in Rio se engalfinham em torno de bandas que tocam no rádio e artistas cuja carreira terminou há mais de vinte anos, embora não tenham percebido ou consigam sobreviver com clássicos. Ou seja: um festival puramente comercial. O que seria uma pena, afinal o grande trunfo do Terra é justamente manter-se indie, trazendo artistas que nem tem disco lançado no Brasil na hora em que eles estão começando a acontecer no exterior.
E como sonhar não custa nada, faço aqui a lista do que seria um Planeta Terra perfeito para mim. Claro que apenas metade de um dos palcos que cogitei já deixaria o festival emocionante, mas resolvi partir pra utopia mesmo, misturando meu gosto musical com a vontade de ver (ou rever) determinados artistas ao vivo.
Assim, o palco indie começaria como…

…o Teen Daze faria aquele showzinho pré-por do sol…

…o Chromatics tocaria durante o por do sol…

…e terminando com o Xx, antes da meia-noite.
Enquanto o palco principal ficaria com…

…o Metronomy ao cair da tarde…
Tá bom, não? E você, o que sugere?
Um pouco de Kimya Dawnson. Foto da Jennifer B.
Não sou chegado nela (mais respeito do que gosto), mas sei que tem uma galera que curte – e como tão esperando há um tempão pelo novo disco da Fiona Apple, achei por bem dizer que ele já está em streaming no site da NPR.
E de smoking, ainda por cima!
A capa faz parte da divulgação de seu novo filme, Savages, que tem como um de seus temas a planta que dá origem ao cigarrinho do capeta. Olha o trailer:
O mais engraçado é que essa capa surge ao mesmo tempo em que começam a aparecer umas histórias que a carta na manga do Obama para ganhar a eleição deste ano é sugerir a legalização da maconha… Mas isso eu só acredito vendo.