
Enquanto o disco novo dos Chromatics não chega, seguimos acompanhando seu mentor Johnny Jewel despejar pérolas do passado em sua conta do Soundcloud. Desta vez destaco uma versão esquecida para “Hands in the Dark” que foi lançada logo depois que sua gravadora Italians Do It Better lançou a já clássica coletânea After Dark, em 2007, e não saiu em disco nenhum. A versão mais recente ecoa as guitarras do Cure, uma das principais fundações do conjunto da obra de Jewel. Muita finesse.

Será que o melhor jogador de tênis do mundo hoje é páreo para uma partida contra um veículo pesado de guerra? Foi um desafio autoproposto pelo cineasta e produtor de efeitos especiais australiano Michael Shanks. O resultado é esse:
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A idéia é óbvia e é impressionante que alguém ainda não tivesse feito a abertura dos Simpsons como se fosse um jogo de Super Nintendo:
A animação foi feita pelos norte-americanos Paul Robertson e Ivan Dixon.

Tá achando que tá quente? Vai ficar ainda mais quente. O site da Notre Dame Global Adaptation fez um mapa interativo comparando as possibilidades de aumento de temperatura nos próximos anos entrelaçado com a expectativa de sobrevivência ao calor que só aumenta. O quadro é desanimador, mas ao menos ainda é reversível. Por enquanto…

Dá pra fuçar melhor no site deles.

O projeto Mugwump, liderado pelo belga Geoffroy que carrega o sobrenome da banda, está prestes a lançar seu primeiro disco no próximo mês de março – e antecipa o lançamento de Unspell com a princeana “Until You’re Worth It”:

Certamente já devem rolar uns links por aí associando o fato de Taylor Swift ter alcançado o topo do pop no final do ano passado com teorias de conspirações pesadas, tipo Illuminatti. Ela não ajuda muito quando anuncia que irá requerer patente de frases usadas nas letras de seu último disco como “Party like it’s 1989″, “Cause we never go out of style”, “Nice to meet you. Where you been?”, “Could show you incredible things”.e “This sick beat”. A última frase é disparada a mais ridícula de todas, pois ao usar um termo essencialmente das ruas no hit “Shake it Off” ela inevitavelmente soa como aquele tiozão pavê que quer dizer que entende a ~gíria~ da ~juventude~. Estranho “haters gonna hate” não ter entrado nessa lista. Pode não ser nenhuma força mais oculta do que a vontade de ganhar dinheiro, mas ela não ajuda nada a dissipar essa má reputação com notícias como essa…

Prepare-se: não teremos apenas três novos filmes de Guerra nas Estrelas. Em reunião com os acionistas da Disney, Bob Iger, o CEO da empresa dona do império criado por George Lucas, confirmou as datas de estréia dos episódios VIII (em 2017) e IX (em 2019) e anunciou que assim eles encerram “esta trilogia”, deixando no ar a possibilidade de outros tantos filmes poderem ser feitos a partir da saga que conhecemos. Isso sem mencionar o primeiro longa metragem derivado da franquia, que possivelmente fala da juventude de Han Solo e terá Aaron Paul (o Jesse de Breaking Bad) no elenco, e que deve ser lançado no ano que vem, conversando com o filme da nova trilogia no ano seguinte. Muitas emoções!

O designer escocês Nick Smith recriou quadros clássicos usando exemplos de escala de Pantone, criando quadros em pixel art que não pertencem ao mundo digital. E agora ele está vendendo versões impressas das imagens em seu site. Vale emoldurar: