
O Ramon havia comentado sobre o Project Almanac, uma versão adolescente do cabeçudo Primer, em que um grupo de moleques inventa a viagem do tempo e começam a reviver todos os dias… até que algo dá errado. Achei legal reforçar a dica, dá uma sacada no trailer:

O produtor haitiano-canadense Kaytranada já é um dos grandes nomes da dance music mundial, mas apesar de conhecido e reconhecido como um dos grandes na cena, ele ainda não chegou ao grande público. Isso deve acontecer em 2015, quando ele lança seu primeiro trabalho solo. Sua estréia – batizada por enquanto de So Bad – seria lançada em dezembro como um EP e ele já tinha dado como aperitivo a faixa “Leave Me Alone”, cantada pela Shay Lia.
Passou dezembro e ele lançou o EP, que evoluiu para o álbum ainda sem data de lançamento. Mas ele já soltou outra música, “Drive Me Crazy”, desta vez com os vocais do MC de Chicago Vic Mensa.
Orelhas em pé, vem pedrada aí!

Muito antes de Lorde ser a única referência que tínhamos da Nova Zelândia (e bem depois do Peter Jackson e do Jeca Paládio da TV Colosso, é verdade), a dupla Flight of the Conchords era o que sabíamos que acontecia na Nova Zelândia na primeira década do século. E agora “a quarta dupla de comédia a capella folk rap funk digibongo com violões” de seu país pode voltar a se reunir, segundo uma de suas metades Jemaine Clement. O humorista contou à Billboard que está planejando uma turnê pelos EUA com seu parceiro Bret McKenzie, em que planejam tocar músicas novas. Se você não conhece a dupla, vale ir atrás do trabalho deles (especialmente os vídeos ao vivo no YouTube, como o de “Bowie’s in Space”, abaixo, mais do que assistir à série da HBO).

Ei, nossa querida Courtneyzinha anunciou que seu primeiro álbum sai em março e chama-se Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit. Eis a capa:

Pra começar a falar do disco, ela já nos saca essa deliciosa “Pedestrian At Best”, que filtra o melhor do que chamávamos de rock alternativo nos anos 90, no melhor sentido.

O norueguês Todd Terje, dono de um dos melhores discos do ano passado, submete sua peculiar “Leisure Suit Preben” ao bisturi de dois compadres, que entortam a faixa cada um em uma direção. O parisiense I:Cube deixa-a mais linear e setentista, sucumbindo aos prazeres disco music que ecoam pelo resto do disco original.
Já o conterrâneo de Terje Prins Thomas convida a faixa para passear no Caribe, numa impressionante desconcertada do tema rítmico original. Filé:

A revista Imprensa publicou um especial sobre jornalismo e tecnologia, para o qual fui entrevistado há seis meses – um semestre antes do Google anunciar que não iria mais lançar o Google Glass pessoalmente, pelo menos por enquanto. A entrevista inteira segue aqui e o especial todo segue neste link.

Já que a próxima trilogia de Guerra nas Estrelas causou todo esse rebuliço, por que não voltar a mexer nos clássicos? Essa é lógica da Disney, que está considerando reanimar a saga de Indiana Jones com ninguém menos que Chris Pratt (o Andy de Parks & Recreation), vivendo aventuras entre sua adolescência (já vivida por River Phoenix) e a idade adulta (os filmes com Harrison Ford). O estúdio comprou a franquia da Paramount em 2013 e ainda não tinha cogitado nenhuma novidade sobre a série, mas agora vem essa especulação do site Deadline, que quase nunca joga verde à toa…

“Ain’t No Mountain High Enough” é daqueles momentos em que a música pop desafia a racionalidade e alcança o sublime. O animador Jack Stratton realça uma das armas secretas do hit de Marvin Gaye e Tammi Terrell, o sutil e versátil baixo de James Jamerson, uma verdadeira montanha russa de emoções, que conduz toda a tensão apoteótica da canção: