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Damon Albarn no País das Maravilhas

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E como Damon Albarn não consegue parar quieto, além da volta dos Gorillaz, outro projeto em que ele já se meteu em 2015 é sua terceira ópera, depois de Monkey: Journey to the West (de 2007) e Dr. Dee (de 2011). Desta vez o popstar pega como gancho a comemoração da publicação da obra mais clássica de Lewis Carroll há um século e meio (Alice no País das Maravilhas, ora bolas) e a revive como um musical que se passa nos dias de hoje. Nele, uma protagonista chamada Aly cria uma personalidade digital batizada de Alice e deixa-se perder no mundo virtual de Wonder.land. A terceira ópera de Albarn veio da terceira colaboração do vocalista com o Manchester International Festival e o diretor do evento, Rufus Norris, que já havia trabalhado com Albarn em Monkey, será o diretor da nova obra, cujas letras e roteiro ficam a cargo de Moira Buffini. A apresentação deverá acontecer em julho deste ano. As informações são da BBC.

30 anos de axé music

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No final do ano passado, eu já vinha conversando com o Diego pra começar a colaborar com o UOL quando, na véspera da véspera do Natal, ele me ligou me convocando para uma missão: fazer uma matéria especial sobre os 30 anos da axé music. O desafio foi mais logístico do que propriamente conceitual – tinha que marcar entrevistas em vídeo em pouco tempo com grandes nomes da música baiana no mês que antecede o carnaval (com o agravante de ter as duas semanas entre o natal e o ano novo no meio). Pessoalmente, acompanhei a evolução do gênero bem de perto, pois Brasília – onde nasci – foi um dos primeiros lugares para onde Salvador exportava aquelas bandas e era inevitável saber todas as músicas e bandas dessa época. A parte logística foi resolvida com o auxílio da querida Carol Morena, que humilhou na produção, mais do que profissa.

A partir daí parti para uma imersão em um rótulo que descreve um gênero e um modus operandi e tenta se confundir com a magia do carnaval baiano, que mexeu com a indústria do entretenimento brasileiro e revelou a primeira safra de artistas que não eram do Rio ou de São Paulo e que não precisaram se mudar para estas cidades para manter seu sucesso nacional. Um gênero que cresceu junto com a world music e reinventou a identidade global brasileira. E rendeu uma hora de bate-papo no estúdio na casa de Luiz Caldas, outra hora e meia de conversa na varanda da casa de Daniela Mercury, uma visita ao WR Estúdio e uma hora de conversa com o dono do Abbey Road da axé music, Wesley Ranger, vinte minutos com Bell Marques antes de assistir a um show do ex-Chiclete com Banana e uma hora de conversa com Armandinho, filho de Osmar, um dos criadores do trio elétrico, além de discussões sobre política, estética e carnaval com o jornalista Luciano Mattos, a antropóloga Goli Guerreiro (autora do livro A Trama dos Tambores) e o guitarrista do BaianaSystem Beto Barreto – e incontáveis moquecas e passadas em pontos turísticos para fazer o cinegrafista Rodrigo Ferreira, fiel escudeiro desta trip, fazer imagens de cobertura.

O especial rendeu uma matéria sobre a gênese do gênero, uma longa conversa com Daniela, uma discussão sobre a atual crise na axé music (negada por seus protagonistas), uma linha do tempo, além de galerias de fotos, quiz e entrevistas mais curtas em vídeo. Dá pra ver tudo a partir daqui. E é a primeira de muitas outras colaborações com o portal, aguardem.

A volta dos Gorillaz

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Damon Albarn confirmou que o Gorillaz iria lançar disco novo em 2015, mas sempre devemos levar suas previsões com um tanto de parcimônia (afinal, ele também disse que a volta do Blur renderia um novo disco de inéditas – e até agora nada). Mas parece que a banda de desenho animado voltará de fato, principalmente porque seu segundo pai – o desenhista Jamie Hewlett – não apenas confirmou a previsão de Damon como publicou em seu Instagram algumas imagens da nova encarnação dos macacos, que aparecem mais adolescentes do que já os vimos, olha só:

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Sei não esse Jurassic Park novo…

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Acho que nem Chris Pratt conseguirá salvar Jurassic World, a nova franquia da série Jurassic Park, que estréia no meio do ano a ser mais do que um desses filmes blockbusters que estreiam fazendo o maior barulho e em mil salas em um fim de semana e desaparece no outro.

Dinossauros vilões? Dinossauros modificados geneticamente? Jurassic Park aberto ao público? É muita idéia ruim…

Finalmente bateu

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Geral saca que qualquer coisa que venha das bandas do Animal Collective não me descem. E não é preconceito – as resenhas de discos, entrevistas, nomes de música, a direção visual, os títulos dos discos, toda a mitologia, referências… Tudo me leva a ouvir os discos e sempre fico com a sensação de estar sendo enganado, que tem alguém rindo escondido pregando uma peça. Mas sigo tentando e não descarto só pelo meu próprio gosto musical. Eis que finalmente uma música deles bateu – não da banda, mas de “Mr. Noah”, de um de seus integrantes mais prolíficos, Noah Lennox, também conhecido por Panda Bear.

Já posso me dar por satisfeito.

Como foi a Noite Trabalho Sujo com o Danilo Cabral e a Mayra Maldjian

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Sexta passada Danilo e Mayra fizeram a pequena multidão na pista do Alberta ir ao delírio, como dá pra ver pelas fotos da Natália – até dei uma palhinha… Sexta que vem quem segura a noite é o Luiz Pattoli, voltando de temporada no Texas, que convidou o Wilson Farina para dividir os CDJs – e quem abre a primeira Noite Trabalho Sujo deste fevereiro é o escritor e bon vivant JP Cuenca, comemorando sua mudança para São Paulo. Prepare-se!

 

Taylor Swift carregando as Haim

Taylor-Swift-Haim-

A relação entre Taylor Swift e as irmãs Haim foi selada para além de fotos no Instagram quando a ex-ícone teen country anunciou que o trio sensação irá abrir datas da turnê de seu último álbum, 1989.

Ela também anunciou que estaria celebrando a notícia dançando o hit “Forever”:

Esse aqui:

Tomara que Taylor não estrague as meninas de vez.