E se eu te contar que tem um disco com as fitas perdidas do Can vindo aí, hein…?
Rapaz…
E de smoking, ainda por cima!
A capa faz parte da divulgação de seu novo filme, Savages, que tem como um de seus temas a planta que dá origem ao cigarrinho do capeta. Olha o trailer:
O mais engraçado é que essa capa surge ao mesmo tempo em que começam a aparecer umas histórias que a carta na manga do Obama para ganhar a eleição deste ano é sugerir a legalização da maconha… Mas isso eu só acredito vendo.
E hoje no Prata da Casa é dia de samba-jazz: o bamba Jorginho Neto promete debulhar bonito numa noite que pode ser uma boa opção para comemorar o dia dos namorados (prum pré-programa ou prum after-jantar). É só chegar no Sesc às 20h, quando os ingressos começam a ser distribuídos, e o show começa uma hora depois. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto.
Um dos instrumentos de sopro mais antigos do mundo (suas origens remontam ao Egito antigo e os ancestrais mais próximos da versão moderna já existiam no século XV), o trombone foi incorporado à música brasileira com uma personalidade específica, que logo se associou à musicalidade do samba. Mas ao ser incorporado ao samba jazz na metade da década de 60, ganhou papel de protagonista e ajudou a revelar nomes que mesclavam o ritmo, a melodia e o sabor do samba à liberdade harmônica e estilística do jazz, lançando carreiras de músicos como Raul de Souza, Bocatto e Paulo Malheiros. Jorginho Neto é o caçula desta linhagem e, depois de tocar com nomes como Roberto Menescal, Johnny Alf, Banda Mantiqueira e Sandália de Prata (além de ser integrante do sexteto MP6), lança seu primeiro disco, batizado apenas de Samba Jazz. Nele, não apenas reverencia o cânone do seu instrumento no Brasil como aponta novos horizontes para um gênero tido como parado no tempo.
Na cara! Tem outras aí embaixo:
O clipe que o Rafael Salim fez pra Vermelho, do Camelo, misturando a demo com a versão do disco.
Marcelo Camelo – Vermelho from Rafael Salim on Vimeo.
Pra ver se essa manhã branca passa logo.
…parece cristianismo, mas é só um chiste, veja abaixo:
Um gerador de advice animal tipicamente brasileiro, essa fan page coloca filósofos e intelectuais para falar a “língua das ruas”:
Vi lá no Hector.
O trio paulistano O Terno lança seu primeiro disco no Auditório Ibirapuera no fim do mês e descolei um par de ingressos para quem quiser ir ao show, no dia 22. Basta apontar os sete erros entre a capa e a contracapa do disco de estreia da banda, chamado de 66.
A presença do Mulheres Negras no lado B do disco não acontece do nada – é que ele é pai do vocalista da banda, Tim Bernardes. A influência paterna é inegável – é só ouvir a faixa-título do disco.
E não esqueça de deixar seu email para ser avisado caso tenha ganhado o par de ingressos.










