Hoje tem o Rafael Castro lançando seu primeiro álbum no Prata da Casa, lá no Sesc Pompéia. O esquema você já sabe como é, né? Chega uma hora antes, às 20h, pega o ingresso (é de graça), que o show começa às 21h. Abaixo, o texto que escrevi para a programação do projeto.
Compositor prolífico do interior do estado (nasceu em Lençóis Paulista), Rafael Castro pertence a um estranho e agradável universo paralelo em que o rock’n’roll não se separou da MPB, com sabores da década de 1970. Por isso suas canções misturam referências sonoras tão diferentes quanto Raul Seixas, Júpiter Maçã, Jards Macalé, Caetano Veloso, Mutantes, Roberto e Erasmo Carlos, Jorge Mautner, Rita Lee, Guilherme Arantes, os artistas do Lira Paulistana e os que frequentavam o Cassino do Chacrinha, só que com o ímpeto corrido de um pós-adolescente com déficit de atenção e um tempero garageiro da cena paulistana da virada do século (de grupos como Skywalkers, Momento 68 e Sala Especial). À frente dos Monumentais, ele lançou dezenas de MP3 online e um punhado de álbuns virtuais, mas prepara-se para apresentar seu primeiro álbum – chamado apenas Lembra? – de fato ainda este ano.
Bill Clinton tocando “Midnight City”.
É bobo, mas é uma perspectiva interessante…
Outro vídeo do disco novo, e dessa vez parece que a Laura Taylor assumiu o papel de frontwoman do Bonde de vez. Massa.
Opa, pintou a primeira música nova do Tame Impala. Parece que o disco vem bem.
Vi lá no Bruno.
É isso aí:
Um dos meus poucos ídolos que habitam minha mesma faixa etária, Arnaldo também é broderzaço, sócio-fundador dOEsquema e é gente finíssima. E sexta que vem, ele volta a São Paulo como convidado e protagonista da Noite Trabalho Sujo da semana, fazendo jornada dupla: lançando seu livro na cidade e depois tocando hits de metal farofa dos anos 80 junto comigo na pistinha do Alberta. Vai ser demais.








