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Loki

FYI @ IMS

E por falar nisso, faz tempo que não falo da seção FYI do IMS por aqui, mas desde abril eu e a Helô mantemos a coluna com certa regularidade no blog do Instituto Moreira Salles, trazendo novidades de todos os lados – quase todas não associadas necessariamente às notícias, mas trazendo informação e conhecimento de outras áreas. Desde então já falamos da batalha de Kruger, sobre a poética das letras do hip hop brasileiro (em duas partes), sobre o direito de ficar calado, a íntegra de shows do Coachella e trechos do Sónar brasileiro deste ano, a moda para quem não é da moda, sobre a árvore de tweets da Rio +20, do tricô como manifestação artística, de como a presidência norte-americana é tratada pela TV daquele país, da viagem interdimensional do casal Eames, gifs animados do século 19, uma gafe da BBC, além dos obituários de Nora Ephron, Ray Bradbury e Dieter Fischer-Dieskau. Confere .

…uma boa e uma má notícia: a boa é que irão relançar o clássico do Kubrick no cinema com 24 minutos a mais (ou seja, um director’s cut do Kubrick!). A ruim é que inventaram uma onda de fazer um prequel contando o que aconteceu antes dos eventos do primeiro filme. E, na paralela, Stephen King estaria escrevendo uma continuação para o primeiro livro. Por que insistem nisso, hein?

Pacolli no Link

E neste especial de redes sociais, chamei a Pacolli pra fazer as ilustrações para o caderno, dá uma sacada neste link.

Ficou demais.

Kubrick + Clarke

E o já clássico blog Letters of Note, que reúne trocas de correspondências históricas, resgatou a carta em que Stanley Kubrick convida Arthur C. Clarke para fazer “o proverbial ‘bom’ filme de ficção científica”, que calhou de ser 2001 – Uma Odisséia no Espaço quatro anos depois. Veja só:

SOLARIS PRODUCTIONS, INC

March 31, 1964

Mr. Arthur C. Clarke

Dear Mr Clarke:

It’s a very interesting coincidence that our mutual friend Caras mentioned you in a conversation we were having about a Questar telescope. I had been a great admirer of your books for quite a time and had always wanted to discuss with you the possibility of doing the proverbial “really good” science-fiction movie.

My main interest lies along these broad areas, naturally assuming great plot and character:
The reasons for believing in the existence of intelligent extra-terrestrial life.
The impact (and perhaps even lack of impact in some quarters) such discovery would have on Earth in the near future.
A space probe with a landing and exploration of the Moon and Mars.
Roger tells me you are planning to come to New York this summer. Do you have an inflexible schedule? If not, would you consider coming sooner with a view to a meeting, the purpose of which would be to determine whether an idea might exist or arise which could sufficiently interest both of us enough to want to collaborate on a screenplay?

Incidentally, “Sky & Telescope” advertise a number of scopes. If one has the room for a medium size scope on a pedestal, say the size of a camera tripod, is there any particular model in a class by itself, as the Questar is for small portable scopes?

Best regards,

Stanley Kubrick

Se alguém quiser traduzir, publico aqui. O Meks sugeriu a tradução abaixo. Valeu!

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Ratel é mau

Cuidado, hein!

Transformar a dupla imortal de Bill Watterson em animações em gif. O efeito é incrivelmente simples e mágico, veja abaixo.

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E já que o papo tá no Kubrick, vocês conhecem o blog do Kiko Dinucci, o Olho Derramado, em que ele fala um monte sobre cinema? Olha ele falando sobre O Iluminado:

Sempre que vou para Recife, dou um jeito de passar no Cine São Luiz, situado na rua da Aurora, Centro. O antigo cinema foi comprado e reformado pela prefeitura, sua arquitetura original foi mantida. Assisti, na primeira visita a essa sala, ao filme pernambucano A Filha do Advogado, com música ao vivo, executada por Arrigo Barnabé, durante a Mostra de Cinema Silencioso. Voltei à sala novamente durante a VI Janela Internacional de Cinema do Recife. Sem saber da programação, fui informado sobre uma retrospectiva da obra de Stanley Kubrick. O filme da noite seria uma cópia devidamente restaurada de The Shining (O Iluminado). Comprei o ingresso duas horas antes, corri até o Centro Antigo para beber um tradicional “maltado cubano” bem gelado e retornei à sala. Costumo dizer às pessoas que a sala do Cine São Luiz, com seus vitrais laterais, é tão bonita e mágica que até assistir a tela em branco já é um evento. Eu poderia ficar horas naquela sala, frente à tela em branco. Durante a sessão lotada, tive uma leitura do filme inédita para mim.

Além de todo terror presente em O Iluminado, há uma trajetória marginal do personagem Jack Torrance, interpretado por Jack Nicholson. Esse trajeto, talvez, passe despercebido para a maioria dos espectadores. Vou tentar reproduzir aqui a reflexão que tive naquele espaço lúdico chamado Cine São Luiz.

Continua lá no blog dele.

4:20

4:20

A ponto de desejar sua morte.

Veja o próprio Dawkins lendo os e-mails que recebe de religiosos que o odeiam.