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Loki

Blur ao vivo agora

Aproveitem.

Que notícia de merda, bicho… 🙁

Ao menos vi o cara ao vivo tocando com o Apples in Stereo, no primeiro SWU, mas perdi de ver o Olivia Tremor Control ao vivo, o que é uma lacuna e tanto. A causa da morte não foi anunciada, mas ele tava tão bem no show no festival da Pitchfork…

Que merda.

Outro grande disco de 2012 é esse Confess, segundo disco do Twin Shadow. Já ouviu?

4:20

Olha essa jóia que o Seu Felipe me descolou

Coisa fina.

Bem bom esse clipe feito pelo pessoal do Question Copyright, pra mostrar que, quando o assunto é arte, originalidade é algo quase utópico.

4:20

Er…

Talvez o trailer fosse assim…

Um grande exercício de edição, uma crítica ao formato barulhento dos filmes de hoje em dia e um bom trailer, mesmo que dentro destes parâmetros.

A teoria da conspiração é velha, mas foi reempacotada num documentário fake do diretor francês William Karel em 2002 chamado Dark Side of the Moon. Escrevi sobre ele na seção FYI do IMS. Um trecho:

Teóricos da conspiração se debruçam há muito tempo sobre o filme que registra a chegada do homem à Lua para denunciar suas falhas e, portanto, sua autenticidade: a qualidade técnica, a ausência de atmosfera e a baixa gravidade colocariam em xeque a sobrevivência da película ao impacto de uma viagem espacial; o tremular da bandeira norte-americana em solo lunar e a profundidade das pegadas dos primeiros astronautas no satélite que orbita a Terra, além de sombras contraditórias em diferentes cenas e a definição dos detalhes das fotografias, mesmo em contraluz e sem flash. As teorias mais paranoicas inclusive apontam para a presença de Stanley Kubrick, que, um ano antes da chegada da Apollo 11 à Lua, havia filmado o épico 2001 – Uma Odisseia no Espaço…

Nenhuma teoria é tão irresistível quanto a contada no falso documentário Dark side of the Moon, do francês William Karel em 2002.

Karel, cuja obra como documentarista conta com quase 20 filmes (a maior parte feita para a TV, um deles vencedor de um Emmy, em 1995), é conhecido por focar temas norte-americanos e sua familiaridade com o assunto o deixou à vontade para explorar melhor esta teoria da conspiração com a ajuda da própria viúva de Kubrick, Christiane, e de celebridades da política norte-americana, em cenas editadas ao bel prazer da narrativa abertamente mentirosa do documentário.

O texto inteiro você lê no blog do IMS. O filme, na íntegra, pode ser visto abaixo:

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