Que país, minha gente… Que país.
Achou parecido essas de cima parecidas? Se liga nessa lista feita no Rate Your Music aí embaixo…
Essa é velha (do carnaval desse ano), mas eu não tinha visto.
Quero ver todo mundo cantando no refrão!
Numa relax, numa tranquila, ouvindo Washed Out.
Como eu havia dito, descolei cinco pares de ingressos pra quem quiser assistir ao primeiro show do Tame Impala no Cine Jóia, na festa Mixtape do Multishow, no próximo dia 14. Para concorrer, basta decifrar o Tame Impala em uma equação (por exemplo: Creedence Clearwater Revival + Wavves x LSD – o exemplo é ruim de propósito). As cinco melhores ganham cinco pares de ingressos a serem retirados na bilheteria,, no dia do show. Não esqueça de deixar seu email!
(E a imagem que ilustra o post é parte do poster que o Liam Brazier fez pro show do Queremos, no Rio)
Ela me descolou três pares de ingressos para o show do Gambito Budapeste no próximo dia 12, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. E além dos ingressos, quem ganhar a promoção ainda leva um disco novo – para isso, basta dizer qual é a sua música favorita da Nina e porquê. E deixe o email, senão ninguém te acha!
Olha a surpresa de hoje à noite: Mr. Fred Leal é quem me ajuda a dissolver pernas e arregaçar sorrisos numa Noite Trabalho Sujo memorável – e pra quem conhece o meu compadre, sabe que essa sexta-feira vai ser de muito groove pesado – e indieces marotas, como não? Sempre a favor da acabação feliz na pista de dança… As coordenadas para a festa, caso você não ainda saiba, se encontrakm tanto no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook – e para mandar nomes para lista de desconto, é só enviar para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às oito de hoje. Vambora que a noite promete!
Lembra aquele show de terça-feira em que o Blur tocou no estúdio Maida Vale da BBC? Pois então, o Felipe deu o toque que a primeira parte dele apareceu online – olha aí embaixo.
Foi a primeira vez que eles tocam “Caramel”, do 13, ao vivo. Quando pintar a parte 2 eu aviso aqui.
O pianista virtuoso Glenn Gould parou de fazer apresentações ao vivo nos anos 60 pois percebeu como a música gravada poderia ampliar as possibilidades do intérprete, do compositor e também do ouvinte, como conta no início do programa Telescope, da emissora canadense CBC:
“Eu tenho a sensação que o resultado final de todos os nossos trabalhos não será uma espécie de produto autocrático finalizado como fazemos hoje com relativa facilidade, com a ajuda da edição que fazemos ou que engenheiros fazem pra gente, e sim um formação um pouco mais democrática. Acho que iremos fazer kits e enviaremos esses kits para os ouvintes, talvez para os espectadores, à medida em que o videotape entrar na conversa, e acredito que irá entrar, e falaremos: ‘façam vocês mesmos, peguem os componentes reunidos e façam com eles algo que apreciem de verdade. Se não gostarem do resultado da primeira vez, o façam de novo. Seja seu próprio editor – e de uma certa forma, seu próprio artista.”
Ele não podia imaginar como estaria certo.









