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Loki

Que tal Yoko Ono cantando a versão lenta de “Firework“?

Não parece, mas é piada: o vídeo original é esse.

4:20

E essa versão vinil de luxo do clássico do Nick Drake?

De chorar.

L’Avventura

Do Lucas Tonon Gehre (o LTG). Vi aqui.

Lembra que eu falei do Fade outro dia? Então, vazou.

4:20

Hoje são dois irmãos quem tocam a Noite Trabalho Sujo – o mestre Pattoli, que você já conhece e confia, recebe a caçula Bia para uma noite de puro regozijo sonoro e deleite dançante, com pérolas de todas idades, países e gêneros musicais para combinar com esse clima pré-verão. Devo dar o ar de minha graça no começo da noite, para já ir esquentando a pista, mas até o final da madruga vai ser com a dupla. Se você não saca ainda o esquema da festa, basta se informar no site do Alberta e na página do evento no Facebook. Para por seu nome na lista de desconto não tem mistério: é só mandar os nomes para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. E você já votou na Noite Trabalho Sujo como grande noite de 2012 em São Paulo? Vamo lá!

E uma das grandes músicas do ano, “Get Free” – em que o Major Lazer do Diplo conta com a condução hipnótica do vocal de Amber Coffman, dos Dirty Projectors -recebe o tratamento eletrobrega da conexão Belém do Bonde do Rolê, saca só:

O Sonho Não Acabou é um bom documentário feito por uma turma de estudantes de jornalismo sobre um tema batido (o rock brasileiro dos anos 80 – seria esse gênero a nova bossa nova de toda uma geração?), mas específico (o ponto de vista de São Paulo). O filme é apenas correto, mas conta com bons depoimentos e destrincha bem o cenário do indie rock paulistano daquela época (uns vão dizer “pós-punk”, outros “rock alternativo”…) que, por um acaso do destino, viu-se projetado ao topo da indústria fonográfica da época, no susto – e chega a conclusões interessantes, como a constatação pós-apocalíptica – e teatral – de Ciro Pessoa de que o Restart é só o fim de um processo (“pop-punk-rock”, como ele diz, “são truques de composição”) e a triste realidade que, desde o Acústico, os Titãs viraram “MPB”. Mas por que ninguém entrevista o Paulo Ricardo? Veja abaixo:

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Agora foi: morreu o cara que imaginou a cidade em que nasci. Todo o respeito para um dos maiores artistas do Brasil.

Abaixo, o Roda Vida com o arquiteto em 1997 e a íntegra do documentário A Vida é um Sopro:

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