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Loki

Sim, internet.

Desde o broto

Aperte o mute e escolhe uma trilha sonora que ache mais conveniente…

Hoje é dia de Oscar e o designer prodígio Olly Moss recebeu um frila da própria Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para reunir todos os 85 filmes que ganharam o principal prêmio em um mesmo cartaz. Olha o resultado abaixo, que fera.

Se você clicar na imagem, dá pra ver o pôster ampliado. E se você não lembra quais são os tais 85 filmes, veja no vídeo abaixo:

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Hoje é o último dia da Mostra Prata da Casa do Sesc Pompéia reunindo as melhores apresentações do projeto do Sesc Pompéia no ano passado, quando fui o curador do evento. A última noite reúne dois jovens mestres do novo hip hop paulistano: Ogi e Elo da Corrente representam a partir das 19h (mais cedo porque é domingo, afinal), com ingressos a R$ 8,00. Abaixo, o texto que escrevi sobre os dois artistas de hoje para o catálogo da mostra:

A maturidade do rap paulistano

Os shows de hip hop do Prata da Casa em 2012 foram marcados por duas características: a superlotação e as participações especiais. Como é sintomático do rap paulistano, nenhuma apresentação teve menos do que a metade da lotação da casa e as duas principais noites de rap durante o ano no Sesc Pompéia contaram com a presença massiva do público. Ogi foi o primeiro a apresentar-se na edição 2012 do projeto, em fevereiro, mostrando seu festejado CD Crônicas da Cidade Cinza, lançado no fim do ano anterior, e chamou os comparsas Henrick Fuentes, James Ventura e Rodrigo Brandão para ajudar a descrever as diferentes facetas dos coadjuvantes, protagonistas e figurantes da cidade de São Paulo, tema de seu novo disco. Já o trio Elo da Corrente, formado pelos MCs Caio, Pitzan e pelo DJ PG, recebeu o mano Doncezão para ajudá-los a rimar sobre bases e versos criados a partir de pesquisas musicais na história da música popular brasileira, no início de junho do ano passado, numa noite que, mesmo com forte chuva, não foi o suficiente para impedir que o público viesse em peso. Em ambas as noites, longas conversas e bases precisas tornavam o diálogo entre o palco e a platéia quase uníssono e a função dos artistas estava mais para dominar o delírio rítmico imposto à casa do que propriamente liderar ou chamar atenção. Público, DJs e MCs em plena sintonia, as duas apresentações mostraram que o rap paulistano não só já chegou à sua maturidade como só atingiu este nível graças ao amadurecimento também de seu público.

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Ou, como explica mais detalhadamente a linha fina: “documentando o fenômeno que são pessoas tirando fotos de comida que elas não cozinharam”. Veja abaixo.

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A penúltima noite da Mostra Prata da Casa reúne duas forças da cena pernambucana – uma ancestral, com a magnética Dona Cila do Coco transformando tudo numa grande ciranda, e a outra mordeníssima, com o sereno Rodrigo Caçapa reinventando a viola. Os shows começam às 21h deste sábado, no Sesc Pompéia, e os ingressos custam R$ 8. Abaixo, o texto que escrevi sobre esta noite para o catálogo da Mostra.

Todo o Pernambuco

Depois do Rio, de São Paulo e de Salvador, talvez Recife já possa ser considerada a quarta força artística do Brasil, principalmente após o big bang chamado mangue beat que Chico Science detonou no início da década de 1990. Há vinte anos, a vida cultural da capital pernambucana era restrita a arremedos e cópias do que era produzido no resto do país e a auto-estima do estado praticamente não existia. Foi preciso que uma turma de amigos resolvesse conectar a cidade ao resto do mundo através da eletricidade, do hip hop e do rock, usando como base a vasta tradição secular de uma das regiões mais antigas do Brasil. Foi o choque entre o moderno e o arcaico, lição aprendida com o tropicalismo, que colocou Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e o Pernambuco de volta ao mapa da música brasileira e, principalmente, recuperou o amor próprio do estado que, aos poucos, contagiou todo o nordeste e chegou até Belém. Dos nomes que surgiram após este primeiro grande evento, dois são contemporâneos dos anos 90 embora só tenham lançado seus discos no século atual. Dona Cila do Coco foi uma das primeiras artistas de raiz resgatas por Chico Science e incendiou o público da choperia com sua cantiga apaixonante cercada de uma banda que era puro ritmo, fazendo desabrochar rodas de dança pela platéia. Já Rodrigo Caçapa, saiu da mesa de produção para lançar seu ótimo primeiro álbum solo (Elefantes na Rua Nova) no ano passado, em que mergulha no universo das violas e percussão para, no palco do Prata da Casa, modernizar toda uma tradição sem precisar de música eletrônica, letras em inglês ou misturar gêneros musicais. Com quatro violeiros e três percussionistas, recriou um Pernambuco tradicional bem parecido com o cantado por Dona Cila e os dois juntem unem quase um século de história pernambucana e shows acústicos poderossímos.

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A mesma matéria da Vanity Fair que volta a falar dos Freaks and Geeks também traz uma galeria de fotos raras do seriado, abaixo:

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Estogonofe de carne

Hot roll de strogonofe de carne

Um restaurante japonês do Rio de Janeiro inventou de fazer umas combinações pouco usuais para hot rolls, veja abaixo:

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E essa galeria de fotos de rappers adolescentes reunidas pela Complex (como o Tyler the Creator acima) tem muito a ver com esse papo de Freks and Geeks, não?

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Preparados para uma noite inesquecível? É o que promete esse encontro fantástico na Noite Trabalho Sujo de hoje, quando eu, Pattoli e Danilo recebemos o mestre Jesse Marmo para uma seleta caprichada de hits de toda a espécie. Vai ser uma noite daquelas em que ninguém fica parado – atirando para todo tipo de som que funciona na pista. Vamo lá? As coordenadas estão tanto na página do evento no Facebook quanto no site do Alberta – para mandar seu nome para a lista de desconto, basta enviar no email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. A melhor sexta de São Paulo segue naquele ritmo que você já conhece…