
A Amaiti você conhece… É quem toma conta do caixa nas Noites Trabalho Sujo, aquela de óculos… Tirei ela lá do segundo andar pra trazê-la pra nossa pista no porão e dividir os CDJs comigo à noite toda. É claro que ela vai puxar a sardinha pros britânicos que ela tanto venera, mas eu seguro ali do outro lado com hits do passado, do presente e do futuro, músicas de todos os outros países e gêneros distintos – sempre com a intenção de fazer todo mundo na pista se acabar. Vamo lá? O esquema você já conhece – senão, basta dar uma sacada na página do evento no Facebook ou no site do Alberta que as coordenadas estão todas lá. E pra mandar seu nome para a lista de desconto, é só me acionar por email via noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. Essa noite promete!
Essa capa é demais.

Será que o disco segue o nível?

Por mais que Gaby Amarantos tenha se consolidado no cenário brasileiro, acho que o grande nome pop a sair da Belém do tecnobrega é a Gang do Eletro, que aos poucos começa a mostrar seu primeiro CD (que já está em pré-venda). O grupo transcende o gênero primal e incorpora elementos de dance music de todo o planeta, tudo graças à versatilidade do excelente DJ Waldo Squash, que serve de pano de fundo para o desfile dos carismáticos MCs Keila Gentil, Maderito (um popstar nato) e William Love. A primeira faixa a emergir do disco de estréia é “Velocidade do Eletro”, em que eles ensinam sua já popular dancinha do “Treme” (hit entre as crianças de Belém, como mostra o vídeo). A música infelizmente não conta com os vocais da Keila, musa índia petite do cabelo chanel, que apenas faz as vezes de coreógrafa do grupo no clipe de estréia. Eis a faixa:
Veja o clipe abaixo:

Outra festa fantástica na sexta passada reuniu os titãs Luiz Pattoli e Danilo Cabral ao mestre do groove de Niterói Jesse Marmo, tudo sob a minha supervisão, como podemos ver nestas fotos da Bárbara, abaixo. Noite quente!

Esse disquinho só melhora…

Isso me lembra as lendas de Brasília, com o Nelson Piquet…

E, de bobeira, Johnny Marr me aparece com Ron Wood noutra guitarra pra tocar um clássico dos Smiths no NME Awards na noite desta quarta, em Londres:

O mais engraçado desse teórico encontro “aluno-mestre” é que o mestre no caso é o caçula: a importância de Johnny Marr para o rock inglês é muito maior que a de Ron Wood, coadjuvante da história do rock que deu a sorte de virar protagonista na história dos Stones.
Mas aê: se o Marr pintar daqui uns meses e mandar um David Gilmour, puxando uma turnê dos Smiths sem o Morrissey, você não iria? Ah iria… Ainda mais que Johnny tá lançando disco solo e não tem nenhum pudor ao voltar à obra da banda que lhe consagrou, como podemos ver no vídeo abaixo (e a história que ele conta – a origem de “Heaven Knows I’m Miserable Now” – é de cair o queixo):
Enquanto isso, o Morrissey continua apavorando na contramão da Fox News dizendo coisas como “não haveria guerras se mais homens fossem homossexuais“. Calma lá, bicho…

