
Eis Lousy with Sylvianbriar, que Kevin Barnes vinha nos prometendo. Será que…?


E tá uma beleza, viu?

O disco novo leva apenas o nome da banda e a capa mais uma vez é assinada pelo MZK, que garantiu a indicação do disco de estréia do grupo paulistano ao Grammy Latino de melhor capa. Neste sábado, o Bixiga lança o novo disco no Circo Voador e antes disso lanço mais uma música deles aqui no Trabalho Sujo. Por enquanto, mais um teaser do disco novo:


O Buzzfeed separou uma série de fotos dos bastidores de Breaking Bad que tiram toda a tensão da série e dão um bom humor inusitado à equipe e aos personagens, saca só aí embaixo (mas cuidado que tem aaaltos spoilers pra quem não terminou a primeira fase da quinta temporada):

Danilo e Manu fizeram bonito na Noite Trabalho Sujo da sexta passada, como dá pra ver pelas fotos da Bárbara, abaixo. E atenção: por motivos de ordem maior o Alberta não abrirá neste fim de semana, portanto não teremos Noite Trabalho Sujo nesta sexta-feira 13 (o que eu, adepto do 13, considero uma pena). Mas haverá o sábado 14…







Uma paródia épica (cheia de spoilers pra quem não viu a série até agora):
Dica do Thiago (valeu!).

Assisti ao último dos dois shows do lançamento do novo disco do Emicida no meio desta semana (os vídeos já estão lá na TV Trabalho Sujo) e depois comento com mais sobre aquela noite. Antes disso, queria frisar a importância de seu novo O Glorioso Retorno De Quem Nunca Esteve Aqui, seu principal registro em disco. Em vez de expandir os horizontes do hip hop para outros gêneros musicais, Leandro Roque de Oliveira faz o caminho inverso, e convida outros gêneros – principalmente o samba – a entrar na arena em que hoje domina, a do hip hop nacional. O velho gênero, representado em diferentes escalas por pelo Quinteto em Branco e Preto, por Wilson das Neves, Tulipa Ruiz, Fabiana Cozza e Juçara Marçal, é o principal alvo do MC, disposto a provar sua importância e a registrar sua reverência num misto de empáfia e humildade que o tornam um dos principais nomes da música brasileira no século 21. Mas talvez o momento mais desconcertante do disco é quando ele dispensa convidados mais célebres e chama a própria mãe, Dona Jacira, para cantar em um momento único em que o drama épico do melhor do rap brasileiro ganha contornos familiares, íntimos e dolorosos, numa música que já tem seu espaço no cânone da canção brasileira. “Crisântemo” é da mesma estatura de “Deus Lhe Pague” de Chico Buarque, “Sinal Fechado” de Paulinho da Viola e “Tô Ouvindo Alguém me Chamar”, dos Racionais MCs. Emicida está no topo e ele parece saber para onde vai.
Abaixo, o vídeo que fiz da música na apresentação do Sesc Pinheiros.