Trabalho Sujo - Home

Loki

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Já sabe, né? Toda sexta-feira, eu, Danilo, Babee e Luiz damos dicas do que fazer no finde aqui, ó: http://noitestrabalhosujo.tumblr.com/

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Enquanto não surge nenhuma faixa da versão oficial do “disco perdido” do Velvet Underground, que será lançado junto com a caixa comemorativa de 45 anos do terceiro disco da banda, vamos nos contentando com os aperitivos que vão surgindo, com essa versão sossegada pra “I’m Waiting for the Man”, na já clássica versão gravada na residência que o grupo fez no minúsculo Matrix, em 1969, em San Francisco, já com Doug Yule no lugar de John Cale:

E a caixa tá ficando bonitona, olha:

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Vamos ver se esse Endless River, dito último disco do Pink Floyd, vale à pena…

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Parceiros de longa data, Mark Mothersbaugh, líder do Devo, e o diretor Wes Anderson trabalharam juntos com o primeiro produzindo trilhas memoráveis para alguns dos melhores filmes do segundo, como Bottle Rocket, Rushmore, Os Royal Tenenbaum e A Vida Aquática de Steve Zissou. Mark está lançando um livro que compila sua produção gráfica (Myopia) e chamou Anderson para escrever o prefácio, que acabou entregando o jogo da nova colaboração entre os dois:

“Espero em breve garantir os meus para comissionar a construção de um importante e considerável parque temático que será inteiramente concebido e desenhado por Mark Mothersbaugh. Por 40 anos ele se empenhou em criar um obra que conclui em seu próprio Reino Mágico, onde o visitante será entretido e apavorado quase sempre ao mesmo tempo.”

Imagina isso… Vi na Wired.

criolo-tulipa

Ainda estou digerindo Convoque Seu Buda, o disco novo do Criolo (ainda não baixou?), mas já dá pra dizer que é um consistente passo à frente de seu disco anterior, Nó na Orelha. Especialmente no que diz respeito à versatilidade de Criolo como letrista e vocalista. Um dos melhores exemplos está na afetada “Cartão de Visita”, um chega pra lá divertido no mundo VIP cantado em parceria com a Tulipa – prontinha pra pista. Saca só:

3001

Não bastasse Ridley Scott revisitar os próprios clássicos a ponto de forjar um prequel pra Alien e cogitar uma continuação para Blade Runner, agora ele começa a avançar sobre os clássicos alheios.

É o que diz o site SlashFilm, que confirmou a produção do diretor junto ao canal SyFy para transformar o livro 3001 – A Odisséia Final, de Arthur C. Clarke, em um seriado de TV. Sim, Ridley Scott invadirá a mitologia de Kubrick em busca de audiência para a televisão. O livro é o quarto volume que Arthur C. Clarke dedicou à odisséia que começou em 2001, continuou em 2010 e esticou-se até 2061. No quarto livro da série, vamos mil anos além do encontro da humanidade com o enigmático obelisco espacial e o reencontro com o astronauta Frank Poole, tido como morto desde então. A descrição do universo deste livro, via Wikipedia, dá margem para muita superprodução:

Algumas de suas características notáveis incluem o BrainCap, uma tecnologia de interface cérebro-computador; dinossauros-servos geneticamente construídos; um porto espacial e quatro gigantescos elevadores espaciais localizados uniformemente ao redor da linha do Equador. Os seres humanos também colonizaram as luas de Júpiter Ganímedes e Calisto. TMA-1, o monolito negro encontrado na Lua em 1999, foi trazido para a Terra em 2006 e instalado em frente ao prédio das Nações Unidas em Nova York.

Agora se isso é bom ou ruim…