E já já tem disco novo da Tulipa. Dancê sai no início do mês que vem e tem participações especiais de João Donato, Felipe Cordeiro e seu pai, Manoel Cordeiro, do grupo Metá Metá e do produtor Kassin (“Físico”). O título não só dá o tom de todo o álbum como resgata o pop brasileiro dançante do início dos início anos 80, especificamente da Rita Lee, que parece ter sido inspiração não apenas do título (o nome “dancê” pode bem ter saído do refrão do hit piada interna “Agora é Moda“) mas também nos timbres e no groove da primeira faixa que ela solta antes do lançamento, “Proporcional”, que dá pra ouvir aí embaixo e pra baixar lá no site da Natura.

A Gang do Eletro está às vésperas de lançar seu segundo disco, Todo Mundo Tá Tremendo, e antecipa a primeira música do novo álbum, a hilária “Na Onda do Movimento”, com exclusividade pro Trabalho Sujo.

E a Noite Trabalho Sujo passada que a Babee comandou ao lado do Celso e do Bispo foi daquelas noitadas! As fotos da Natália contam um pouco como foi. E sexta que vem os trabalhos ficam por conta do compadre Luiz Pattoli, que convocou o Goos pra tocar com ele. Vai ser demais!

Mais uma música nova do projeto FFS, que une o Franz Ferdinand à dupla inglesa Sparks. Depois da marcial “Piss Off” é a vez do novo grupo escorregar pela pista de dança com o disco glam “Johnny Delusional”. Ficou jóia.

Que o Alabama Shakes é uma baita banda, não há dúvida. Mas será que eles passam pelo teste do segundo disco? Só tem um jeito de saber…

E o Monty Python chamou ninguém menos que Stephen Hawking para gravar sua indefectível “Galaxy Song”, do filmme Monty Python e o Sentido da Vida, de 1983. Esta versão será lançada em vinil como a participação do grupo inglês no Record Store Day deste ano. Ficou demais:
O grupo aproveitou a colaboração para lançar uma versão do jogo Asteroids com a participação deles mesmos e do cientista que pode ser jogada online aqui.

Parece que deu pra entender a fórmula da Marvel pra lidar com seus personagens mais esdrúxulos: pegue um ator carismático, atores veteranos pra equilibrar o appeal do protagonista e dose bem cenas de ação, humor (voluntário ou não) e efeitos especiais a roteiros que amarrem bem essas cenas com diálogos engraçados e tiradas espertas – e aí você pode contar qualquer história, mesmo que ela pareça completamente nonsense e surreal. Como é o caso desse Homem-Formiga, cujo primeiro trailer foi revelado essa semana.
Não acho que vá ser um dos grandes best-sellers do estúdio (ainda mais sendo lançado no mesmo ano que o segundo Vingadores), mas não há dúvidas que vai fazer sucesso.



