Era inevitável: recriar um trailer fictício para o Mad Max: Estrada da Fúria no estilo anos 80 que consagrou os três primeiros filmes da saga. Mas tanto quanto inevitável esse remix ficou meio preguiçoso – e com certeza alguém fará um melhor. A ideia já foi materializada…
A fotógrafa norte-americana Robin Wright gosta de organizar frutas, legumes e verduras de acordo com suas cores, criando umas imagens incríveis apenas com as cores naturais destes alimentos.
Tem bem mais imagens em seu site – e ela também coloca essas imagens à venda.
Aproveitei que o hype ultrapassou os milhões e linkei a versão dublada do Kung Fury lá no Blog do Matias.
Zach Condon recuperou-se de anos complicados (fim de um casamento, esgotamento artístico e físico por causa de três anos ininterruptos de turnê e uma internação na Austrália) e aos poucos começa a dar bom sinal de vida. “No No No”, o primeiro single de seu Beirut em quatro anos, mistura suas diferentes influências em uma sonoridade mais própria, que não vai nem pra música cigana, nem pra eletrônica e abriga referências que vão da música indiana à turca sem deixar de lado o apreço pela música pop. O single também batiza o novo disco, cujo nome das músicas vem a seguir.
“Gibraltar”
“No No No”
“At Once”
“August Holland”
“As Needed”
“Perth”
“Pacheco”
“Fener”
“So Allowed”
O Hollywood Reporter confirmou que Wilson, a série em quadrinhos que Daniel Clowes publicou sobre o personagem homônimo que talvez seja a melhor definição para a palavra misantropo, será transformada em filme, graças aos esforços de produtores como Woody Harrelson, Laura Dern, Alexander Payne e Sam Raimi. O personagem deverá ser vivido pelo próprio Woody e o roteiro do filme, que ainda nem começou a ser filmado, é do próprio Clowes. Lembrando que os quadrinhos de Clowes já deram origem a dois filmes dirigidos por Terry Zwigoff: Ghost World e Art School Confidential. A direção de Wilson fica por conta de Craig Johnson, que fez The Skeleton Twins (no Brasil, Irmãos Desastre), com a Kristen Wiig e o Bill Hader, no ano passado.
A grande sensação cinematográfica mundial neste fim de semana é o inacreditável filme de meia hora Kung Fury, escrito, dirigido e atuado por David Sandberg – um misto de Johnny Depp e Ryu do Street Fighter – que mistura a estética Miami Vice à aurora da psicodelia eletrônica, vikings, dinossauros e nazistas na comédia policial de artes marciais Kung Fury e é uma grande elegia à cultura pop dos anos 80, como se Drive fosse um filme do trio Zucker Abrahams & Zucker escrito pelo Tarantino. Já havia linkado aqui o inacreditável clipe de de “True Survivor” mas não sabia que era dessa pequena obra-prima que custou 600 mil dólares bancados via crowdfunding.
A era de ouro do cinema está só começando. Imagina quando esses novos autores começarem a largar as referências…
Esse rap que o Pereio gravou pra marcar a volta de seu programa no Canal Brasil é ao mesmo tempo constrangedor como nos lembra da importância de sujeitos como ele justamente para macaquear momentos assim.
À luz de cinebiografias que fuçaram personalidades fortes e geniais nos últimos anos (do Turing do Jogo da Imitação ao Zuckerberg de A Rede Social e o Hawking de A Teoria de Tudo), é a vez de Hollywood se debruçar sobre a vida do campeão de xadrez norte-americano Bobby Fischer (vivido por Tobey Maguire), que reencena o clássico embate da Guerra Fria sobre um tabuleiro quando ele enfrentou o campeão russo Boris Spassky (vivido por Liev Schreiber) no filme Pawn Sacrifice, sem previsão de estréia no Brasil. Eis o trailer:
Mas é claro que a carreira do “Muhammad Ali do xadrez” é só metade da biografia de Fischer, que torna-se um comentarista político paranoico com o passar dos anos. Vamos ver se o filme entra nesse mérito. Mas talvez a melhor contribuição deste filme seja nos fazer revisitar o excelente documentário Bobby Fischer Against the World, que encontrei legendado no YouTube.
Pegue dois filmes em que um monte coisas inusitadas ocorrem num hotel, misture os dois e voilá!
O site Deadline confirmou que Robert Rodriguez foi chamado para dirigir a adaptação em carne e osso para o desenho animado Jonny Quest (antes que alguém se esqueça totalmente dele). O projeto já rola nas mãos da Warner há anos e é a primeira vez que Rodriguez se envolve diretamente com Hollywood desde o terceiro remake que ele fez pra seu El Mariachi, há dez anos. Mas como um dos trunfos do estúdio Troublemaker do diretor é a série infantil Spy Kids, além do absurdista Shorts e do frenético Shark Boy & Lava Girl, tudo indica que o remake pode estar nas mãos certas. Resta saber se Rodriguez irá se aprofundar na natureza improvável daquela família há meio século…









