“Por salir a navegar sin fin”
“Eu sou quem quer ver você sair e ser”
“The true object of my inquest”
“Porque eu fugi, nem tento”
“Vale o quanto pesa a sua bolha retórica”
“And the rings I am breaking are making you a personal debt”
“Deus também se esconde em uma dessas latinhas de spray”
“I was born to be my own muse”
“Si esta noche hay luna, revertiré la ilusión”
O Centro do Rock foi um desafio autoproposto: o Centro Cultural mantinha, desde os anos 90, o mês de julho dedicado a shows de rock e resolvi reinventar o antigo Sintonia do Rock para rever o porquê do gênero ter se tornado tão conservador e careta. A minha surpresa foi perceber que o rock – força-motriz de pelo menos cinco gerações – ainda segue vivo, importante e subversivo, mesmo que não se apresente mais como tal: hardcore, psicodelia, metal, noise, pós-rock, glam, blues rock, punk… Não importa o rótulo, mas o rock sobrevive sem precisar dizer que é parente daquele filhote de blues e country que abalou o planeta há sessenta anos – provocando e causando da mesma forma que nos anos anteriores. O nome do novo Sintonia do Rock é do Cadão – e combinou perfeitamente com a proposta que havia pensado sobre este novo mês.









