Trabalho Sujo - Home

Loki

mymagical-bike-ccsp

Duas forças na nova psicodelia brasileira – a paulista Bike e a capixaba My Magical Glowing Lens – se reúnem neste domingo, às 18h, no CCSP, para realizar mais um show conjunto dentro da programação do Centro do Rock – mais uma vez, de graça (mais informações aqui).

maquinas-astronautamarinho-ccsp

Nesta sexta-feira o Centro do Rock abre espaço para o pós-rock cearense, com o encontro das bandas Maquinas e Astronauta Marinho no palco do CCSP, às 19h, de graça (mais informações aqui).

Cine Doppelgänger

cine-doppelganger-2018

Vamos conversar sobre cinema? Finalmente materializo um velho projeto que venho acalentando há anos com a minha querida amiga Joyce Pais, do site Cinemascope, e juntos temos o prazer de apresentar a sessão de debates sobre cinema Cine Doppelgänger, que acontece mensalmente entre julho e dezembro, todo terceiro sábado do mês, na Sala Cinematographos, que fica no Museu Casa Guilherme de Almeida (Rua Cardoso de Almeida, 1943 – Sumaré, São Paulo). A ideia é exibir sempre dois filmes – um escolhido por mim e outro pela Joy – e, no final da exibição, conversar sobre a relação entre os dois. A estreia do Cine Doppelgänger acontece neste sábado com a sessão Los Angeles, Cidade Permitida em que exibimos O Grande Lebowski (às 11h), dos irmãos Coen, e Cidade dos Sonhos (às 14h), de David Lynch, para depois conversar sobre pontos em comum e divergentes sobre a temática dos dois filmes. A inscrição é gratuita, basta entra no site da Casa Guilherme de Almeida.

Segue abaixo a programação completa do Cine Doppelgänger até o final do ano:

Dia 21 de julho: Los Angeles, Cidade Permitida

21 de julho: O Grande Lebowski (1998) e Cidade dos Sonhos (2001)

O Grande Lebowski (1998) e Cidade dos Sonhos (2001)

Os irmãos Coen e David Lynch comentam sobre o mundo de ilusões criado a partir de Hollywood em dois novos clássicos da virada do milênio. Enquanto Cidade dos sonhos mergulha na dicotomia entre a dura realidade e a sétima arte, borrando os limites entre estes dois universos, O grande Lebowski escancara a fábrica de mentiras do mundo do entretenimento da costa oeste norte-americana.

18 de agosto: A Paranoia por Dentro

18 de agosto: De Olhos Bem Fechados (1999) e Rede de Intrigas (1976)

De Olhos Bem Fechados (1999) e Rede de Intrigas (1976)

O último filme de Stanley Kubrick e a obra-prima de Sidney Lumet vão às entranhas das sociedades secretas e dos sistemas de poder para mostrar sua abrangência e escopo, contrapondo-se à pequenez da individualidade humana.

15 de setembro: O Diabo Mora ao Lado

15 de setembro: O Bebê de Rosemary (1968) e Corra! (2017)

O Bebê de Rosemary (1968) e Corra! (2017)

Dois filmes de terror que lidam com o aspecto corriqueiro da maldade, as obras de Polanski e Peele refletem a época de suas produções, levantando questionamentos sobre feminismo e racismo, além de aprofundarem-se no estudo da vileza humana.

20 de outubro: Realidade de Mentira

20 de outubro: Zelig (1983) e Verdades e Mentiras (1973)

Zelig (1983) e Verdades e Mentiras (1973)

Em dois documentários falsos, Woody Allen e Orson Welles escancaram a fábrica de ficções que é a sétima arte em duas obras seminais, que já lidavam com os conceitos de pós-verdade e fake news muito antes do século 21.

17 de novembro: Autoria em Xeque

17 de novembro: 8 ½ (1963) e Adaptação (2002)

8 ½ (1963) e Adaptação (2002)

Dois cineastas confrontados por suas obras começam a colocar em questão suas próprias existências como autores. O mitológico 8 e 1/2 de Fellini e o complexo Adaptação de Spike Jonze contrapõem duas crises criativas inversas – a primeira, as motivações por trás do início da criação artística; a segunda, o dilema autoral de trazer uma obra alheia para seu próprio reino criativo.

15 de dezembro: Brasil aos Pedaços

15 de dezembro: O Som ao Redor (2012) e Trabalhar Cansa (2011)

O Som ao Redor (2012) e Trabalhar Cansa (2011)

Dois filmes nacionais contemporâneos jogam luzes sinistras sobre este país dividido que nos acostumamos a se referir como um só. Enquanto o primeiro longa de ficção de Kleber Mendonça Filho, O Som ao Redor, espatifa a noção de normalidade ao revelar a rotina complexa e movida pela culpa de um bairro rico no Recife, o primeiro longa da dupla Juliana Rojas e Marco Dutra, Trabalhar Cansa, entra em um microcosmo profissional para se aprofundar nas entranhas de um Brasil farsesco – de modo apavorante.

invenus-mieta

Hoje é dia de eletricidade feminina no Centro do Rock do Centro Cultural São Paulo, quando a banda mineira Miêta encontra a banda paulistana In Venus no palco da Sala Adoniran Barbosa a partir das 19h – não custa lembrar que é de graça (mais informações aqui).

lava-sky

Dia de barulho no Centro do Rock do Centro Cultural São Paulo, quando as bandas Sky Down (do ABC paulista) e Lava Divers (do interior de Minas Gerais) se encontram no clássico palco da Sala Adoniran Barbosa a partir das 19h, com entrada gratuita (mais informações aqui). O Sky Down ainda aproveita para lançar o clipe da faixa “Low”, todo feito a partir de vídeos verticais do stories do Instagram, que a banda antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo.

“Low” é a terceira faixa do próximo disco da banda, o primeiro com a baixista Amanda Butler na formação (as outras duas são “Wound” e “Wish“, sendo que esta última conta com um clipe feito com imagens da banda Test tocando ao vivo), que conta com produção do Bernardo Pacheco.

orua-goldenloki

Quinto dia de shows no Centro do Rock, festival que dura um mês no Centro Cultural São Paulo trazendo o melhor do rock brasileiro de graça para a mítica sala Adoniran Barbosa, a quinta-feira recebe Oruã, a nova banda do carioca Lê Almeida, e o grupo psicodélico paulistano Goldenloki, que apresentam-se de graça nesta quinta, no CCSP, a partir das 21h (mais informações aqui).

oseis-

Pedra fundamental na história do rock brasileiro, o compacto de estreia do sexteto paulistano O’Seis finalmente ressurge em vinil, como cortesia da gravadora inglesa Mr. Bongo, que já reeditou vários clássicos de nossa música em LPs (o disco de estreia do Verocai, o Krishnanda de Pedro Santos, o Brazilian Octopus e a lista segue…). O’Seis era o embrião do mágico trio que funcionou como motor elétrico da Tropicália e explorou os limites do então jovem rock brasileiro – os Mutantes de Arnaldo Baptista, Sérgio Dias e Rita Lee. Os outros três – Raphael Vilardi, Maria “Mogguy” Malheiros e Luiz Pastura – fizeram parte apenas desta formação pré-histórica (embora Raphael seja coautor de um clássico dos Mutantes, “Não Vá Se Perder Por Aí”).

Composto por duas faixas “Suicida” no lado A e “Apocalipse” no lado B, o compacto é bem mais melancólico do que se espera de um registro dos Mutantes e pode ser comprado no site da gravadora. Vi no site da Noize.

bixiga70-quebracabecas

O quarto disco da big band paulistana Bixiga 70 está prestes a ser lançado e Quebra-Cabeças, o primeiro disco do grupo que não tem o título numerado e o primeiro que deve ocupar o espaço de um vinil duplo, é o melhor da carreira da banda, por uma série de fatores: com a presença de Gustavo Lenza na produção, o som ganhou o peso e o ataque no estúdio que a banda já apresenta ao vivo, e o clima instrumental é mais pesado e tenso que o clima astral dos discos anteriores, refletindo o teor político do país atualmente e mostrando que até música instrumental pode ser de protesto. A única música do disco que foi lançada pelo grupo, a incisiva “Primeiramente“, dá o tom do que vem por aí.

O grupo já marcou show de lançamento para a próxima semana, nos dias 19, 20 e 21 de julho na choperia do Sesc Pompéia (mais informações aqui).

vitoraraujo-centrodaterra

O pianista pernambucano Vítor Araújo transformou sua temporada em julho no Segundamente do Centro da Terra em uma residência que vai além dos quatro shows de julho. Durante todas as segundas do mês, ele irá retrabalhar e remixar músicas, texturas, sons e ruídos produzidos por seus convidados – que serão anunciados no decorrer do mês – para depois transformar o processo em um disco. Concebido por Vítor e seus parceiros GG Albuquerque e Raul Luna, a temporada Mercúrio vai da música erudita à canção popular, passando pela vanguarda contemporânea e por sons aleatórios, todos conspirando em prol de uma obra que será construída em frente ao público. Nomes como Cadu Tenório, Negro Leo, M. Takara e Alada já confirmaram presença e na primeira noite Vítor recebe Ayrton Montarroyos, Aduni Guedes, Miazzo, Thiago Nassif e Sérgio Machado para começar a elaborar as matrizes desta peça musical contínua (mais informações aqui). Conversei com o Vítor sobre suas intenções nesta temporada.

Fale sobre o conceito da sua temporada no Centro da Terra.
https://soundcloud.com/trabalhosujo/vitor-araujo-mercurio-fale-sobre-o-conceito-da-sua-temporada-no-centro-da-terra

Mercúrio termina com o fim da temporada?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/vitor-araujo-mercurio-mercurio-termina-com-o-fim-da-temporada

Qual é a graça de se assistir aos quatro shows da temporada?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/vitor-araujo-mercurio-qual-e-a-graca-de-se-assistir-aos-quatro-shows-da-temporada

Quem mais ajudou você a compor esta temporada?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/vitor-araujo-mercurio-quem-mais-ajudou-voce-a-compor-esta-temporada

O que você acha da possibilidade fazer uma temporada como esta no Centro da Terra?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/vitor-araujo-mercurio-o-que-voce-acha-da-possibilidade-fazer-uma-temporada-no-centro-da-terra

Qual o maior desafio desta temporada?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/vitor-araujo-mercurio-qual-o-maior-desafio-desta-temporada

corte-centrodaterra

A banda Corte, formada por Alzira Espíndola (guitarra e vocais), Nandinho Thomaz (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Cuca Ferreira (sax) e Daniel Gralha (trumpete), os três últimos integrantes do Bixiga 70, é autora de um dos grandes discos do ano passado e também dona das terças-feiras de julho no Centro da Terra, quando aprofundam-se na poesia de sua obra ao convidar artistas da palavra na temporada Sorver o Verso (mais informações aqui). Na primeira terça-feira, dia 10, a convidada é a poeta Alice Ruiz. Na terça seguinte, dia 17, é Paula Rebellato, do Rakta, quem surge como convidada do grupo, seguida do técnico Bernardo Pacheco, convidado do dia 24, até o final com a participação do poeta arrudA, na última terça, dia 31. Conversei com o Dworecki sobre a temporada e como ela se encaixa na evolução do grupo desde o lançamento do ano passado.

Como esta temporada se relaciona com o primeiro disco do Corte?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-como-esta-temporada-se-relaciona-com-o-primeiro-disco-do-corte

Como serão as dinâmicas das terças-feiras com os convidados?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-como-serao-as-dinamicas-das-tercas-feiras-com-os-convidados

Como será a primeira terça-feira?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-como-sera-a-primeira-terca-feira

Quem será o convidado da segunda terça-feira?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-quem-sera-o-convidado-da-segunda-terca-feira

Quem vem na terceira terça?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-quem-vem-na-terceira-terca

E na última terça-feira, quem é o convidado?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-e-na-ultima-terca-feira-quem-e-o-convidado

A temporada consolida a primeira fase da banda ou abre espaço para um novo momento?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-a-temporada-consolida-a-primeira-fase-da-banda-ou-abre-um-novo-momento

Qual a diferença em apresentar um trabalho durante todo um mês, com o público sentado?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/corte-sorver-o-verso-qual-a-diferenca-em-se-apresentar-por-um-mes-com-o-publico-sentado