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Loki

Claro que é uma campanha publicitária, mas ficou legal. Vi no Merigo.

E aí, He Man?

Do Rafa.

Grande carta do Vinícius!

4:20

Cacete, que que aconteceu com o Do Amor? De versão brasileira do Vampire Weekend (embora a ascendência Titãs/Paralamas no começo seja inegável), o grupo abandonou a guitarrinha world music e abraçou seu lado mais indie retrô – ou pelo menos é o que parece que aconteceu nessa música “Chalé”, que saiu naquela coletânea Ao Futuro, que o Lívio organizou no Bloody Pop, e que foi pinçada pelo Dênis no In New Music We Trust. A música parece aquele indie rock dos anos 90 que tinha apreço pela new wave mais plástica – Devo, Cars, Blondie – e que nos deu artistas como o Weezer, as Breeders, o Velocity Girl, os Rentals, a Liz Phair, o Nada Surf e o Imperial Teen, por exemplo. E sem demérito – afinal, a música é beeeeem boa.


Do Amor – “Chalé” (MP3)

Um código.

Daqui.

Of Montreal WTF

Rapaz… False Priest promete. Dica do Arlen, valeu rapá!

E uma vez que o Vinícius não conhece nada sobre PJ Harvey, que tal uma aulinha coletiva pro cara se inteirar? Óbvio que o primeiro download é o To Bring You My Love (alguém contesta?), mas vou aproveitar esse início de tarde para deixá-la monotemática – e isso vem bem a calhar, vou dizer.

PJ não é só a musa indie mais improvável e mais surpreendente, ela pega a fórmula de Patti Smith e aplica doses de sensualidade feminina que às vezes beiram o ridículo – sem perder o tesão. Ela sexualiza o rock de forma tão feminina – clara discípula dos Stones e de duas Kims – que transforma-se num ícone onipresente, quase uma divindade rock’n’roll – o fato de quase sempre empunhar uma guitarra não acontece por acaso.

Taí uma artista que poderia vir pro Brasil mais vezes, que enchia casas noturnas ao preço que fosse. Eu, por aqui, faço a minha parte – e até às 8, só PJ aqui no Trabalho Sujo. Se você também curte, aproveita pra sugerir umas coisas aê.