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Loki

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Helder Aragão saiu do interior do Sergipe rumo ao Recife e ajudou a moldar a cena que reinventou a música do norte do país a partir dos anos 90. Seguiu sua carreira adotando o pseudônimo DJ Dolores a partir de seu apreço pela linguagem eletrônica e trilhou caminhos que o levaram para o exterior e para o cinema, sempre cruzando fronteiras de linguagem e investigando possíveis novas conexões, como a que está começando a fazer com a África lusófona. Falamos sobre sua trajetória e também sobre a perspectiva de futuro para o país do ponto de vista da produção artística.

Rastilho extra

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Kiko Dinucci já havia mostrado “Habitual” nas versões ao vivo que fez de seu Rastilho, o ótimo segundo disco solo que lançou no início do ano. Mas só agora registra a música oficialmente, que em sua versão de estúdio conta com vocais da Ava Rocha.

outkast-1999

Prestes a lançar uma reedição de Stankonia, seu clássico disco do ano 2000, os dois Outkast incluíram no pacote uma versão que o vocalista do Rage Against the Machine, Zack de La Rocha, fez para o clássico “B.O.B. (Bombs Over Baghdad)”, entupindo o hit de guitarras e elevando-o a outra estratosfera.

Pesado!

ceu-kexp

As vantagens da quarentena: Céu pode participar de uma apresentação na rádio norte-americana KEXP, a partir de casa, sem precisar viajar para os EUA. E gravou uma entrevista e um show exclusivo para a rádio acompanhada de seu marido e produtor Pupilo na bateria e de seu fiel escudeiro Lucas Martins no baixo.

“Arrastar-te-ei”
“Pardo”
“Forçar o verão”
“Lenda”
“Coreto”

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O jovem mestre Kevin Parker recria a clássica “Why Won’t They Talk To Me?” do segundo disco do Tame Impala Lonerism em um vídeo em que assume que, afinal, ele é uma banda de um homem só.

chromatics-2020

Prontos para mais uma dose de house com glam rock, de indie rock com ambient, de shoegaze com eletro? Pois aumenta o som que o selo Italians Do It Better, do mestre Johnny Jewell, lançou mais o terceiro volume de sua série de coletâneas After Dark, com Chromatics, Desire, Orion, entre outros projetos noturnos, estilosos e sussurrados.

Sempre um prazer…

italians-do-it-better-after-dark-3

Desire — “Boy”
Orion — “Higher”
Johnny Jewel feat. Glüme — “Surgery”
Double Mixte feat. Desire — “Chambre 48”
Farah — “Boyz R Bad”
Chromatics, ATRIP — “TOY (ATRIP Remix)”
Love Object — “Holodnoe Solnce”
JOON – “Cruel Summer”
Glüme — “Don’t @ Me”
MOTHERMARY — “Resurrection”
Orion — “Space Girl”
Guy Gerber — “Cameo”
Causeway — “We Were Never Lost”
Club Intl — “Crush”
Double Mixte — “Tirage En Croix”
JOON — “Worse Things Than Feeling Lonely”
Pink Gloves — “Fading Stars (Johnny Jewel Remix)”
Chromatics — “Endless Sleep”

rodrigocampos-2020

“Tenho desenvolvido um novo olhar sobre o mundo, entendendo que criamos ciclos e expectativas às vezes maléficas para saúde mental e física”, filosofa Rodrigo Campos, quando o pergunto sobre como anda sua quarentena. “Percebi também que nunca havia tirado férias nos 20 anos em que vivo exclusivamente de música. Essa parada tem despertado sensações que, acredito, influenciem meu trabalho de agora em diante.” O primeiro estágio desta nova fase vem na forma de canções, às duplas, que ele começa a lançar a partir dessa sexta nas plataformas digitais – mas que dá pra ouvir em primeira mão no Trabalho Sujo.

“A pandemia que me instigou a começar gravar em casa”, prossegue o sambista paulistano. “À princípio não determinei que seriam compactos, mas como só tinha duas músicas – tinha acabado de fazer oito para o novo Sambas do Absurdo – e as achava boas. Comecei a considerar lançá-las nesse formato, me libertando um pouco do formato álbum. Foi quando passei a enxergar as canções de modo diferente, me abriu um novo olhar; ver as canções sempre dentro de um conjunto maior faz você se ater mais ao todo, e dessa maneira tinha que considera só canção, que tinha que se manter de pé por força própria, sem apoio de outras ou de um conceito muito fechado. Aí me convenci a aprofundar essa sensação de que cada canção devia se bastar, e lançá-las em compactos.”

Os dois primeiros, os sambas “Meu Samba Quer Se Dissolver” e “Corpo Azul”, conversam diretamente com essa experiência, principalmente a partir da familiaridade cada vez mais íntima de Rodrigo com a guitarra e a microfonia, que funcionam como paisagens sonoras que ajudam seus sambas a ganhar corpo e densidade musicalmente. “Acho que essa coisa de gravar em casa que abriu possibilidades bem maiores de experimentação timbrística, então penso continuar nessa direção”, explica quando pergunto se essa fase ele trabalha sozinho ou se vão ter parcerias ou colaborações. Ele não definiu nada nesse sentido. Só sabe que lançará cinco “compactos”. “Imagino soltar a cada dois meses. Já tenho outro pronto”, antecipa.

zemanoel-adupe

“Eu sonhei com essa música cantada por um coro, desses característicos de terreiros de candomblé, acompanhado por tambores vibrantes, uma coisa linda”, lembra Zé Manoel ao falar sobre “Adupé Obaluaê”, single que antecipa seu próximo álbum, Do Meu Coração Nu, que chega às plataformas digitais na próxima sexta. “Acordei com a música reverberando… ‘Adupé meu pai Obaluaê… ‘ Na mesma hora peguei o celular e gravei a música, já acompanhando com o piano da forma que toquei na gravação do disco.” A faixa, como o disco, tem produção do baiano Luisão Pereira, que também toca o baixo da música e conta com arranjo de sopros escrito pelo maestro Letieres Leite. “É a faixa mais importante do disco”, conta o pianista pernambucano, “por isso resolvemos abrir os trabalhos com ela”, conta Zé Manoel.”

Salve!

metameta-sescaovivo

Eis a íntegra da apresentação do Metá Metá, a melhor banda do Brasil, dentro da programação do Sesc Ao Vivo, sexta passada. Não tem o apuro visual da direção da live que fizeram na Casa de Francisca, mas é Juçara e um microfone, Thiago e seu sax, Kiko e seu violão – não precisa de mais que isso pra que eles estremeçam o chão, sempre.

“Exu”
“Vale Do Jucá”
“São Jorge”
“Ossanyn”
“Atoto”
“Samuel”
“Trovoa”
“Sozinho”
“Let’s Play That”
“Na Multidão”
“Tristeza Não”
“Vias De Fato”
“Obá Iná”
“Obatalá”

julico-ike-mare

O guitar hero da banda sergipana The Baggios, Julico Andrade, está quase lançando seu primeiro disco solo, Ikê Maré, que sai no final do mês. Além das três músicas que já mostrou, ele lança “São Cristóvão Via Niger”, o último single antes do lançamento do disco, este em parceria com a cantora conterrânea Sandyalê, em que reforça a transição do rock para o groove brasileiro dos anos 70, com uma pitada de soul gringo e outra de psicodelia, que já tinha sido sinalizada no single em parceria com Curumin (“Todo Dia É Santo”).

Ele aproveita para antecipar em primeira mão para o Trabalho Sujo tanto a capa do novo disco (que ilustra o post), como a ordem das faixas (abaixo).

“Ikê Maré”
“Nuvens Negras”
“Aonde Viemos Parar”
“Todo Dia É Santo” (com Curumin)
“Eu São / Curtis Says”
“Surfista DeTrem”
“Caípe Novo”
“Outrora”
“Paramopama / Vaza-Barris” (com Winnie)
“Rosimari”
“Pelejamor”
“São Cristóvão Via Niger”(com Sandyalê)
“Caípe Velho”