Is this real life?
Que jeito de começar a semana!
Sim: disco novo do Radiohead no horizonte. Sim: novo conceito ahead (“newspaper album” wtf ou ftw?). Sim: eles estão cobrando por música online (nove dólares é um bom preço?).
Esse tal de 2011 tá saindo melhor que a encomenda, hein…
Como assim, Radiohead? Não me venha com essas:
Fred lembrou do Tom Zé.
Que ainda tem essa outra capa, mais jornal ainda (valeu, Marcio):
Marcio ainda lembrou dessa aqui, heheeheh.
E o Carlos lembrou dessa, do Bocato, que eu nem manjava:
E o Luís e o Lou ainda mandaram essa:
Alguém chuta o que pode ser? Um aplicativo pro iPad? Um novo pacote de revelações do Wikileaks? Um disco que é atualizado diariamente?
Lembra desse sobrado?
Vai deixar de ser o Milo. Ou pelo menos foi isso que o próprio Milo botou no Feice.
O cartaz que ilustra esse post (que época!) é da Angela.
Neguinho se empolga…
Fodaço. A bula tá lá no Bruno.
Rapaz, que disco bom esse novo do Streets.
A emblemática série de David Lynch para a televisão completa duas décadas este ano, com direito a exposição em Los Angeles e tudo mais – tudo mais, no caso, é uma série de matérias que começarão a sair até o resto do ano elogiando a série por seu pioneirismo e por poder ser considerada um marco da televisão moderna e blablablá. Mas tentei rever Twin Peaks há uns anos e quase morri de tédio. Não por conta da série em si, mas pelo fato de seu ritmo pertencer a uma outra época. O andamento é parado e não por estética, mas porque assim caminhavam os anos 80 (Twin Peaks, como Seinfeld e Friends, é do início dos anos 90 mas é completamente impregnada por oitentismos). Tire o elemento freak que é o tempero azedo que Lynch deu à TV e Twin Peaks tropeça anestesiada como um filme qualquer do Super Cine, “baseado num crime que abalou a opinião pública norte-americana”.

Scott C explica como fez sua colaboração para a exposição sobre Twin Peaks em seu blog
Mas leve em consideração que eu admiro David Lynch apenas como um picareta – um mestre picareta, já escrevi sobre isso (vale também ver os inacreditáveis comerciais que ele já dirigiu). E fico feliz de ter presenciado pessoalmente uma de suas principais obras: seu cabelo.















