
Uma das maiores cantoras do século passado não tem o reconhecimento merecido por ser considerada “difícil” e por se envolver com causas sociais e políticas. Mas um documentário produzido pelo Netflix pode mudar este cenário. Escrevi sobre isso no meu blog do UOL: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/05/01/nina-simone-e-a-a-profundidade-de-uma-das-maiores-cantoras-do-seculo-20/

Um usuário do YouTube acertou na mosca ao apontar a fotografia escura como um dos vários pontos fracos do Super-Homem de Zack Snyder. Pra provar isso, editou um vídeo em que restaurou as cores originais que foram escurecidas pra realização do filme. Escrevi sobre isso lá no meu blog do UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/29/e-se-o-filme-mais-recente-do-super-homem-fosse-colorizado/

Montage of Heck, que parece ser o documentário definitivo sobre Kurt Cobain, já tem data e locais de exibição nas salas de cinema do Brasil. Falei sobre isso lá no meu blog do UOL – além de incluir duas cenas do documentário em que o líder do Nirvana mostra que não era só um junkie depressivo avesso ao sucesso: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/29/documentario-mostra-kurt-cobain-engracadinho-e-sera-exibido-no-brasil/

Escrevi sobre o novo Vingadores e como a importância do filme está em encerrar a fórmula da fase 2 da Marvel ao mesmo tempo em que lança as sementes para a fase 3: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/28/o-novo-vingadores-da-varias-deixas-para-a-fase-3-da-marvel-no-cinema/

Comentei sobre uma velha rixa que parece ter renascido com o lançamento do serviço de streaming do Jay-Z, o Tidal, lá no meu blog do UOL:
http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/23/tidal-reacende-a-velha-briga-entre-o-rap-das-costas-leste-e-oeste-dos-eua/

A Disney apresentou sua grade de lançamentos para os próximos dois anos em uma convenção em Las Vegas e ela é dona de tudo que a gente vai ver no cinema daqui em diante – comentei isso lá no meu blog no UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/24/a-disney-e-dona-de-tudo-que-voce-vai-ver-no-cinema-nos-proximos-anos/

Escrevi sobre uma estranha coincidência – proposital – entre os filmes da segunda fase da Marvel e Guerra nas Estrelas lá no meu blog do UOL: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/23/alguem-percebeu-a-referencia-a-guerra-nas-estrelas-na-fase-2-da-marvel/

Falei sobre a renovação das séries Três é Demais e Demolidor no Netflix, que se tornou mais valioso do que a ABC e a Viacom neste início de 2015, em meu blog no UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/22/netflix-ja-vale-mais-do-que-as-maiores-emissoras-de-tv-aberta-e-fechada-dos-eua/

Duas especulações que haviam sido cogitadas aqui neste blog foram confirmadas esta semana: além da confirmação da nova temporada do seriado Três é Demais, também foi anunciada a segunda temporada da série Demolidor. Os endossos têm a mesma fonte: o serviço de vídeo sob demanda Netflix, que irá produzir e exibir as duas novas temporadas, e chegam ao mesmo tempo em que a marca exibe seus músculos financeiros.
As ações do serviço dispararam no recém-fechado quadrimestre e a marca conseguiu crescer 14,7% nos últimos meses, segundo um relatório divulgado pelo site Deadline. Assim, o preço de mercado do Netflix sobe para US$ 32,9 bilhões, tornando o serviço mais valioso que o canal aberto mais caro dos Estados Unidos (a CBS, que avaliada em US$ 30,6 bilhões) e que a principal produtora de TV por assinatura do país (a Viacom, dona da MTV e do Nickelodeon, avaliada em US$ 28,8 bilhões).
O valor de mercado atingido pelo Netflix, óbvio, não diz respeito apenas às suas produções, que incluem hits como House of Cards e Orange is the New Black e as continuações de seriados que foram cancelados na TV a cabo, como The Killing e Arrested Development. O serviço cresce por oferecer um formato de consumo de conteúdo mais próprio da era digital do que o que é oferecido pelas TVs aberta e por assinatura.
As pessoas lentamente percebem que não precisam estar na frente da televisão num horário pré-estabelecido para assistir ao que querem. O formato sob demanda – que o espectador diz quando quer assistir o quê – ainda tem uma série de problemas para serem resolvidos (quem nunca perdeu vários minutos procurando o que assistir?), mas é irreversível. A TV tradicional só vai ter o monopólio da atenção em eventos ao vivo, sejam esportes ou notícias. E por enquanto.
A esperteza do Netflix, no entanto, está no fato de surfar essa boa onda financeira produzindo conteúdo. Podiam investir no serviço em si, em melhorias na interface, na navegação, em curadorias de filmes e em qualidade de transmissão. Preferem fidelizar seu público aproveitando os dados de audiência que conseguem levantar com mais precisão do que qualquer canal (afinal o espectador só assiste o que quer) e produzem seriados de acordo com o gosto que detectam a partir dos números de suas próprias exibições.
É um comportamento bem diferente de serviços similares em outras mídias. Ainda não ouvimos falar do Spotify bancando discos de artistas, por exemplo, embora a própria Amazon já tenha detectado essa tendência e começado ela mesma a produzir seus próprios seriados. E a colher frutos disso, como foi o caso da série Transparent, que ganhou dois Globos de Ouro (melhor série de comédia e melhor ator de série de comédia) no início deste ano.
E isso é só o começo de uma mudança ainda mais drástica que seguiremos acompanhando nos próximos anos…

Reuni as informações que já saíram sobre o próximo filme do Guerra nas Estrelas lá no meu blog do UOL: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/21/tudo-que-ja-sabemos-sobre-o-novo-episodio-vii-de-guerra-nas-estrelas/

Desde a súbita aparição do segundo teaser do Episódio VII de Guerra nas Estrelas na quinta-feira passada à confirmação do roteiro, título e data de lançamento de um novo filme da saga que não está na nova trilogia, no domingo, aprendemos uma série de novidades sobre o que esperar dos próximos capítulos da saga idealizada por George Lucas. A convenção Star Wars Celebration, que aconteceu durante o fim de semana na cidade de Anaheim, na Califórnia, trouxe uma série de novidades sobre o futuro dos filmes.
- Leia mais:
Assista ao trailer de mais um filme da série Guerra nas Estrelas: Rogue One
Porque J.J. Abrams é o cara certo para fazer o novo Guerra nas Estrelas
Sabemos que, como a trilogia original, a nova também deve basear-se em um trio de personagens: o ex-Stormtrooper Finn (vivido pelo inglês John Boyega), a catadora de lixo Rey (vivida pela inglesa Daisy Ridley) e o piloto Poe Dameron (vivido pelo norte-americano Oscar Isaac). Reunindo as poucas imagens e informações que foram reveladas sobre o início do filme, o Episódio VII deve começar em um novo planeta chamado Jakku (“vodu é pra jacu”, já nos dizia o Picapau). Deserto como Tatooine, o novo cenário é onde estão os dois enormes cruzadores abatidos revelados no teaser mais recente. Sim, são dois: o que vemos no início do trailer caiu com casco para baixo, enquanto o segundo, que aparece mais ao final, se você reparar está virado com o casco para cima.
Uma cena do novo teaser também mostra um TIE fighter, o caça do Império, atirando contra Stormtroopers, os guardas do mesmo Império. Tudo indica que essa cena está bem no início do filme e pode estar ligada ao fato de que quem pilota o caça TIE é Finn, que apareceu vestido como Stormtrooper, desorientado no deserto no primeiro teaser, lançado ainda no ano passado. Alguma coisa aconteceu com Finn que ele optou por desertar a guarda imperial, roubando um caça e fugindo para longe do Império. De alguma forma seu caça cai no novo planeta e ele encontra-se com Rey, que parece viver coletando sucata das naves imperiais caídas em seu planeta.
Há uma forte especulação que Rey seja não apenas a verdadeira protagonista da nova série, como também a descendente dos Skywalker, que carrega a Força em sua genética. Talvez como Luke Skywalker no Episódio IV, ela não saiba nada sobre sua nobre descendência e tenha passado o início da vida se virando por conta própria. O novo Episódo mostraria como ela descobre que pode ser uma Jedi, ao mesmo tempo que poderia iniciar um romance com Finn… ou Poe.

Poe Dameron é o piloto que grita a bordo de uma nave no novo teaser. Oscar Isaac, protagonista do filme mais recente dos irmãos Coen (Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum), vive o que parece ser o equivalente de Han Solo nos próximos três filmes. Dameron foi apresentado na convenção do fim de semana descrito por seu próprio ator como sendo “o melhor piloto da galáxia”, o que poderia indicar que o “estamos em casa” dito por Han Solo (Harrison Ford) no final do teaser esteja mais relacionado ao fim de sua aposentadoria do que a chegada em algum planeta (como seu próprio planeta-natal, Corellia) ou à Falcão Milênio. Repare que quando Han Solo e Chewbacca aparecem, eles estão de armas em mãos, prontos para atirar, mesmo que Han sorria como se nada estivesse ocorrendo (típico dele, aliás). Algo aconteceu e o nosso querido Han felizmente saiu de sua reclusão como um velho caubói e possivelmente vai se incomodar ao saber quem alguém lhe tirou o título de melhor piloto por aquelas bandas.

Luke Skywalker (Mark Hammill) também parece ter sumido de cena, o que explicaria o fato de sua mão biônica, colocada no lugar da que foi decepada no clássico duelo em que Darth Vader revelou ser seu pai, estar sem a pele artificial exibida em todo o Episódio VI.

A celebração ao final do Retorno de Jedi também não significou o fim do Império. A queda de Darth Vader e do Imperador Palpatine foram uma importante vitória, mas não derrubou a força política que dominava as galáxias. Agora rebatizado de Primeira Ordem, o novo Império apresenta uma nova insígnia e novo desenho tanto para suas naves quanto para os Stormtroppers. A Aliança Rebelde também mudou de nome e agora chama-se Resistência, embora não haja a menor notícia sobre o que poderia ter causado as duas mudanças de nomenclatura.

O vilão do sabre de luz em cruz que apareceu no primeiro teaser é mostrado de frente neste teaser mais recente. Kylo Ren a princípio foi especulado como sendo um mero caçador de recompensas (o que explicaria o capacete de Darth Vader mostrado no teaser mais recente), mas quando o novo vilão olha para a câmera, ele ergue sua mão como se pudesse usar a Força. Talvez ele não seja apenas um mercenário e sim um sobrevivente da dinastia Sith.
O sabre de luz que vemos trocando de mãos no teaser mais recente é o mesmo que despencou junto com a mão de Luke na melhor cena do Episódio V e poderia ser um dos motivos da aventura ser retomada naquele momento específico. Aparentemente são duas mulheres que trocam a arma: uma delas seria a Princesa Leia (Carrie Fischer) e a outra poderia ser Ren, se não fosse o fato de que nenhuma das duas parece estar usando o traje de Ren nas cenas que já foram exibidas, o que indicaria a participação de uma terceira personagem feminina.
O novo filme ocorre cerca de 30 anos após os acontecimentos de Retorno de Jedi e é meticuloso ao basear-se em detalhes específicos da trilogia favorita dos fãs para que eles sobrevivam e façam sentido nos novos filmes.
Além do Episódio VII, que estreia em todo o mundo no próximo mês de dezembro, a saga ainda terá um novo filme, parte de uma nova série de aventuras chamada Star Wars Anthology. No primeiro destes filmes, Rogue One, que estreará no primeiro semestre do ano que vem, acompanharemos a Aliança Rebelde se infiltrando na Estrela da Morte para roubar os segredos militares da principal arma do Império, em acontecimentos que ocorreriam antes do Episódio IV, que nos apresenta a Luke Skywalker. Mas este seria apenas o primeiro filme de uma série que poderia mostrar vários outros personagens da série clássica em contextos passados ou futuros: a adolescência de Han Solo, o treinamento de Yoda, o destino de Bobba Fett, batalhas específicas das Guerras Clônicas, etc.
Star Wars Celebration também nos apresentou ao Grupo de História, da Lucasfilm, uma divisão criada inteiramente para manter a coesão entre os diferentes aspectos de toda a saga, criando coesão entre filmes, games, livros, quadrinhos, séries de TV (é…) e desenhos animados. A partir disso não é difícil imaginar que além dos quatro filmes já anunciados (os próximos três Episódios e o primeiro Anthology), o time montado por George Lucas já está cogitando um assalto aos cinemas em longo prazo, que pode incluir novos formatos e títulos, como Marvel, DC e tantos outros produtores de conteúdo vêm fazendo – expandindo seu universo para que ele faça sentido em todas as plataformas possíveis.
Aquela história de transmídia que eu vinha falando…

Neste domingo foi revelado o nome, a sinopse e a data de estreia do primeiro filme Guerra nas Estrelas fora das três trilogias (Caravana da Coragem não conta, né?). Rogue One se passa numa época em que os Jedi eram dados como extintos e a Aliança Rebelde planejava roubar os planos da Estrela da Morte. Falo mais desse novo filme e indico o trailer que vazou lá no meu blog do UOL: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/19/assista-ao-trailer-de-mais-um-filme-da-serie-guerra-nas-estrelas-rogue-one/

Nem bem nos recuperamos do segundo teaser do próximo episódio de Guerra nas Estrelas e eis que surge online mais um teaser de um novo filme. O primeiro filme que não faz parte das principais trilogias da saga criada por George Lucas foi apresentado neste domingo e chama-se Rogue One, anunciado como o primeiro de uma série de filmes sobre aquele universo batizada de Star Wars Anthology. O trailer foi filmado por um espectador do anúncio, que aconteceu no evento Star Wars Celebration, que termina hoje na Califórnia, nos EUA, e já caiu na internet, veja abaixo:
O filme será dirigido por Gareth Edwards (que fez o fraco remake de Godzilla do ano passado) e estreará no dia 16 de dezembro de 2016, mas ainda não começou a ser filmado. No teaser, ouvimos apenas a voz do ator Alec Guiness – o imortal Obi-Wan Kenobi – explicar que “por mais de mil gerações os Cavaleiros Jedi foram os guardiões da paz e justiça na Velha República. Antes das trevas. Antes do Império.” A Lucasfilm também apresentou a sinopse do novo filme, que conta como um grupo de pilotos da resistência planeja invadir o quartel general do Império para roubar os planos para a construção da maligna Estrela da Morte. O filme acontece pouco antes dos acontecimentos do Episódio IV, o primeiro filme da saga, numa época em que os Jedi são dados como extintos.
Vamos ver se este vazamento confirma uma tendência que obriga os autores a publicar a versão definitiva online uma vez que uma versão não-autorizada aparece na rede. Isso começou com o vazamento do primeiro trailer do novo Vingadores no final do ano passado. O trailer seria exibido após um episódio de Agents of S.H.I.E.L.D., mas devido ao vazamento na semana anterior, ele foi lançado quase que imediatamente no canal do YouTube da Marvel. A segunda vez que isso aconteceu foi na semana passada, quando o teaser do próximo filme do Super-Homem com o Batman, que seria exibido em sessões específicas no cinema, apareceu online na quinta passada (com legendas em português do Brasil). A reação da Warner/DC também foi divulgar o teaser na internet em menos de 24 horas depois. Marvel e DC já mostraram que não dá pra brigar com a internet, vamos ver se a Lucasfilm entra nessa. Acho que ela aceita, uma vez que o que vemos no curta não revela nada sobre o filme – apenas instiga a curiosidade. O que pra eles é ótimo.