Beyond Citizen Kane
Achei apropriado ressuscitar esse documentário…
Achei apropriado ressuscitar esse documentário…
Nos bastidores dos últimos filmes…
Um documentário narrado por John Peel. Já escrevi sobre o velho Don aqui e fiz um Vida Fodona especial pro mestre quando ele passou dessa pra outra.
E também é um povoado a 70 quilômetros de Porto Alegre. E um filme, de Rejane Zilles.
Afinal, você precisa saber quem é o Can e o que é krautrock.
O documentário é em alemão com legendas em inglês, mas mesmo se você não entender patavina de nenhum desses idiomas, dê play no vídeo e deixe rolando por uma hora e meia de trips pesadíssimas da contracultura musical alemã.
Você já deve ter ouvido falar nelas…
E agora o Mateus avisa que há um documentário sobre esse estranho fenômeno.
Nunca ouviu falar? Olha o que a Wikipedia diz…
Lembram do documentário sobre o OccupyWallStreet que contrapunha imagens da polícia agredindo os manifestantes nova-iorquinos com discursos do Obama e da Hillary pedindo voz para quem fala contra o governo? Olha ele aí legendado:
O diretor de O Silêncio dos Inocentes e Stop Making Sense passou pelo Zuccotti Park e registrou o que viu:
E disse que seu curta é “um infomercial para o OccupyWallStreet, uma resposta dos cidadãos a algo importante. Não tenho agenda, mas sou entusiasta e apoio isso de forma tão passional, que essa é a minha forma de contribuir“. Via Flavorwire, dica do Ramon.
Bem foda o documentário Bobby Fischer Against the World, que a festejada Liz Garbus lançou no início desse ano. Conta uma história relativamente conhecida – como surgiu o grande mestre do xadrez norte-americano, como sua ascensão popularizou o jogo no planeta e como ele, aos poucos, foi perdendo o prumo mental -, mas de forma magistral, com firmeza e graça tão improváveis em um tema tão árido. A pesquisa, que reuniu impressionantes imagens de arquivo, todas harmonicamente enfileiradas, vai ao ponto de investigar a psicologia da infância do protagonista, uma das celebridades mais enigmáticas da história dos EUA. Junto às cenas resgatadas, há entrevistas comoventes e uma disposição ao mesmo tempo cerebral e emocional à medida em que a história vai sendo contada, como se a diretora jogasse xadrez com as nossas expectativas.
Um filmaço, recomendado até pra quem acha xadrez chato (hereges!).