
Nothing Can Hurt Me conta a história de como o Big Star seria a maior banda de todos os tempos – e como isso não aconteceu.
Deve ser foda.

A disco music sempre foi tratada como escapista ou alienante, mas agora um documentário (ou mockumentário?) tenta recuperar a moral política do gênero, que teria funcionado como grito de guerra para grupos específicos dos anos 70 (negros, latinos, gays, entre outros) para conseguir pautar a sociedade com suas reivindicações depois de se embrenhar na música pop. Essa é a premissa de Secret Disco Revolution, saca só:
O Calbuque entrevistou o diretor canadense Jamie Kastner e fala mais sobre o filme em seu site.

O vizinho Cristiano Bastos avisa que seu documentário sobre o disco Paêbiru, Nas Paredes da Pedra Encantada, que dirigiu com Leonardo Bomfim, vai ser lançado em DVD em agosto pela gravadora goiana Monstro, em seu primeiro lançamento neste formato. O documentário conta a história por trás do mítico álbum Paêbiru, gravado por Lula Cortês e Zé Ramalho no início dos anos 70 e considerado um dos discos psicodélicos mais raros e herméticos do mundo. Abaixo, dois trailers, um formal…
E outro mais, como o Cristiano diz, “David Lynch”:
Demais.

Já dá pra chamar a DFA de clássica, apesar do minidocumentário abaixo, lançado esta semana, dizer o contrário. Ou você discorda?

Guto Barra e Gisela Matta (esta última recentemente morta ao andar de bicicleta no Rio de Janeiro) assinam a direção do documentário Restless: Keith Haring in Brazil sobre as vindas de um dos pais do grafitti moderno ao Brasil nos anos 80, especificamente para a cidadezinha de Serra Grande, perto de Ilhéus, na Bahia. N’O Globo, o Calbuque conversou com Barra, Julia Gruen (da Keith Haring Foundation, que banca o filme) e Kenny Scharf, artista plástico norte-americano, amigo pessoal de Keith, que morreu em 1990, e dono de um dos últimos resquícios da vinda de Haring ao Brasil, um mural pintado no chão. Veja o trailer de Restless abaixo:

Existem subculturas para tudo, isso é óbvio, mas algumas beiram a alucinação. É o caso dos bronies, denominação a pessoas adultas que gostam de Meu Querido Pônei a ponto de fazerem encontros para celebrar os valores da grife para meninas. São pessoas que conseguem ser ao mesmo tempo completamente esquisitas e incrivelmente amáveis (mesmo tendo algo de doentio), pelo menos a partir do que é visto no trailer do documentário Brony, abaixo:

Um trecho do documentário Stripped, financiado por crowdfunding, sobre fazer o ofício de fazer quadrinhos – e, abaixo, como ganhar dinheiro com eles via internet.
E o Move That Jukebox está confirmando a vinda de Daniel Johnston para a América do Sul, com passagem pelo Brasil, no início de março. Demais, hein!

Obra crucial para compreender a importância de Johnston, o documentário The Devil and Daniel Johnston, de Jeff Feuerzeig, está na íntegra na internet e pode ser visto abaixo: