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Keith Haring no Brasil

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Guto Barra e Gisela Matta (esta última recentemente morta ao andar de bicicleta no Rio de Janeiro) assinam a direção do documentário Restless: Keith Haring in Brazil sobre as vindas de um dos pais do grafitti moderno ao Brasil nos anos 80, especificamente para a cidadezinha de Serra Grande, perto de Ilhéus, na Bahia. N’O Globo, o Calbuque conversou com Barra, Julia Gruen (da Keith Haring Foundation, que banca o filme) e Kenny Scharf, artista plástico norte-americano, amigo pessoal de Keith, que morreu em 1990, e dono de um dos últimos resquícios da vinda de Haring ao Brasil, um mural pintado no chão. Veja o trailer de Restless abaixo:

 

Um documentário sobre adultos que gostam de Meu Querido Pônei

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Existem subculturas para tudo, isso é óbvio, mas algumas beiram a alucinação. É o caso dos bronies, denominação a pessoas adultas que gostam de Meu Querido Pônei a ponto de fazerem encontros para celebrar os valores da grife para meninas. São pessoas que conseguem ser ao mesmo tempo completamente esquisitas e incrivelmente amáveis (mesmo tendo algo de doentio), pelo menos a partir do que é visto no trailer do documentário Brony, abaixo:

 

Ravi Shankar (1920-2012)

Outro ícone ceifado por 2012. Mais que o professor de cítara de George Harrison, Ravi Shankar foi o maior embaixador da música indiana para o resto do mundo (muito por culpa de George, claro, mas isso não diminui sua importância). Abaixo, um documentário sobre sua longa vida:

 

Oscar Niemeyer (1907-2012)

Agora foi: morreu o cara que imaginou a cidade em que nasci. Todo o respeito para um dos maiores artistas do Brasil.

Abaixo, o Roda Vida com o arquiteto em 1997 e a íntegra do documentário A Vida é um Sopro:

 

A história de Wish You Were Here, do Pink Floyd

Apesar de não ter a aura mística do primeiro álbum, a força conceitual e mercadológica do Dark Side of the Moon nem a epicidade trágica e megalomaníaca do The Wall, Wish You Were Here é um dos principais álbuns do Pink Floyd – e talvez o mais importante para a própria banda. Afinal, foi nele em que os quatro souberam reconhecer sua própria importância (Dark Side of the Moon, o disco anterior, ainda foi gravado com alguma insegurança), além de celebrar a importância – e amizade – com o fundador da banda, Syd Barrett. O documentário The Story of Wish You Were Here, abaixo na íntegra, conta a história deste disco, partindo da idéia de homenagear Barrett (já presente no álbum antecessor, tanto implicitamente no título como explicitamente na faixa “Brain Damage”) à criação de cada uma das cinco faixas do disco, passando pelo dublê em chamas na capa e dúvidas em relação a se tornar uma engrenagem do sistema vendedor de discos, culminando com a tocante descrição de todos os integrantes da banda de como foi receber uma inusitada visita durante as gravações…

De chorar.