Os dramas da vida moderna.
Primeiro você clica nesse link e dá um passinho pra frente e veja o que acontece com a paisagem abaixo.
Depois você vai nesse outro e, mesma coisa, um passo pra frente e… cadê?
Dica do Privatti.
O Brancatelli fez uma matéria sobre como os aplicativos feitos a partir de dados públicos podem facilitar a vida da cidade e do cidadão no Metrópole de quinta-feira – e me pediu para dar uma força e falar do contexto mais amplo desse cenário.
Dados abertos: em prol da qualidade de vida
A internet, para muitos, vem como uma ameaça. Afinal, tanto o antigo CEO do Google Eric Schmidt, quanto o dono do Facebook, Mark Zuckerberg, já avisaram que a privacidade acabou. A WikiLeaks de Julian Assange paira sobre a cabeça do status quo com a possibilidade de desvendar segredos bem guardados a qualquer minuto. Hackers ativistas do grupo Anonymous avisam: “Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – honesto, aberto.”
Há uma mudança drástica, sutil e otimista no meio dessa paranoia. Afinal, ela requer mais dados abertos para a maioria das pessoas, transparência de governos, empresas e, por que não, do cidadão. E esses dados podem melhorar ainda mais a qualidade de vida das pessoas, principalmente em uma cidade como São Paulo.
Imagine se todos os motoristas pudessem dizer onde estão seus carros? Isso tornaria mais fácil a localização de engarrafamentos. E se pudéssemos detectar mais facilmente pontos de alagamento na época de chuvas? Ou acompanhar o orçamento de obras públicas desde o início? O mundo pode melhorar – e bastante.
Parece besta, a princípio, mas aí você vê o que o bicho faz…
Hoje participo do FILE, Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, em mesa redonda mediada pela coordenadora do festival, Eliane Weizmann. Também participam da mesa Alessandro Ludovico, crítico de mídia e editor-chefe da revista Neural; Régine Debatty, do blog we-make-money-not-art.com e Victoria Messi, do site El Pez Eléctrico. Como diz o texto do evento, “a mesa redonda irá tratar das problemáticas do jornalismo cultural contemporâneo e sua atuação frente à complexidade das manifestações culturais do século 21”. O debate acontece no Centro Cultural São Paulo nesta quinta, às 18h. Mais informações no site do evento.
Será que o Google + destrona o Facebook? Pra mim, são duas coisas diferentes…







