São os superpoderes do Nyan Cat.
Vi no Nhom.

(Chamamos de “picanha de peixe”, mas essa peça acima é filé de filhote – o melhor peixe amazônico, acreditem – no espeto, com bacon e purê de batatas com jambu. Inacredifuckingbelieviable.)
Ainda tou rascunhando um comentário mais longo sobre a curta e intensa passagem por Belém, no fim de semana passado. Além de rever grandes e velhos queridos e conhecer pessoalmente compadres e comadres que só habitavam a esfera digital, ainda rolou a tradicional trip gastronômica (ah, os sabores de Belém…) e doses cavalares de novidades em diferentes níveis. Mas nada superou a descoberta da Gang do Eletro, que já havia roubado a cena na segunda edição do espetáculo Terruá Pará e parece ser, finalmente, a primeira cria do tecnobrega a sair da fase beta. Coisa fina.
Não pude ir no Terruá Pará desse ano pois coincidiu bem com a minha viagem pra gringa. Mas cobri a primeira edição do evento pra revista Simples: dá pra ler tudo aqui.
Conversei com a senhora Huffington Post que esteve no Brasil na semana passada – e resumi o papo que tive com ela em na minha coluna do Caderno 2.
Arianna Huffington fala sobre o futuro do jornalismo
Na semana passada, Arianna Huffington esteve em São Paulo para palestrar em um evento e trouxe, na bagagem, uma informação que deixou todos em polvorosa: seu agregador de blogs, o diário Huffington Post, terá uma sucursal brasileira ainda em 2011. Seu site foi lançado em 2005 como duas operações conjuntas: de um lado, reuniu jornalistas para mudar a forma como as notícias são tratadas na internet, e do outro, oferece uma plataforma gratuita para blogueiros terem uma audiência maior.
A fórmula deu certo e o site se tornou referência para o jornalismo do século 21, ganhando relevância por cobrir de forma diferente tanto a crise financeira de 2008 quanto a eleição de Barack Obama, no mesmo ano. Sua sacada foi aprimorar a discussão com o público, tornando-o parte da notícia. Ela diz que, sem estatísticas, o jornalismo atual se esvazia, pois dá as costas para o que chama de “mais alta distinção” da profissão, que é contar histórias.
“Há tantos dados disponíveis hoje em dia, que parece que é possível justificar tudo apenas usando números”, ela me contou em entrevista na quinta-feira passada, dia 1º , no saguão do hotel Unique, em São Paulo. E afirmou que esse é um dos principais motivos do desinteresse do leitor pelas mídias tradicionais. “Esquecemos como contar histórias”, disse e concordou logo em seguida quando perguntei se esse era o motivo do sucesso do chamado “jornalismo cidadão” – em que, qualquer um, com um blog, pode se tornar um canal de notícias. Sem se encontrar nas notícias, o público começou a escrever sobre si mesmo.
E vai além: “Também acredito que a liberdade de expressão individual se tornou uma espécie de entretenimento”, dispara. “A gente sempre ouve perguntas como “por que as pessoas atualizam a Wikipedia de graça?”, “por que as pessoas blogam sem receber por isso?”, mas ninguém se pergunta por que as pessoas assistem a cinco horas seguidas de programas ruins de televisão de graça. Fora que escrever, criar… São formas muito mais inteligentes de entretenimento. Mesmo que você tenha um público muito pequeno, mesmo que escreva apenas para si mesmo e para poucos amigos. A liberdade de expressão individual é algo que precisa ser realizado”.
Segura de si, mas sem o estereótipo da mulher executiva do mundo digital, ela esbanja simpatia e deixa a conversa sempre em tom informal, lembrando que isso também é um dos motivos do jornalismo atual estar distante do leitor online – e riu ao lembrar como seu site noticiou o escândalo do presidente do FMI Dominique Strauss-Kahn com a manchete “OMG IMF” (siglas em inglês para “Meu Deus, FMI!”), típica da linguagem online.
Sobre o Huffington Post Brasil, ela não tem nada definido. “Estou conversando com possíveis parceiros, mas quero lançá-lo ainda neste ano”.
Lembram de Benni Cinkle, né?
Ah, lembram:
Poizé, ela agora se lança em “carreira solo”. Tinha até traduzido uma matéria do New York Times que falava do sucesso dessa menina depois do famoso clipe da amiga dela.
Tudo errado, né.
Bem foda esse Not Tetris que a Helô indicou no Link.
O vídeo seria transmitido ao vivo pelo YouTube…
…Neil Armstrong twittaria sua clássica frase…
…e a foto viria via Twitpic…
…claro que seria o assunto do dia nos Trending Topics…
E Neil Armstrong viraria um meme:
Um post tungado inteirinho da agência Ignite.
Como o tempo passa rápido…
…E como tudo relacionado ao meio digital parece envelhecer mais rápido também, né…











