Enquanto a cinebiografia de Steve Jobs escrita por Aaron Sorkin e dirigida por Danny Boyle não chega aos cinemas, um documentário vem arranhar a aura de líder espiritual do fundador da Apple ao sublinhar que toda seu carisma de popstar e magnetismo visionário eram apenas a fachada de uma pessoa sem amigos e obcecada por trabalho e dinheiro. As credenciais do diretor do filme, Alex Gibney, não são fracas – ele dirigiu documentários sobre a empresa que causou uma crise financeira nos EUA (Enron: Os Mais Espertos da Sala, de 2005) sobre o escritor e jornalista Hunter Thompson (Gonzo, de 2008), sobre o site WikiLeaks (We Steal Secrets, de 2013); sobre o músico africano Fela Kuti (Finding Fela, de 2014) e sobre a cientologia (Going Clear, lançado este ano). Mas mesmo assim muitos fãs da Apple vão reclamar do filme. Fã é foda…
O projeto Família + Ativa da Nestlé visa tornar os parentes mais próximos em diferentes atividades e eles me chamaram para falar sobre a importância da tecnologia nesta hora.
Basta ver como essas crianças reagem ao serem apresentadas à primeira versão do iPod.
Saiu o primeiro volume da trilogia sueca The Game, uma mistura de Matrix com Jogos Vorazes, que se passa na vida real e cuja tradução para o português foi feita por mim e pela minha esposa Mariana. Prestigiem 😉
Uma ideia idiota, muito tempo sobrando e um vídeo de “Tainted Love” cantado por nomes de usuários do Twitter – assista, é melhor do que essa descrição parece indicar.
Um recurso visual no elevador do novo World Trade Center permite que seus passageiros possam acompanhar a evolução da paisagem urbana de Nova York no último século à medida em que sobem-se seus andares – contando, inclusive, com um breve relance das torres gêmeas do WTC original.
A marca de amplificadores Marshall já havia se miniturializado ao focar sua produção também em fones de ouvido – e aproveitou a atual onda de roqueiros velhos pra capitalizar em cima deles fabricando seu próprio celular. O Marshall London é só um celular Android OK que, segundo o fabricante, é focado na experiência sonora, mas isso pode ser um grande papo furado apenas pra vender esse belo telefone com visual vintage.
Vi no Verge.
“Por que lançar um disco desse jeito e por que torná-lo gratuito? Bem, o principal motivo, e eu nem tenho certeza de que precisamos de outro, é que sentimos que seria divertido. E o que é mais divertido que uma surpresa?”, disse o gênio da raça Jeff Tweedy ao anunciar, na página do Facebook do Wilco, o mais novo disco de sua banda, que chama-se nada menos do que Star Wars – e pode ser baixado gratuitamente (e por tempo limitado, por isso corram) no site da banda.
Porque alguma coisa boa tinha de sair do trailer desse novo filme do Super-Homem…
A abertura do clássico seriado com Will Smith feita via Grand Theft Auto me faz volta àquela velha discussão entre cinema e videogame mais uma vez, lá no meu blog no UOL.









