A fornida aí em cima adaptou a profissão mais antiga do mundo para os tempos digitais e individualistas que vivemos – e botou a virgindade pra ser leiloada online. Já ofereceram quase 4 milhões de dólares pelo hímen da moça. Se perigar, isso vira carreira – afinal, muitas faturam isso vendendo à prestaçao, né (não o cabaço)…
Um anúncio do disco novo da moça foi devidamente interferido no metrô de Berlim…
Vi no Merigo.
Hoje é aniversário dele:
The fictional HAL 9000 computer becomes operational, according to Arthur C. Clarke’s 2001: A Space Odyssey. In the 1968 movie adaptation, the computer’s statement — I am a HAL 9000 computer, Production Number 3. I became operational at the HAL Plant in Urbana, Illinois, on January 12, 1997 — put his birthdate in 1992. Both dates have now passed with no super-intelligent, human-like HAL computer in sight.
Falando em Beastie Boys e nesse tourzinho virtual pela esquina da esquina do Paul’s Boutique, lembrei da primeira encarnação da Blender, antes de assumir que o R&B é o novo pop, quando a revista queria ser moderna e eletrônica. A web como conhecemos já havia surgido e aos poucos as pessoas começavam a encarar o computador como uma forma de entretenimento e o futuro parecia promissor (como, percebemos, realmente era). Como em 1995 a imprensa online ainda era muito incipiente, a Blender surgiu junto com uma novidade que chacoalhou – mas não muito – o mercado editorial mundial: a revista em CD-ROM. Em vez de uma edição em papel, a revista era um disco que, ao ser colocado no computador, abria uma espécie de hotsite com o conteúdo em texto e material multimídia. Lembro dessa edição que eu coloquei a capa aí em cima que trazia uma turnê virtual pelo estúdio dos Beastie Boys. E, procurando na web pra ver se eu achava algo sobre essa história, encontrei esse saite com o arquivo multimídia da revista e nem lembrava dessa capa inacreditável, se liga:
Acho que eu tenho essas duas edições aqui em casa. Parece tosco, mas era uma época boa, tenho de dizer.
Era assim que a gente se informava online naquela época. Fui lembrando dessa história da Blender e me veio o Addicted to Noise, o único saite sobre música que era o Pitchfork de seu tempo – só que com bom gosto. O arquivo inteiro do site tá aqui e dá pra gastar horas lendo as entrevistas e matérias da época.
A história da internet, contada de uma forma didática e inteligente – alguém se dispõe a dublar isso pro português? Aposto que o autor curtiria… A dica é da Bia, que tá com blog bem legal lá com o povo Gizmodo.













