Outra que eu postei antes no Link.
O mestre esclarece em sua coluna de hoje: “Só para não haver mal-entendidos: não tenho twitter, nunca terei twitter, nem sei bem o que é twitter”. Então tá.
O Mini comentou esse curta do uruguaio Federico Alvez um dia antes do diretor Sam Raimi chamá-lo para produzir um filme em Hollywood.
Como vocês podem ver, o cara não é fraco, não…
Olha quem voltou:
E sim, o Nassif, que comenta a coluna que o Doria escreveu nesta segunda no Link, em que este último dizia que o Google seria um “cão de um truque só”. Antes de contra-argumentar Pedro (na verdade, o argumento é do Steve Ballmer, da Microsoft), Nassif gentilmente comenta o que acha do trabalho que faço diariamente com a minha equipe:
O Link é, de longe, o melhor caderno de informática do país – incluindo as revistas para micreiros.
Acho engraçado esses termos (“informática”, “micreiro”, parece o meu pai falando), mas agradeço o raro elogio. Sabe como é, jornalista é uma raça que não especialmente conhecida por reconhecer o trabalho de seus pares. E, em tempo, também discordei do Pedro quando ele veio me apresentar o tema de sua coluna, na semana passada. Mas é uma boa polêmica.
O expressionismo do Brock Davis (kibado porcamente pelo Capinaremos) é como um espelho: se você viu algo na tela acima, sabe a que geração pertence. Se não viu, clique na imagem.
Patrick Moberg define bem os vícios modernos ao compará-los aos antigos. No link ele explica porque Twitter é cocaína, YouTube é tequila e Gmail é cafeína. E o 4chan, o que é? Heroína? Crack?
Incrível. Lá do Link.











