Tou há uma cara pra falar disso, mas só na minha coluna de ontem no 2 que consegui recomendar o Tumblr do Danilo que, como o Fred comentou, é o Don’t Touch My Moleskine para meninos. Fiz uma compilação, olha o naipe:
…ou ao menos façam umas legendas, ponham uns balões, sei lá.
Vi aqui.
Você já deve ter visto esse vídeo:
Ele foi tema da palestra do OK Go no SXSW, que conseguiu que a plateia o homenageasse.
Vi lá no LOL.
…que passou a manhã twittando o que viu ontem. Leia de baixo pra cima:
A Spin já foi a revista de música mais importante dos Estados Unidos, quando a Rolling Stone assumiu o ar yuppie e fingia que o rock inglês era um modismo passageiro. Do meio dos anos 80 até quase o fim dos anos 90, a revista não só detectava tendências como consagrava nomes em ascensão, além de ser editada com uma verve estritamente pop, sem pretensões intelectuais, jornalísticas ou deslumbradas. Ela consolidou tanto o rock alternativo dos EUA quanto o pop inglês no início dos anos 90 e tornou-se o contraponto ideal para a caretice da Rolling Stones. Depois, já neste século, se perdeu entre o R&B e o new metal (como o tablóide inglês NME, que só agora parece sair dessa crise), até arriscou um flerte com o indie mainstream, mas perdeu completamente a mão. O melhor é que a revista fechou com o Google Books e agora todas suas edições estão disponíveis online – e de graça.

































