Trabalho Sujo - Home

Digital

Vem, Moliére!

André Paste is da man.

Malabarismo

Vi no Pattoli.

Falando no Laerte, eu adoro essa série dele.




Os dois melhores resumos da epicidade brasiliense dada por Renato Russo em suas letras estão em suas narrativas trovadoras, “Eduardo e Mônica” e “Faroeste Caboclo”. Mas enquanto o Romeu e Julieta do cerrado traduz o dia-a-dia de uma sociedade que ainda se descobria, em auto-formação, “Faroeste” delimitava o contorno geográfico, os limites em que aquela nova cidade se reconhecia. A partir desta constatação, o Edmundo fez um Google Maps localizando os pontos citados no épico do terceiro disco do Legião. Bem foda.

Que delírio esse casemod.

Detalhe do painel…

…ó o pendrive…

…e a webcam?

Aqui tem muito mais fotos desse computador que, além de tudo, funciona.

4:20

4:20

Minha coluninha que saiu ontem no Caderno 2

Os blues dos anos 10
O drama do LCD Soundsystem

Às vésperas de lançar seu terceiro disco em maio, o grupo nova-iorquino LCD Soundsystem fez um show surpresa no Webster Hall, em sua cidade-natal, na última segunda-feira. Em dado momento da apresentação, o líder e vocalista da banda, James Murphy, caiu de joelhos no palco e se dirigiu ao público com seriedade. “Se você receber uma cópia do disco e tiver vontade de compartilhá-la com mundo, por favor não faça isso”, disse. “Passamos dois anos fazendo este álbum e queremos lançá-lo quando acharmos que é a hora de lançá-lo. Não estou preocupado com o dinheiro – depois que o disco for lançado, você pode dá-lo de graça para quem você quiser, mas até lá, guarde-o consigo.”

O desabafo vem de um dos artistas que melhor souberam usar a internet para se estabelecer. Mais do que um simples astro lançado no MySpace, o LCD Soundsystem se lançou em singles que foram distribuídos primeiro via MP3 e depois foram remixados por DJs e produtores tanto do selo de Murphy (a DFA) quanto de fora – remixes que corriam a internet afora.

Oito anos depois de lançar sua primeira música (“Losing My Edge”), a banda cresceu o suficiente para se incomodar com aquilo que antes foi seu principal canal de divulgação.

Não é exclusividade deles. Grande parte da geração que se estabeleceu graças à internet agora se vê às voltas com os mesmos problemas dos artistas que já eram grandes quando a internet se popularizou. Em entrevista à revista Rolling Stone brasileira, o vocalista do Franz Ferdinand, Alex Kapranos, comentou que a cantora “Lily Allen foi destruída pela imprensa por dizer que as bandas mais novas sofrem mais com isso”.

Ouvindo This is Happening, o terceiro disco do LCD Soundsystem, percebe-se que a tensão inquieta dos anteriores segue presente, mas misturada com uma tristeza e desilusão que não havia antes. Talvez James Murphy esteja sentindo um novo tipo de blues, uma tensão digital típica dos novíssimos anos 10.

“Cortem a cabeça!”
Alice no iPad

A versão de Tim Burton para o clássico Alice no País das Maravilhas estreia na próxima quarta no Brasil, mas a menina entrou em outro ambiente fantástico na semana passada. Alice in the iPad é um aplicativo em que é possível ler o livro de Lewis Carroll com ilustrações em movimento, que invadem o texto e mudam conforme se mexe com o aparelho, deixando o leitor tão perdido quanto Alice. O aplicativo custa US$ 9.

Saltando da tela

Parece um comercial bem feito e tal: agora assista-o de novo na página do Vimeo.

4:20