Maior satisfação de receber no palco do Centro da Terra nesta terça-feira, dia 17 de setembro, às 20h, a apresentação Cantigas, idealizada pela cantora cearense Laya (mais informações aqui). Inspirada pelos mantras indianos e pela tradição de se reunir ao redor da fogueira para cantar, ela propõe um show em círculo, colocando todos – artistas e público – em uma mesma roda para conduzir o público em um transe coletivo inspirado por suas canções, velhas e novas, além das de seus covidados, os músicos Carlos Hardy, Malu Maria e Michele Tajra. “Fazer um som com as pessoas que estão presentes, sentindo a energia de todos e todos podendo participar, todos cantando junto”, ela me explica na entrevista abaixo, “Cantigas tem muito essa ideia do coro, da roda, de todos estarmos juntos, todos no mesmo lugar, todos se vendo, na mesma altura, com os corações alinhados, gerando um campo de força, um centro de energia”.
O cantor e compositor paulistano Thiago Pethit convidou o grupo de tambores femininos Mbeji para lançar seu disco Mal dos Trópicos neste domingo, às 18h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Parte do repertório dos shows de João Gilberto nunca foi gravada – canções que ouvia no rádio quando ainda morava na Bahia, que não chegou a registrar em disco e que eram lapidadas, lentamente, em seus shows pelo mundo. O espetáculo Rei Sem Coroa, idealizado por Paulo Carvalho e Kassin com as presenças das cantoras Nina Becker e Mãeana, estreia neste sábado no Centro Cultural São Paulo, às 19h, e traz justamente este repertório inexplorado do maior nome da nossa música (mais informações aqui).
A banda cearense Selvagens à Procura de Lei comemora dez anos de atividade e inicia as atividades do novo disco Intuição nesta quinta-feira, às 21h, no palco do Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).
Que satisfação receber o primeiro show da volta da banda do mestre Carlos Eduardo Miranda (que nos deixou em 2018), o grupo punk noise gaúcho Atahualpa y Us Panquis, ressurge em nova formação nesta terça-feira, no Centro da Terra, às 20h, com o espetáculo Só Alegria, que ainda contará com a estreia da cantora Bel Hammes, companheira do nosso amigo (mais informações aqui). A versão atual do grupo conta com os integrantes originais Jimi Joe, Flu, Paulo Mello e Castor Daudt (estes dois últimos integrantes do Defalla), além de Carlinhos Carneiro (do Bidê ou Balde), formação que grava o segundo disco da banda, Minimundo, já que o primeiro, Agradeça ao Senhor, lançado nos anos 90, não continha clássicos da primeira formação do grupo como “Sandinista”, “Shoobidabidooba POA é Meu Lar” e “Os Analistas”. Bati um papo com a banda sobre esta celebração e a nova fase do grupo.
O clássico grupo prog brasileiro O Som Nosso de Cada Dia, que apresentaria-se neste domingo no CCSP, teve questões pessoais que forçaram o adiamento de sua apresentação – a nova data acontecerá dia 13 de outubro.
Os multiinstrumentistas Danilo Penteado, Guilherme Kafé e Igor Caracas mostram seus respectivos trabalhos solos (Ling Leng, Eu Sou o Tipo de Pessoa que Pode Transformar Tudo em sua Casa e Cada Passo, todos lançados este ano) contando com uns aos outros como músicos de apoio, nesta quinta, às 21h (mais informações aqui).
Eduardo Praça (ex-Ludovic e Quarto Negro) lança Crux, o novo disco de seu projeto solo Apeles nesta quarta, às 21h, no Centro Cultural São Paulo, na sala Jardel Filho (mais informações aqui). A abertura é do mineiro Bernardo Bauer.
Maior satisfação em receber a banda paulistana psicodélica Applegate para uma apresentação única no Centro da Terra, quando prenunciam, nesta terça-feira, dia 3 de setembro, seu primeiro disco no espetáculo Cidade às Cinzas, um comentário pessimista sobre a realidade distópica que vivemos em 2019. “Nosso cotidiano respira as engrenagens sujas do sistema”, diz o conjunto em uníssono, que transforma seu show em uma imersão visual em que coloca a iluminação e projeções como protagonistas da apresentação, a partir das 20h (mais informações aqui). Conversei com os integrantes da banda sobre esta apresentação única.
Imensa satisfação em receber a hidra de treze cabeças Trupe Chá de Boldo como dona das segundas-feiras deste setembro no Centro da Terra. São quatro noites em que o grupo paulistano experimenta novas sonoridades em busca de ideias para um próximo álbum, ao mesmo tempo em que resgata suas próprias raízes nesta busca. A temporada Subterrânea, foi dividida em quatro atos: no primeiro, dia 2, eles chamam o técnico de som Eduardo Mancha, que tem o projeto Dubdubom, para o palco e revisitam o repertório da banda em versões espaciais jamaicanas, na noite batizada de Dub no Sul. No dia 9, eles celebram a arquiteta Lina Bo Bardi, com a noite As Cidades e o Desejo, que será tema de um próximo EP do grupo. Na terceira noite, dia 16, eles partem do conceito do título Cine Espacial, para fazer uma apresentação sem pausas musicais, e terminando com a noite Infernal, dia 23, quando apresenta as músicas novas que comporão o repertório de seu próximo álbum. Conversei com os integrantes da banda sobre esta temporada no Centro da Terra (mais informações aqui).









