
O encontro da Bike com o guitarrista Guilherme Held, que produziu o próximo disco da banda, Arte Bruta, no Centro da Terra, convidou o público a um transe coletivo que ia da psicodelia ao krautrock, passando pelo noise e fusion, numa catarse melódica e barulhenta que atordoou a todos os presentes. Impacto fulminante!
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E quem encerra a programação de julho do Centro da Terra é a banda Bike, que convidou seu comparsa e produtor de seu quinto álbum, Guilherme Held, para subir no palco do teatro do Sumaré contrapondo o próximo disco da banda paulista, batizado Arte Bruta, com o primeiro disco solo de Held, Corpo Nós, lançado em 2020. A junção destas duas partes dá origem a Corpo Bruto, espetáculo em que três guitarras dando tom da psicodelia desta noite. A apresentação começa pontualmente às 20h e os ingressos podem ser comprados através deste link.

E nesta terça-feira, Theo Charbel fez a disco music baixar no Centro da Terra, encerrando a temporada Choque Térmico, em que eletrônico e analógico misturavam-se no palco do teatro por quatro noites instigantes. Acompanhada de Guilherme D’Almeida e Vinicius Rodrigues, ela mostrou músicas recém-lançadas e inéditas para um público bem animado, deixando gosto de quero mais.
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Foi bonito o espetáculo que Laya, Malu Maria e Tika fizeram nesta terça-feira no Centro da Terra. Ondas Sísmicas, por Gabriel Bernini, é uma celebração da força feminina da música brasileira e as três fizeram valer a premissa desta ode.
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Maior prazer receber nesta terça-feira, no Centro da Terra, mais uma versão do espetáculo Ondas Sísmicas, idealizado pelo publicitário e pesquisador Gabriel Bernini, a partir do livro de mesmo nome, em que celebra a presença feminina na música brasileira. No palco, o espetáculo fica na mão de Laya (percussão), Malu Maria (percussão e flauta) e Tika (violão e guitarra) que revezam suas próprias composições acompanhando-as umas às outras. A apresentação desta noite fica por conta da vocalista do grupo Teto Preto, Laura Diaz, o espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos podem ser comprados neste link.

Linda a apresentação que a produtora Sue fez no Centro da Terra ao lado de Eddu Ferrira e Paula Rebellato em mais um capítulo da temporada Choque Térmico. Projetando suas fotos e vídeos em cima dos músicos, ela nos convidou a uma viagem ambient delicada e com uma tensão milimétrica, abrindo espaço para improvisos e solos sutis e beats precisos.
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Ao apresentar seu Experimentos N°1, Dudu Tsuda e Lena Kilina deram início a uma parceria que promete frutos improváveis, como o casamento entre ruído e poesia, samples de tribos indígenas e placas de metal, piano percussivo e performance, como o que assistimos nesta terça-feira no Centro da Terra.
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A viagem desta terça-feira no Centro da Terra é proporcionada a partir do encontro do multiartista Dudu Tsuda com a pesquisadora e performer russa Lena Kilina, que em sua apresentação Experimentos N°1 propõem “ensaios poéticos em performance em torno de sensações e sentimentos que afloram dos inúmeros episódios de violência experienciados no presente”, como explicam na descrição de sua apresentação. O espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos podem ser comprados antecipadamente por aqui.

Se você puder assistir ao Taxidermia – o encontro eletrônico dos baianos Jadsaa com João Meirelles – num teatro, não deixe essa oportunidade escapar. Num contexto de temperatura e pressão controladas, o espetáculo proposto pelos dois (com luz da Maíra Morena, projeções do Gabriel Rolim e participação especialíssima de Pedro Bienemann) ganha várias camadas de entendimento que vão para além do simples encontro da voz com a eletrônica, derretendo cérebros e corações na primeira sessão da temporada Choque Térmico, que continua nas próximas segundas-feiras. sempre no Centro da Terra.
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O calor humano e a frieza das máquinas são criações culturais. Claro que a mudança de temperatura nestes dois corpos distintos podem por fim em suas atividades nativas, mas a frieza orgânica e o calor mecânico ou digital também são realidades possíveis e não significam que um meio deixa de existir a partir desta mudança de temperatura. Durante as segundas-feiras de julho reunimos artistas que transpõem estas duas linguagens em quatro apresentações distintas. A primeira delas acontece excepcionalmente numa terça-feira, quando o Taxidermia dos baianos Jadsa faz e João Millet Meirelles conta com a presença do músico Pedro Bienemann. As segundas seguintes recebem formações distintas. No dia 11 Bernardo Pacheco abre mais um capítulo de seu projeto de improviso livre Formação, quando realiza o Reforma #4 ao lado de nomes tão distintos quanto Juçara Marçal, Rayani Sinara, Yusef Saif e Mau Schramm. Na segunda seguinte, dia 18, é a vez da instrumentista Sue mostrar suas composições com dois convidados distintos, Eddu Ferreira e Paula Rebellato. E na última segunda-feira, Theo Charbel mostra suas canções misturando as diferentes linguagens ao lado dos músicos Guilherme D’Almeida e Vinícius Rodrigues. Os espetáculos no Centro da Terra começam sempre pontualmente às às 20h e quem quiser comprar os ingressos antes, é só acessar este link.