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Beyoncé + Andre 3000 = Amy Winehouse?

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E por falar em Outkast, apareceu outra música da trilha sonora do Grande Gatsby de Baz Luhrman, desta vez com Andre 3000 e Beyoncé revisitando “Back to Black” da Amy Winehouse. E, como as duas músicas da trilha do filme que já haviam dado as caras (a de Lana e a do Xx), é uma versão completamente dispensável, que nada acrescenta ao original, por melhor que as intenções possam parecer. A única versão que apareceu é temperada com uma insuportável vinheta da rádio em que o produtor Mark Ronson, que mostrou a música em seu programa Autentic Sh-t, na sexta passada. E é essa vinheta que torna bem grande a chance de você não conseguir chegar até o fim da faixa, abaixo: Achei uma versão sem a vinheta!

“Get Lucky” com Sam Sparro

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Ele quis pegar carona no hype mas… ficou na tentativa (dica do Ronaldo, valeu!). No entanto, deu a idéia – vai que mais alguém morde essa isca…

Justin Timberlake sitting on the dock of the bay

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Justin se arriscou no clássico de Otis Redding – e ao lado do mestre Steve Cropper – na apresentação em homenagem ao soul de Memphis na Casa Branca. E não fez feio – embora não tenha arriscado o assobio…

Vi no Bracin.

Justin Timberlake: “Your shine is somethin’ like a mirror”

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“Mirrors”, do disco novo do Justin Timberlake, já está entre as melhores músicas de 2013, mesmo soando estranhamente (e, de certa forma, fechando um ciclo) com as baladas frouxas do N’Sync. E foi a segunda música do disco a ganhar vídeo:

Não deixe de ver a segunda parte do vídeo, em que Justin faz uma das coisas que faz melhor: dança. A música também foi apresentada (abaixo) na semana em que o crooner participou do programa do broder Jimmy Fallon (compilei as History of Rap dos dois outro dia aqui, sempre vale a pena rever) e o Vinícius reuniu as cinco canções tocadas ao vivo naquela semana num mesmo post.

Não desanime com a mensagem de erro que aparece logo que você aperta o play: são os patrocinadores que não podem ser exibidos graças a problemas de fronteiras geográficas. Espere 30 segundos que a música começa.

E o ?uestlove, baterista do Roots, que também é a banda de apoio de Jimmy Fallon e discotecou antes do show de Justin no SXSW deste ano, comentou num fórum (pinçado pela Billboard) que um segundo volume do novíssimo 20/20 Experience já estaria prontinho para ser lançado antes do fim deste ano.

E por falar nesse show do SXSW (Justin é acionista e garoto-propaganda do novo MySpace, que tenta reerguer-se como plataforma para músicos), olha a música que ele tocou…

Alguém viu a íntegra desse show em vídeo?

Frank Miller, Friendly Fires, Bat for Lashes e Depeche Mode

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Ao voltar-se para a sétima arte, o mestre dos quadrinhos confirma a má fase e mostra seu lado mais brega possível. O que era possibilidade em Sin City e virou tragédia em Spirit, agora virou um mero comercial de TV bem palha.

Que ainda rendeu uma versão do Friendly Fires para o maior hit do Depeche Mode, “Strangelove”.

Ficou bem mais ou menos – mas ficou melhor que o comercial. A versão da Bat for Lashes, pra mesma música e campanha, ficou melhor que a do Friendly Fires:

Azealia Banks x Strokes

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Azealia Banks gravando Barely Legal” dos Strokes. No fundo do inconsciente algum neurônio conecta com outro para cogitar uma possibilidade quase imaginário disso funcionar. Ora, os Strokes sempre compuseram quase formulaicamente como uma banda de música eletrônica enfileirando loops de riffs punk e pós-punk (e isso não é uma crítica, pelo contrário), talvez Azealia tenha pego uma veia que os situe na mesma Nova York mesmo que com dez (doze!) anos de distância. Mas aí você aperta o play e é uma fuleiragem do nível “Celine Dion grava com David Guetta”.

Depret. Vi no Stereogum.