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Garbage ♥ Cure

O Garbage encerrou a programação do fim de semana no Royal Albert Hall na capital inglesa, quando Robert Smith apresentou sua curadoria de música para a edição deste ano dos shows beneficentes para a fundação Teenage Cancer Trust. É a primeira vez que o líder do Cure assume o cargo que, até o ano passado, era do fundador da ONG, o vocalista do Who Roger Daltrey. Na edição 2026, Smith chamou bandas como Mogwai, Manic Street Preachers, Chvrches e My Bloody Valentine e as apresentações terminaram neste sábado, quando a banda Placebo abriu para o show do Garbage, que, com Shirley Manson à frente, fez uma bela versão para a clássica “Lovesong” do Cure. Olha que beleza…

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Manic Street Preachers ♥ Cure

A ONG inglesa Teenage Cancer Trust, que há 24 anos realiza shows para arrecadar fundos para lidar com o tratamento de jovens que atravessam sua adolescência com a doença, trocou de curador para a edição deste ano, quando, no ano passado, seu fundador e curador até então, o vocalista do grupo The Who Roger Daltrey, deixou o cargo para convidar o líder do Cure Robert Smith para assumir a nova função. Smith, que já assumiu cargo do tipo quando assumiu a programação da edição de 2018 do festival inglês Meltdown (reunindo Mogwai, Nine Inch Nails, Psychedelic Furs e The Church no mesmo evento), escolheu os artistas para a primeira edição dos shows deste ano, que acontecem no Royal Albert Hall em Londres durante esta semana, e a primeira noite aconteceu nesta quinta-feira, com shows dos grupos Joy Formidable e do Manic Street Preachers, este último saudando o curador da noite ao tocar “Close to Me” do Cure, além de versões para músicas do The The (o hit “This is the Day”) e do Echo & The Bunnymen (“Bring On the Dancing Horses”).

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Geese ♥ Spacemen 3

Não deu outra: depois de homenagear o Primal Scream em Glasgow e os Stone Roses em Manchester, o grupo-sensação nova-iorquino Geese celebrou suas influências inglesas quando chegou à capital do Reino Unido, nesta quarta-feira. Como fez nas apresentações anteriores, o grupo liderado por Cameron Winter aproveitou a pausa estratégica em seu épico “2122” para cutucar o nerdismo musical do público que lotou o Apollo londrino ao pinçar “Come Down Easy”, penúltima faixa do segundo disco dos psicodélicos Spacemen 3. Eles não dão ponto sem nó.

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Geese ♥ Stone Roses

E o Geese tá fazendo a Dua Lipa – tocando canções das cidades que passa – em sua passagem pelo Reino Unido, hein? Depois de meter um hit do Primal Scream ao se apresentar na Escócia, agora foi a vez de saudar Manchester, espremendo o groovezinho de “Fool’s Gold” dos Stone Roses no meio de sua “2122” no show que fizeram nesta terça no Victoria Warehouse. E todo mundo sacou seu celular pra registrar o momento e espalhar para o resto do planeta. É massa ver o hype crescendo ao redor de uma banda que o faz por merecer…

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Geese ♥ Primal Scream

Sexta passada o Geese tocou em Glasgow, na Escócia, e para saudar os locais, puxou a clássica “Movin’ On Up” do Primal Scream no meio de sua “2122”. Olha que beleza…

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Killers ♥ Arcade Fire

Enquanto o Lollapalooza acontecia em São Paulo, o festival colombiano Estéreo Picnic (que dividia algumas atrações com o evento daqui) provocava o encontro dos Killers com o Arcade Fire quando o vocalista da primeira banda, Brandon Flowers, convidou o líder da segunda (que nem estava escalada no evento) para o palco (depois de tocar uma versão para “The Suburbs”), quando dividiram o hit dos canadenses “Rebellion (Lies)” além da música “When You Were Young”, dos Killers.

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St. Vincent ♥ Alanis Morissette

Enquanto isso, no SXSW, em Austin, nos EUA, St. Vincent compareceu ao evento para discotecar no sábado e acabou dividindo o palco com Alanis Morissette em seu inevitável hit “You Oughta Know”. E, pra variar, fez bonito.

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Harry Styles ♥ Tears for Fears

Harry Styles criou uma expectativa para o disco que lançou na sexta passada, mas Kiss All the Time. Disco, Occasionally mal chega a causar alguma reverberação parecida com os discos anteriores, sempre alavancados por hits irresistíveis como “Watermelon Sugar” e “As It Was”. A chave para essa percepção talvez esteja na música que ele escolheu tocar no convite feito pela BBC inglesa para participar de seu Live Lounge, quando pinçou o monumento pop oitentista “Everybody Wants to Rule the World” dos Tears for Fears para revisitar. Ao escolher a canção mais conhecida de um artista reconhecido como central no pop maduro daquela época – e não mudar um milímetro do arranjo original -, Styles parece reforçar a escolha de não correr riscos e manter-se no mesmo lugar, sem fazer nada fora do comum. Esse talvez seja o principal pecado de seu novo álbum, que não é ruim, mas não emociona – como esse cover xerox que ele fez. Tomara que o disco cresça ao vivo, porque senão…

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Oklou ♥ Plain White T’s

A francesa Oklou passou pelo estúdio da rádio australiana Triple J e como de praxe fez uma versão para o especial Like a Version da emissora. Escolheu uma música que não conhecia (“Hey There Delilah”, dos norte-americanos Plain White T’s) e mexeu pouco no arranjo original, deixando-a mais leve e menos brega. Fora que é sempre bom, quando ela resolve deixar os eletrônicos de lado, deixando sua voz soar doce ao natural, sem efeitos.

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St. Vincent ♥ Jeff Buckley

Olha isso… Terça passada St. Vincent fez uma apresentação intimista no pequeno Little Saint, na cidade de Healdsburg, na Califórnia, nos EUA, ao lado de sua tecladista Rachel Eckroth. Mas num dado momento, ela preferiu tocar apenas sua guitarra e surpreendeu todo mundo com uma versão emocionante para “Grace” do Jeff Buckley. Na mesma noite ela também tocou “Personal Jesus” do Depeche Mode, mas eu ainda não encontrei esse vídeo online…

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