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Killers ♥ Arcade Fire

Enquanto o Lollapalooza acontecia em São Paulo, o festival colombiano Estéreo Picnic (que dividia algumas atrações com o evento daqui) provocava o encontro dos Killers com o Arcade Fire quando o vocalista da primeira banda, Brandon Flowers, convidou o líder da segunda (que nem estava escalada no evento) para o palco (depois de tocar uma versão para “The Suburbs”), quando dividiram o hit dos canadenses “Rebellion (Lies)” além da música “When You Were Young”, dos Killers.

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St. Vincent ♥ Alanis Morissette

Enquanto isso, no SXSW, em Austin, nos EUA, St. Vincent compareceu ao evento para discotecar no sábado e acabou dividindo o palco com Alanis Morissette em seu inevitável hit “You Oughta Know”. E, pra variar, fez bonito.

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Harry Styles ♥ Tears for Fears

Harry Styles criou uma expectativa para o disco que lançou na sexta passada, mas Kiss All the Time. Disco, Occasionally mal chega a causar alguma reverberação parecida com os discos anteriores, sempre alavancados por hits irresistíveis como “Watermelon Sugar” e “As It Was”. A chave para essa percepção talvez esteja na música que ele escolheu tocar no convite feito pela BBC inglesa para participar de seu Live Lounge, quando pinçou o monumento pop oitentista “Everybody Wants to Rule the World” dos Tears for Fears para revisitar. Ao escolher a canção mais conhecida de um artista reconhecido como central no pop maduro daquela época – e não mudar um milímetro do arranjo original -, Styles parece reforçar a escolha de não correr riscos e manter-se no mesmo lugar, sem fazer nada fora do comum. Esse talvez seja o principal pecado de seu novo álbum, que não é ruim, mas não emociona – como esse cover xerox que ele fez. Tomara que o disco cresça ao vivo, porque senão…

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Oklou ♥ Plain White T’s

A francesa Oklou passou pelo estúdio da rádio australiana Triple J e como de praxe fez uma versão para o especial Like a Version da emissora. Escolheu uma música que não conhecia (“Hey There Delilah”, dos norte-americanos Plain White T’s) e mexeu pouco no arranjo original, deixando-a mais leve e menos brega. Fora que é sempre bom, quando ela resolve deixar os eletrônicos de lado, deixando sua voz soar doce ao natural, sem efeitos.

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St. Vincent ♥ Jeff Buckley

Olha isso… Terça passada St. Vincent fez uma apresentação intimista no pequeno Little Saint, na cidade de Healdsburg, na Califórnia, nos EUA, ao lado de sua tecladista Rachel Eckroth. Mas num dado momento, ela preferiu tocar apenas sua guitarra e surpreendeu todo mundo com uma versão emocionante para “Grace” do Jeff Buckley. Na mesma noite ela também tocou “Personal Jesus” do Depeche Mode, mas eu ainda não encontrei esse vídeo online…

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Turnstile ♥ Stone Roses

E essa versão que o Turnstile fez pra “I Wanna Be Adored” dos Stone Roses no programa Like a Version da rádio australiana Triple J? Ficou só ok – e olha que eu nem gosto de Stone Roses…

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Matt Berninger + Rosanne Cash ♥ Velvet Underground

E essa versão de “Who Loves the Sun?” do Velvet Underground que o Matt Berninger do National gravou ao lado da Rosanne Cash pra abertura de um seriado? Lógico que não chega perto do original, mas é uma bela porta de entrada para o público em geral na história do Velvet – ou, mais especificamente, no quarto disco deles, o Loaded, esse baú cheio de joias.

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Olivia Rodrigo ♥ Magnetic Fields

Em mais um relance da iminente coletânea Help(2) que a ONG britânica Warchild vai lançar em breve, podemos ver alguns detalhes da participação da geninha Olivia Rodrigo na compilação, regravando um clássico dos Magnetic Fields, “The Book of Love”. Embora não dê pra ter uma ideia de como ficará sua versão, é mais uma prova de como ela apura o próprio senso estético em público fazendo conexões com artistas que cresceu ouvindo, como Robert Smith, David Byrne e o Weezer. E não duvido nada que ela apareça qualquer dia desses cantando essa música com o próprio Stephin Merrit, o senhor Magnetic Fields ele mesmo.

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Stephen Malkmus ♥ Silver Jews

No primeiro show que fez neste ano, no Noise Pop Music and Arts Festival, em São Francisco, nos EUA, Stephen Malkmus puxou, entre músicas do Pavement, suas com os Jicks e de sua carreira solo, uma velha canção de seu saudoso compadre David Berman – e essa versão mais lenta e tocada apenas ao violão de “Trains Across the Sea” dos Silver Jews é de chorar.

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