Flaming Lips tocando “Elephant” do Tame Impala

Esperávamos há um tempo a versão de “Elephant” do Tame Impala feita pelo Flaming Lips – ei-la:
Ficou bem trivial – bom riff, solo inofensivo, nem boa, nem ruim. Valeu pelo registro.

Esperávamos há um tempo a versão de “Elephant” do Tame Impala feita pelo Flaming Lips – ei-la:
Ficou bem trivial – bom riff, solo inofensivo, nem boa, nem ruim. Valeu pelo registro.

A morte de Lou Reed vai demorar algum tempo até que a ficha caia – o impacto de sua obra na história da cultura recente começará a ser medido de fato a partir da notícia triste que soubemos no domingo de manhã. As homenagens são um bom termômetro, a começar por essa feita pelo mestre Neil Young no festival que ele realiza anualmente pela sua fundação Bridge School. A edição deste ano aconteceu em Mountain View, na Califórnia, no fim de semana passado, e ao final da apresentação, o velho Neil Young juntou-se a Elvis Costello, aos My Morning Jacket, a Jenny Lewis, entre outros, para tocar uma versão de “Oh! Sweet Nuthin'” – a última música do último disco do Velvet Underground.
Ficou demais.

Kevin Barnes fez sua reverência ao pai do underground no show que o Of Montreal fez nesse domingo no Music Hall de Williamsburg, atual epicentro hipster na Nova York inventada por Lou Reed.

Uma bela versão para esta que talvez seja a mais bela composição de Lou Reed.

Lembra que eu falei que o Unknown Mortal Orchestra ia lançar um EP acústico com músicas de seu disco desse ano, o excelente II? Pois dá pra ouvir o disco aí embaixo, que além de três versões para músicas próprias ainda conta com versões para “Swing Lo Magellan”, dos Dirty Projectors, e “Puttin’ It Down”, do Beck.
Quem sabe assim você não dá atenção ao disco que originou o EP…

Primeiro foram os Arctic Monkeys que tocaram essa “Hold On, We’re Going Home”, do Drake, ao vivo. Agora é a vez do Holy Ghost fazer sua versão (dica do Tiago, valeu!). Ficou massa.

Aí vem um anônimo qualquer e comete isso:

O Alex Turner vive falando de como o hip hop tem sido uma constante influência nessa nova fase dos Arctic Monkeys – mas quando você vê isso em ação é que a ficha cai, saca só:
E se você não conhece essa música do Drake, tá dando mole, se liga:
Dica da Tati.

A outra banda de Thom Yorke puxou uma versão pra música que teria sido a base para um dos hits de 2013, no show que o Atoms for Peace fez no México nesta quarta-feira.
Ficou bom.

A cantora Luiza Caspary fez uma versão brasileira praquela brincadeira que a norte-americana Christina Bianco fez com “Total Eclipse of the Heart” e botou dez cantoras brasileiras (nove, pois tem a Shakira) para cantar um dos hits de 2013, veja abaixo: