
Como previsto, o Sugar anunciou oficialmente a volta às atividades para além do par de shows e do single que soltaram no ano passado. Quem puxa as atividades de 2026 é o single “Long Live Love” (veja o clipe abaixo), que seu compositor, o líder da banda e fundador do seminal Hüsker Dü, Bob Mould, desenterrou da época em que morou em Washington, capital dos EUA, em 2007, e que reflete a fase DJ que ele atravessava. Bob inclusive menciona a semelhança da canção com um dos seus discos favoritos da vida, o segundo do Garbage (!). Além do novo single (que será vendido como um compacto junto com a música que lançaram ano passado, “House Of Dead Memories”), o grupo também anunciou dezenas de shows durante o ano começando por Nova York, nos EUA, no início de maio para depois fazer Europa até junho e retomar a turnê pelos Estados Unidos entre agosto, setembro e outubro. E nada de América Latina, Oceania ou Ásia por enquanto. Fora que veio mais um single, vieram (muito) mais shows, mas o disco ainda está por vir… Esperamos. Continue

26 de fevereiro: eis a data de lançamento de The Moment no Brasil. O pseudodocumentário sobre o fenômeno Brat conduzido por Charli XCX entre 2024 e 2025 e dirigido por Aidan Zamiri, acaba de estrear no festival de Sundance e, às vésperas do lançamento da trilha sonora produzida por seu compadre A.G. Cook, anuncia a data de lançamento do filme em diversas praças no clipe da música “Residue”, estrelado pela própria Charli e por outra atriz do filme, Kylie Jenner. Boa notícia!
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O disco novo de Courtney Barnett estava quicando e finalmente é anunciado! Creature of Habit abre com a música que ela lançou no ano passado (“Stay In Your Lane“) e foi revelado com o lançamento de mais um single, “Site Unseen”, em que nossa querida Courtneyzinha convida a heroína alt.country Waxahatchee para um dueto. É seu primeiro disco desde o instrumental End Of The Day, de 2023, e o primeiro com canções desde Things Take Time, Take Time, de 2021. Creature of Habit será lançado no dia 27 de março e já está em pré-venda. Confira a capa, o nome das músicas e o clipe da música nova abaixo: Continue

Mitski acaba de anunciar seu oitavo disco ao lançar o clipe do primeiro single do álbum, a barulhenta “Where’s My Phone?” (veja o clipe abaixo). Nothing’s About to Happen to Me, que já está em pré-venda, traz uma exuberante ilustração de um gato com um olho de cada cor, contou com uma banda e uma orquestra na gravação e será lançado no próximo dia 27 de fevereiro. Continue

Kim Gordon está de volta – e acaba de anunciar o lançamento de seu próximo álbum, Play Me, com o lançamento do clipe de “Not Today”, primeiro single do disco que será lançado no próximo dia 13 de março. Pode vir, Kim!
Assista à íntegra do clipe, veja a capa e o nome das músicas de Play Me abaixo: Continue

Vocês viram esse absurdo? Quarenta anos depois de chocar as viúvas da ditadura com a infame e jocosa canção punk natalina “Papai Noel Velho Batuta”, o seminal grupo Garotos Podres foi indiciado pela Polícia Civil de São Paulo por “ofensa religiosa” (como se Papai Noel estivesse na Bíblia!), como eles mesmos divulgaram, de forma indignada, em sua conta no Instagram. Eles aproveitaram para mostrar um clipe novo que fizeram desta que já é, faz tempo, um hino do punk brasileiro, atualizando a música com elementos do século 21 – do presidente dos EUA a um zumbi que insiste em não querer morrer. Tomara que essa história não prossiga, todo o apoio aos Garotos Podres!
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2025 está quase no fim, mas ainda não acabou – e o guitarrista gaúcho Guri Assis Brasil aproveita o finzinho do ano para anunciar o primeiro single de seu projeto solo instrumental Animal Invisível, projeto pandêmico que finalmente tem data marcada de lançamento, quando o selo nova-iorquino Nublu lança o disco completo no dia 17 de abril. A assertividade da data de lançamento de um projeto que já vinha pairando por alguns anos animou o guitarrista a estrear nas plataformas digitais nesta terça-feira com o single “Didi”, que ele antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo. Última canção do projeto a surgir em sua incepção, ela, como conta o próprio Guri, “surgiu de forma despretensiosa em uma noite regada a cerveja na casa do amigo Rafa Rocha, que assina toda a parte visual do disco”. No violão Del Vecchio do diretor de arte, Guri foi burilando acordes e resolveu homenagear outro amigo que estava presente, o ex-VJ da MTV Didi Effe, pois a inspiração original veio da clássica “Dindi”, quando o guitarrista cantarolou o refrão trocando os nomes. “Ela foi daqueles casos raros em que a música faz o download quase automático, com harmonia e melodia criadas em tempo real”, lembra o guitarrista, que gravou a ideia no celular e depois a arranjou em seu estúdio caseiro, fazendo referências a clássicos da música instrumental brasileira dos anos 70, como Azymuh e Marcos Valle, sonoridade que filtra quase todo o disco. Guri explica a demora de um projeto que tem quase cinco anos: “Queria ter o mínimo de estrutura e não somente colocar ele no mundo”, continua, explicando que foi sondado pelo capo da Nublu, o músico turco-sueco radicado em Nova York Ilhan Ersahin. “Tocamos algumas vezes juntos com o Otto e sempre tivemos uma afinidade musical muito grande, até que um dia comentei sobre o disco, ele pediu para ouvir e pirou”. Na gravação que chega às plataformas nessa segunda e no vídeo gravado em estúdio que ele antecipa para o site, ele reuniu um time da pesada, com Big Rabello na bateria. Thomas Harres na percussão, Meno Del Picchia no baixo, Antonio Neves no trombone e Edu Santana no trompete, além das guitarras, synths e Wurlitzer tocado pelo próprio Guri.
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Mais de dez anos depois, o clipe brasileiro que o Sebadoh gravou em São Paulo finalmente tem estreia marcada pro próximo dia 28, no canal do YouTube da banda e seus diretores, os compadres Ricardo Spencer e André Peniche, disponibilizam um trecho do clipe em primeira mão no Trabalho Sujo. O trabalho foi idealizado pelo baiano Spencer, que, depois de dirigir dezenas de clipes para artistas brasileiros, tinha o sonho de fazer um clipe para algum dos artistas – indies, claro – que o motivaram a cair na música. A primeira tentativa foi em 2008, quando registrou um clipe em Super 8 com a passagem do Mudhoney pela Bahia, cujo material foi destruído por um laboratório de São Paulo. Depois de tentar fazer algo com Lee Ranaldo (sem sucesso), a oportunidade surgiu quando a banda de Lou Barlow veio para o Brasil, em 2014.
Foi quando Spencer convidou o paulistano André Peniche – ele mesmo outro diretor de clipes para vários artistas nacionais – para dirigir parte das cenas do clipe que, seria filmado parcialmente com uma das novidades da época: o drone. “A ideia era um único take, com um drone em direção a uma das quitinetes que aluguei por um dia no Copan”, lembra Ricardo. “Seria 75% da música ‘Love You Here’ num único take sobrevoando São Paulo, até enquadrar uma das janelas da meca da moradia paulistana, com a banda tocando sua mágica. Acontece que o piloto do drone não tinha coragem de se afastar muito, mesmo comigo arrancando os cabelos, em terror, num terraço vizinho.”
“Sorte a minha que meu parceiro André Peniche era o responsável por uma segunda unidade, filmando a banda dentro do apartamento”, continua Ricardo. Eu novamente me frustrei e engavetei o clipe. André não.” Peniche, que mora desde 2020 em Helsinque, na Finlândia, pediu o material do clipe para Spencer, para tentar extrair dali um material a partir de outra ideia, já que a original não havia funcionado. “Aí em 2022, o Lou Barlow veio tocar na Finlândia com o Dinosaur Jr., me convidou pra ir no show e antes do show a gente ficou conversando sobre aquela turnê no Brasil, até que o clipe veio à tona”, lembra Peniche, que usou aquela conversa como gancho para finalmente finalizar o material, que só conseguiu fechar neste ano, por conta de questões de agenda de trabalho – e ele finalmente chega entre nós na próxima sexta.
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Courtneyzinha lançou single novo há um mês e não deu mais nenhum pio pra dizer se tem algo novo em vista ainda pra esse ano ou se só lançou “Stay in Your Lane” pra nos deixar pilhados em relação a 2026. E ela reforça o lançamento ao lançar um vídeo que fez numa sessão que gravou no estúdio do Levon Helm no fim do mês de setembro. Como essa mina é foda…
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“Elegante e brutal”: a descrição que John Cale fez no pacto com Lou Reed para criar o Velvet Underground, descrita no documentário com o nome da banda dirigido por Todd Haynes em 2021, mexeu com Charli XCX a ponto de, quando foi convidada para compor uma das músicas da trilha sonora da nova versão para o cinema de O Morro dos Ventos Uivantes (dirigida por Emerald Fennell, o mesmo de Saltburn), ela chamar ninguém menos que o próprio Cale para trabalhar junto. A descrição também serve para “House”, música que marca sua nova fase cinematográfica (ela está envolvida em oito – ! – longa metragens, além de ter hypado sua conta no Letterboxd) e que ela revelou essa semana e que consagra sua parceria com o mestre do Velvet Underground e que é o avesso de sua fase dance, eternizada com o Brat que marcou o ano passado. Fino demais.
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