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Brian Jonestown Massacre no Brasil!

Depois de muita especulação, finalmente foi anunciada a primeira vinda da já clássica banda psicodélica californiana The Brian Jonestown Massacre para o Brasil. O grupo tocará no dia 20 de abril no Cine Joia (quando terão abertura da banda Bike e de uma atração-surpresa), em São Paulo, e no dia seguinte em Brasília, como parte das comemorações do aniversário da capital do Brasil, dentro da programação do festival gratuito PikNic. O grupo liderado por Anton Newcombe vem para o país divulgar seus dois discos mais recentes Fire Doesn’t Grow on Trees, no ano passado, e The Future Is Your Past, que acaba de sair. Os ingressos para o show de São Paulo já estão à venda neste link.

Taí o que você queria: Lianne La Havas em São Paulo!

Depois de esgotar os ingressos do show no Rio de Janeiro, agora é a vez de São Paulo receber Lianne La Havas, que apresenta-se no dia 9 de fevereiro no Cine Joia. Os ingressos começam a ser vendidos nesta sexta-feira, neste link, a partir das 10h da manhã. 2023 tá bom demais…

Noites Trabalho Sujo apresenta Orquestra Imperial!

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Fazemos neste sábado a primeira edição das Noites Trabalho Sujo no Cine Joia e, para bailar, convidamos a Orquestra Imperial para celebrar com a gente – e eles convidaram um time de peso de intérpretes: Céu, Jonnata Doll, Ana Frango Elétrico, Bid e Guga Stroeter. A festa começa às 22h, o show à meia-noite e depois o baile segue a madrugada inteira – dá pra comprar o ingresso aqui (e usando o código “trabalhosujo” você tem descontos no ingresso). Vamos lá?

Quem quer ir de graça no show da Orquestra Imperial?

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A primeira edição das Noites Trabalho Sujo no Cine Joia acontece neste sábado e contará com a presença da ótima Orquestra Imperial, que convida Céu, Bid, Ana Frango Elétrico, Guga Stroeter e Jonnata Doll para uma noite que promete ser épica (mais informações aqui). E se você quiser concorrer a um dos cinco pares de ingressos que tenho aqui para sortear, basta dizer que música você queria vê-los tocando neste sábado que estará concorrendo a ingressos – não esqueça de deixar o seu email!

Abrindo pra Letrux no Cine Joia

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Encerrando as atividades em São Paulo em 2019, fui convidado para discotecar na abertura do último show do Noite de Climão que Letrux faz na cidade, no Cine Joia (mais informações aqui – se bem que já está esgotado). Feliz fim de ciclo que ajudei a abrir quando chamei a banda para lançar esse mesmo disco no Centro Cultural São Paulo em agosto de 2017 e pude acompanhar por palcos afora pelo Brasil, sempre num show catártico e sarcástico, raso e profundo na mesma medida, tocante e escrachado, não só pela presença magnética da querida Letícia como pela força personalíssima de sua banda, cada integrante escolhido como se fosse um elenco de super-heróis – ou entidades. Vai ser uma noite intensa – como tem sido 2019.

Antes do Climão

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Nesta sexta, Letrux comemora o primeiro aniversário de seu disco de estreia no Cine Joia com a participação de Luedji Luna e eu discoteco antes do show. Vamos lá? Mais informações aqui.

Quem quer ir no show do Odair José nesta sexta-feira?

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O bardo popular Odair José apresenta seu disco mais recente – o pesado Gatos e Ratos – no Cine Joia nesta sexta-feira, com abertura do Pélico, e me ofereceram cinco pares de ingressos para quem quiser assistir ao show. Para concorrer, basta dizer qual sua música favorita do Odair José que até às 19h eu aviso como retirar os ingressos para o show (mais informações sobre o show aqui).

Max de Castro celebra Prince com a New Power Generation

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Max de Castro resolveu celebrar a obra de Prince ao lado de uma das bandas do mestre púrpura – a New Power Generation que ele montou para acompanhá-lo no iníco dos anos 90 – e trouxe-a para o Brasil para um único show nessa sexta-feira no Cine Joia (mais informações aqui). No repertório, a banda irá privilegiar os hits do mestre que morreu este ano, inclusive músicas de outras fases de sua carreira. Tenho um par de ingressos para sortear aqui no Trabalho Sujo – para concorrer basta dizer que música do Prince você queria ver ao vivo e porque aí nos comentários, que até o fim desta quinta-feira escolho quem ganhou. E para sacar o clima da noite, o Max descolou um vídeo com um ensaio em que eles tocam “Musicology”, saca só:

O dia em que a Nação Zumbi encontrou os Young Gods

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“É uma orquestra de noise”, me explica, empolgado, Jorge Du Peixe, vocalista da Nação Zumbi, em entrevista ao telefone. Ele comemora finalmente o encontro nos palcos com seus ídolos Young Gods, um dos grandes pilares da música eletrônica e do rock industrial europeus, que acontece durante esta semana, com shows em São Paulo e no Rio, e culmina com uma apresentação conjunta em julho, no festival de Montreux, na Suíça, que comemora sua quinquagésima edição.

“Mas é uma conversa antiga”, lembra o vocalista, explicando que os grupos se conheceram na primeira turnê europeia da banda brasileira, há vinte anos, quando Chico Science ainda era vivo. “E é uma admiração mútua, eles já conheciam o som, mesmo porque Franz (Treichler, líder da banda) é filho de brasileiros. A gente tava num festival na Dinamarca e viu o show. A gente já conhecia, mas foi muito impactante ver aquela massa sonora ao vivo. Lembro que eles tocaram com o Ministry. A gente trocou CDs e começou uma conversa, mas aí aconteceu o que aconteceu com Chico em 97 e não retomamos essa conversa. Mas Franz continuou vendo nosso trabalho e quando pintou essa oportunidade no festival de Montreux, que vai ter um momento “a Suíça encontra o Brasil”, ele lembrou da gente, me deu um toque e a gente começou a se conversar.”

As duas bandas começaram a trocar figurinhas pela internet e resolveram fazer os shows coletivamente, as duas ao mesmo tempo, tocando músicas uns dos outros. “Eles chegaram aqui na semana passada e já estamos no quinto ensaio, tá tudo funcionando muito bem, a eletrônica com a percussão, tá muito forte”, comemora Jorge, que não descarta novos shows e até uma colaboração autoral com o grupo suíço. “Mas agora não deu tempo, ficamos focados no ensaio e na dinâmica do setlist”, explica, citando clássicos dos Young Gods como “Skin Flowers”, “Le Rouge” e “Kissing the Sun” e músicas da Nação como “Defeito Perfeito”, “Um Satélite na Cabeça” e “Maracatu Atômico” como parte do repertório.

O show em São Paulo acontece nesta quinta-feira, no Cine Joia, e no Rio de Janeiro acontece na sexta, no Circo Voador. Estou com três pares de ingressos para quem quiser assistir ao show de São Paulo. Para concorrer é só comentar abaixo que música da Nação Zumbi você queria ver sendo tocada ao lado dos Young Gods e por quê. E não esqueça de deixar seu email para que eu entre em contato em seguida.

Mr. Deep Funk no Brasil

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O lendário DJ inglês Keb Darge apresenta-se na edição desta sexta-feira da clássica festa Talco Bells e eu pedi para que ele separasse cinco faixas – entre as inúmeras raridades – que deverão estar em seu set desta noite. Mas antes, pedi para o Filipe Luna, um dos capitães da Talco, apresentar o DJ e falar de sua importância para o universo do soul e do groove:

“Quando a gente começou a curtir mais discos de soul e funk mais obscuros, tinha um nome que sempre era mencionado: Keb Darge. Era ele que discotecava no Madame Jojo’s, clube do SoHo londrino, e tornou o clube, um antigo bordel, icônico por tocar as músicas mais maravilhosas e obscuras que você já ouviu. Todos nossos amigos que iam pra Londres voltavam maravilhados dizendo que era a melhor noite que havia (pelo menos pra quem curtia esse som).

Keb é o cara que descobre as pérolas e por isso ele é uma referência para nós. Começou no Northern Soul, depois praticamente criou o gênero Deep Funk (lá na noite do Madame Jojo’s), que eram compactos de 7 polegadas muito, mas muito obscuros, de artistas que, na maioria das vezes, só tinham lançado um ou dois discos. Muitas das músicas que nos influenciam estão lá nas coletâneas lançadas por Keb no selo BBE ou na Kay Dee Records (do DJ Kenny Dope).

Como todo DJ que é bom de faro para descobrir coisas novas, Keb já está com o pé em outros sons além do soul e funk. Já teve uma coleção de R&B e Rockabilly e agora está investindo 60’s garage – músicas que ele tem mostrado ao redor do mundo e que estão balançando muitas pistas de dança. Para nós, será uma honra e um sopro de originalidade trazer o Keb pra tocar na Talco.

Já são 8 anos tocando soul e funk nessa festa, “criamos” alguns hits na nossa pista e é sempre bom trazer alguém que pode tirar a nós e nosso público da zona de conforto com um repertório de altíssima qualidade. Vai ser sensacional ter essa experiência acontecendo na nossa festa e a gente não vê a hora de ceder os toca-discos para Keb Darge.”

E agora as cinco pérolas escolhidas pelo mestre:

Sands of Time – “Red Light”

“Em primeiro lugar no momento está ‘Red Light’, de The Sands of Time, lançado pelo selo Sterling. Comprei de um vendedor dos Estados Unidos há uns seis meses e depois descobri que só existem cinco cópias disponíveis no mundo todo. Não é tão pesado quanto as coisas que costumo tocar, mas adoro o sentimento leve, saltitante e feliz que esse disco tem.”

The Savoy’s – “Can It Be”

“Aqui fica mais pesado. Essa canção é conhecida por colecionadores há muitos anos, mas também só existem poucas cópias conhecidas. Está em algumas compilações, mas a qualidade é péssima em relação ao original. Uma faixa poderosa com uma batida que explode nas caixas de som.”

New Fugitives – “She’s My Baby”

“Essa é uma faixa sinistra que não estaria deslocada na cena do punk dos anos 70. Primitiva e assustadora com bastante atitude. Novamente, um compacto muito raro que vai soar novo a todos, menos aos colecionadores obcecados de garage dos anos 60.”

The Tigermen – “Tiger Girl”

“Essa é mais sutil que as outras que sempre agrada às garotas toda vez que toco. Suponho que elas se imaginam sendo as ‘Tiger Girls’ enquanto fazem sua dança provocante. A banda tem apenas dois compactos conhecidos: esse e ‘Close the Door’, ambos no selo Buff. Não é tão raro quanto os outros três, mas raro o bastante pra ficar longe das mãos de DJs muquiranas.”

The Spacemen – Modman * Big Sound

“Essa é uma faixa que obviamente foi feita para a cena Mod crescente dos anos 60, nos Estados Unidos que se apaixonavam pelo som britânico da época. Ouvi a música nesse link do YouTube há um ano e fiquei louco pela canção. Não consegui achá-la em lugar nenhum, então fui atrás do cara que havia postado o link e o convenci a me vender sua cópia.”

A festa acontece nesta sexta, no Cine Jóia, a partir das 23h – mais informações aqui.