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Noites Trabalho Sujo | 8.7.2017

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Mais uma vez as baixas temperaturas assolam a maior cidade do ocidente no hemisfério sul e nosso experimento psíquico-intrínseco tem suas ondas orgônicas desviadas também para o aquecimento térmico dos voluntários, que ainda poderão desfrutar do mítico quentão produzido por nosso discreto xamã Julião Barata, que perfuma a noite com o aroma característico do inverno brasileiro. E para nosso ritual místico-científico trabalhar em alta voltagem, convocamos mais uma vez a presença dos pesquisadores do laboratório da terapia do grito primal Scream & Yell para conduzir as atividades no auditório preto. Lá, o pós-doutorado em práticas coletivas Marcelo Costa arregimenta experimentos conduzidos pelas duplas Bruno Dias e Tiago Agostini, Bruno Capelas e Ana Clara Matta e Renato Moikano e Natália Julio, além do trabalho de Tiago Trigo e de sua própria apresentação. O volume de energias concentradas também encontra outro polo no auditório azul, onde o centro de pesquisas Noites Trabalho Sujo mais uma vez apresenta-se com a formação completa e os trio sócio-cientista formado por Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral dispara espasmos cerebrais de boas vibrações a partir da reproduções de fonogramas sonoros de diferentes procedências. A transformação acontece, como sempre, quinze minutos antes da virada do sábado para o domingo e prossegue até o próximo raiar do sol, na torre de concreto em frente ao Largo do Payssandu. A presença exige que envie-se o nome para o correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h do dia do experimento, caso contrário não é possível entrar no recinto.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 8 de julho de 2017
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), Bruno Dias, Tiago Agostini, Ana Clara Matta, Bruno Capelas, Natalia Julio, Renato Moikano, Tiago Trigo e Marcelo Costa (Scream & Yell).
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25. O preço da entrada deve ser pago em dinheiro, toda a consumação na casa é feita com cartões. Chegue cedo para evitar filas.

25 discos brasileiros para o primeiro semestre de 2017

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Estes são os 25 brasileiros escolhidos na categoria melhor disco do primeiro semestre deste ano pelo júri da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), do qual faço parte.

Aláfia – SP Não é Sopa
Boogarins – Lá Vem a Morte
Corte – Corte
Criolo – Espiral de Ilusão
Curumin – Boca
Do Amor – Fodido Demais
Domenico Lancellotti – Serra dos Órgãos
Don L – Roteiro Pra Aïnouz vol.3
A Espetacular Charanga do França – Chão Molhado da Roça
Felipe S. – Cabeça de Felipe
Giovani Cidreira – Japanese Food
Hamilton de Holanda – Casa de Bituca
João Donato + Donatinho – Sintetizamor
Juliana R – Tarefas Intermináveis
Kiko Dinucci – Cortes Curtos
Lucas Santtana – Modo Avião
Luiza Lian – Oya Tempo
Matéria Prima – 2Atos
Mopho – Brejo
My Magical Glowing Lens – Cosmos
Rincon Sapíencia – Galanga Livre
Rodrigo Campos – Sambas do Absurdo
Trupe Chá de Boldo – Verso
Vermes do Limbo + Bernardo Pacheco – Berne Fatal
Zé Bigode – Fluxo

Muita coisa boa sendo lançada este ano – e vem mais coisa boa neste semestre. O júri é composto por mim, José Norberto Flesch e Marcelo Costa e no segundo semestre escolheremos mais outros 25 discos. O Pedro antecipou a lista e publicou os links para ouvir os 25 discos em seu blog no Estadão.

Sobre selos, festivais e cenas

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Fui convidado para fazer a mediação de um debate neste sábado dentro da Feira de Selos e Publicações, que a Balaclava Records organiza no Sesc Bom Retiro. O evento, gratuito, começa às 14h e reúne bancas de selos como EAEO, Rosa Flamingo, Sinewave, Assustado, PWR, Desmonta, Dissenso, Laboratório Fantasma, Risco, Midsummer Madness, entre outros, além de shows da Luiza Lian e da banda curitibana Marrakesh ʘ. Participo da segunda mesa do dia, que começa às 17h20 e fala sobre festivais e cenas musicais no Brasil, com a participação da Anna Penteado (do festival Vento), da Karen Cunha (que faz o Mês da Cultura Independente) e o Ricardo Rodrigues (do festival Contato). Tem mais informações sobre o evento, além da programação completa, lá na página do evento do Facebook.

Ao vivo no Cult 22

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Participei ao vivo, nesta sexta, da edição da semana do programa Cult 22, que eu nunca mais tinha ouvido desde que saí de Brasília. Marcos Pinheiros e Carlos Marcelo criaram o programa em 1991 e por dois anos foi um das fontes que eu tinha de música nova naqueles tempos pré-históricos antes da chegada da internet para os meros mortais. Por isso, tenho a maior satisfação de voltar ao programa agora como entrevistado – e sabendo que ele segue sendo transmitido pela rádio Cultura de Brasília, agora apenas com o Marcos no comando, mesmo depois de turbulências nestas duas primeiras décadas. Segue abaixo o live que eles fizeram direto do programa, que tem a participação de vários artistas que vieram ao PicNik, quando bato um papo ao lado do Lucio Ribeiro – também convidado do programa e do festival – sobre cena independente, o legado de Kid Vinil e rock e mainstream.

Meu mapa afetivo de São Paulo

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Fui entrevistado pelo projeto Mapas Afetivos, que tenta redesenhar a cidade de São Paulo a partir da memória de seus convidados. Falei da Aclimação, do Centro, do Sumaré e da avenida Paulista – pontas do quadrilátero em habito desde 2002.

Aclimação

Centro

Sumaré

Paulista

Vale visitar o site e passear por outros tantos mapas afetivos – e só tem gente foda: da Laerte à Renata Simões, passando pelo casal Fernanda e Endrigo do Espaço Cult, Nelson Triunfo, Facundo Guerra, Fióti, Karina Buhr, Baixo Ribeiro, Ana Freitas, Tiê, Gaía Passarelli, Kátia Lessa, Eduardo Suplicy, André Whoong, Hugo Possolo, Tulipa, entre outros. Confere lá.

Noites Trabalho Sujo | 10.6.2017

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Chegando perto da metade do ano, encerramos o primeiro semestre de nossa celebração hipnótico-carnal coletiva consensual trazendo uma compilação autoral dos registros sonoros industriais feitos até aqui. Selecionamos uma série de músicas que se encaixam no cardápio sonoro oferecido em todos nossos experimentos mas que se enquadram no critério de registros tornados públicos entre o dia primeiro deste dois mil e dezessete até a presente data, além de confrontá-los com frequências já conhecidas pelo voluntariado submisso aos testes de energia orgônica. Este é o tema da apresentação deste fim de semestre conduzida pelo cientista psicossocial Alexandre Matias e o explorador antropológico-químico Danilo Cabral, que, desfalcados da presença do carismático nudista Luiz Pattoli, seguram a edição deste sábado como dupla no auditório azul da torre de concreto em frente ao Largo do Arouche. Do outro lado do andar, a dupla de completistas O Cafuçu e o Hipster, formado pelos pesquisadores Pedro Jansen e Leo Freire, estreiam em um auditório maior, seguidos da presença sempre contagiante de Ana Laura Mello, também conhecida como DJ Mulher, que encerra as atividades na madrugada deste sábado para o domingo. Não custa lembrar que só participa das atividades deste dia dez quem enviar seu nome para o correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 10 de junho de 2017
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), Pedro Jansen e Leo Freire (O Cafuçu e o Hipster) e Ana Laura (DJ Mulher).
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam R$ 25. O preço da entrada deve ser pago em dinheiro, toda a consumação na casa é feita com cartões. Chegue cedo para evitar filas.

Noites Trabalho Sujo | 13.5.2017

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Há uma parte do processo de captura do êxtase coletivo em um ambiente controlado hermeticamente que diz respeito especificamente à memória de curto e longo prazo. Por isso, sazonalmente nós, do instituto Noites Trabalho Sujo, experimentamos exercitar a glândula pineal a partir da narrativa cronológica, submetendo voluntários ao acompanhamento da evolução estética dos últimos setenta anos a partir de amostras sonoras de poucos minutos de duração. O pesquisador de ressonâncias mórficas orgônicas Alexandre Matias, o explorador de movimentos pélvicos Luiz Pattoli e o psicoantropólogo Danilo Cabral convidam os convidados para um transe conjunto de ativação de neurônios por meio de uma contextualização lógica. No outro auditório da torre de transmissão de bons fluidos Trackertower, dois grupos de pesquisadores (a cientista Nathalia Capistrano do centro de pesquisas Girls Bite Back ao lado do professor Rodrigo Giordano do núcleo de estudos Dope e a dupla de exploradores psíquicos Gemini, formada pela doutora Karen Ercolin e o mestrando Acácio Mendes) mantém os pés firmes em 2017 para embalar os presentes com memórias de curto prazo, provocando o choque que inevitavelmente aflora a química de atração que buscamos nestes eventos mensais. Para garantir a presença, é necessário que os voluntários enviem seus nomes para o endereço de correio eletrônico noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h.

Noites Trabalho Sujo @ Trackers
Sabado, 13 de maio de 2017
A partir das 23h45
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo contando a história da música pop em ordem cronológica), Karen Ercolin e Acácio Mendes (Gemini), Nath Capistrano (Girls Bite Back) e Rodrigo Giordano (Dope)
Trackers: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 40, só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com. Aniversariantes da semana não pagam para entrar (avise quando enviar o nome no email, por favor). Os cem primeiros a chegar pagam apenas R$ 25. O preço da entrada deve ser pago em dinheiro, toda a consumação na casa é feita com cartões. Chegue cedo para evitar filas.